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05/11/2011

Capítulo 5


Bem como os comentários referiram se todos praticamente á mesma coisa, vou responder, ao mesmo tempo. Sim inspirei me em “Morde e Assopra” uma novela Brasileira que através da Globo passa em Portugal. Mas foi só inspiração, a história não vai ser igual, porque só vi mesmo a novela no princípio, e achei uma boa ideia isto de robô, espero que tenham ficado esclarecidas, agradeço os comentários escritos e nos pequenos quadrados.
****
Ashley, e Brittany não perceberam tal entusiasmo depois de ele ter olhado apenas para um papel, mas pelo menos parecia feliz.
Ashley: Está tudo bem? – Perguntou depois de Zac sair do escritório com o sorriso quase de orelha a orelha.
Zac: Está tudo mais que perfeito; eu vou ter que sair, ficam bem?
Brittany: Sim vai lá. – Ele saio a corre, até ao local, onde tinha marcando um encontro.
Chace: Zac. – Gritou e Zac logo se virou.

Chace: Zac, és tu? – O abraçou.
Zac: Sim sou eu. – Afastou se do abraço.
Chace: Deixaste crescer a barba. – Zac passou a mão pela cara e sorrio.
Zac: Tão observador. – Gozou com Chace que tinha está mania de dizer o que estava á vista de todos.
Chace: Pois, é…- Apesar de não ser nada observador, não percebia a ironia. – Vamos no sentar e tomar um café?
Zac: Sim, é melhor estares sentado para o que te vou contar. – Chace estranhou, mas não ligou, foram até a uma mesa pedido um café e a conversa começou.
Chace: Estranhei o teu telefonema. – Levou a caneca á boca.
Zac: Eu não iria telefonar se não precisasse mesmo ta tua ajuda.
Chace: Mas o que se passa? – Zac começou a dizer a sua ideia de construir uma máquina, mas a construção do robô não era o problema. Chace olhava para ele com se Zac tivesse um pouco louco.

Zac: Percebeste? – Perguntou dada á cara do amigo.
Chace: Tu queres criar a Amanda?
Zac: Fala, baixo…- Sussurrou. – Eu já tinha na cabeça criar um robô idêntico ao ser humano, agora apenas lhe dei uma cara.
Chace: Estás doido, como assim dar lhe uma cara, ela morreu, qual é o teu problema?
Zac: Não é nenhum, é tecnologia, como todas as outras invenções…
Chace: Não, não é, sabes porque; porque está será igual á tua mulher.
Zac: Não é isso que está em questão, morte ou vida, não importa para este trabalho.
Chace: Só ainda não percebi para que queres a minha ajuda.
Zac: Preciso de alguém que saiba tudo sobre osso, para poder criar a tal invenção; conheces alguém? – Chace suspirou com tal loucura.
Chace: Conheço uma rapariga, que é arqueóloga.
Zac: Não penso em construir o dinossauro.
Chace: Mas está a pensar em criar um mostrou, é quase o mesmo…- Zac olhou para ele de lado. – Pronto já parei, mas continuando essa rapariga, adora o seu trabalho e os ossos são mesmo o seu ponto forte.
Zac: De onde é que ela é? – Chace tirou um cartão e deu a Zac.
Chace: De Nova Iorque, chama se…
Zac: Borboleta. – Disse ao olhar para o nome.
Chace: Por acaso é Vanessa. – Tentou corrigir.
Zac: Eu sei, e Vanessa significa borboleta, só espero que como o nome ela não seja avoaçada, com a cabeça no ar.
Chace: Claro que não. – Mentiu. – Vai ter com ela e pede lhe ajuda, ela anda mesmo á procura de um cientista para fazer uns testes e como uma mão lava a outra…
Zac: Sim já percebi; obrigado, parto hoje mesmo á procura dela. – Levantou se sendo seguido por Chace.
Chace: Eu vou contigo á muito que não a vejo, e assim até será mais fácil para a encontrar, até tenho coisas para tratar lá mesmo.  
Zac: Ok, daqui a uma hora no aeroporto. – Afastou pegando um táxi, foi de imediato para casa, para poder fazer as malas.

02/11/2011

Capítulo 3/4

Antes de postar queria dizer que não percebo, mais de 200 visitas 11 comentários a contar com os dos quadrados. Eu sei que á quem veja por telemóvel e não comente, á quem venha leia meio sem tempo e não comente, mas eu não peço que comentem por escrito, se não tem em tempo, carreguem nos pequenos quadrados, por que eles estão lá para alguma razão. Por isso comentem, eu nem peço números, apenas peço para não serem injustos, dói me imenso a cabeça tem sido difícil escrever, se lêem, nu mínimo comentem.
****
Cap.3
Recebendo a noticia que ele já sabia mas queria esquecer a morte da sua mulher. Zac chorou e chorou o mais que pode. Mandou embora a família ficando sozinho naquele quarto, até no outro dia bem cedo foi para casa. O dia do enterro da sua esposa, só de imaginar Zac queria gritar, era uma cessação tão horrível que ele não a desejava a ninguém tal dor.
Starla: Olá. – Entrou pela porta da casa beijando a cara ferida do filho.
Zac: Olá mãe. – Falou cheio de magoa, sua mãe não tinha a culpas, mas o coração dele sofria.
Starla: Como te sentes?
Zac: Morto. – Respondeu caindo no sofá, sendo seguido pela sua mãe.
Starla: Não digas essas coisas. – Pegou nas mãos do filho e chorou só de o ver tão triste.
Zac: A mãe, fez me uma pergunta, e como eu não sou mentiroso respondi o mais verdadeiro possível.
Starla: Sei que estás triste…- Levantou a mão até á cara dele. – Mas isso, passa. – Zac levantou se e agressivamente respondeu á mãe.
Zac: Não, não passa, porque eu amava aquela mulher e agora…- As lágrimas começara a descer e Starla o abraçou, o mais forte possível.
Starla: Sei que é muito difícil. – Separou se do abraço e olhou. – Mas tens que ser forte, ok?
Zac: Tudo bem, vamos?
Starla: Vamos. – Pegou na mão de Zac e saíram até ao carro.
Chegando ao cemitério Zac sentiu se tenso, e quando a cerimonia começou foi pior ainda. Só de ouvir a mãe de Amanda chorar e ele teve a mesma vontade. Era tão odiável, tudo àquilo, e ele que não podia fazer nada a não ser aguentar a dor, a não ser olhar para o caixão e aceitar que a sua esposa tinha morrido.

O final da cerimónia estava a chegar, mas antes de o caixão ser enterrado, Zac tinha que saber, tinha que ter a certeza que a sua mulher estava ali dentro.
Zac: Eu quero a ver. – Ordenou fazendo todos olharem para ele.
Dylan: Mano, a não podes, está selado. – Poucas palavras chegaram para levar Zac ao limite, seria talvez melhor não ver morta, mas naquele momento ele não entendeu isso.
Starla: Zac. – Gritou, mas seu filho já tinha fugido dali para poder chorar á vontade, para poder chorar tudo o que queria.

Zac: Porque? – Perguntou abraçando o próprio corpo, deixando as lágrimas correrem. - Porque me deixas te meu amor? Volta por favor volta.
Cap.4
Depois de todo o acontecimento, Starla decidiu que Zac iria viver com ela por um tempo, porque ele não estava propriamente estável para se encontrar sozinho. Deixou de querer de saber de tudo, até dele, a sua barba estava enorme, como as suas alheiras que davam sinal de noites mal dormidas. Mas passado uma semana, Zac sentiu se grande peso para a sua mãe por isso decidiu ir para a sua própria casa.
David: O que estás a fazer? – Perguntou entrando no quarto de Zac.
Zac: As malas; não se vê? – Respondeu da mesma maneira que respondia á dias, frio e grosso.
David: Vais para onde? – Aproximou de Zac virando o para si.
Zac: Para minha casa, para onde mais poderia ir? – Voltou a fazer a mala.
David: Se não estás bem na casa da tua mãe pode ir para a minha. – Zac levantou a cabeça, olhando com certa raiva para seu pai.
Zac: A minha mãe trata me muito bem, mesmo depois do vosso divorcio ela nunca me tratou mal. – Voltou a baixar a cabeça, até á mala.
David: Eu não disse isso; pensava que ias vender a casa; é tão grande.
Zac: Pois eu sei, que é muito grande, mas eu gosto daquela casa, tenho lá o laboratório e tudo.
David: Mas assim não vai ser mais difícil esquece-la? – Zac terminou de fazer a mala e endireitou as ficando diante de seu pai.
Zac: Quem disse que eu a quero esquecer?
Starla: Posso? – Perguntou já dentro do quarto.
David: Eu estava a ter uma conversa com o nosso filho.
Zac: Nós já terminamos pai. – Disse com arrogância.
David: Sendo assim, eu vou embora tenho coisas para tratar. – Saio.
Starla: Não devias ter falado assim com o teu pai.
Zac: Ele enganou a, deixou a quase na miséria, e ainda o protege? – Sentou se na cama, sendo acompanhado pela sua mãe.
Starla: Não vamos falar disso agora.
Zac: Então o que quer?
Starla: Sabes que as tuas primas perderam os pais, não sabes?
Zac: Sim, sei, mas o que é que eu tenho a ver com isso?
Starla: Elas estão não tem dinheiro os teus tios não lhe deixaram o necessário, e elas gostava de vir para cá estudar.
Zac: Continuo sem perceber.
Starla: O que eu te quero pedir é que as deixes ficar lá em casa…- Zac se levantou abanado a cabeça que não.
Zac: Esqueça dona Starla, isso não vai acontecer. – Starla se levantou pegando nas mãos dele.
Starla: Por favor; elas não têm nada, nem ninguém que as ajude. – Zac pensou e pensou, e lá terminou por dizer que sim. – Obrigada filho, elas vêem amanhã.
O resto do dia passou Starla organizava tudo para a chegada das sobrinhas enquanto, Zac andava entretido com ele mesmo.
(»»»»)
Zac: Ainda demora muito para elas chegarem? – Perguntou bocejado, ainda nem o sol tinha raiado e ele já tinha que estar fora da cama.
Starla: Não elas vêm já ali. – Starla pegou em Zac e o puxou até as meninas, que o cumprimentaram, ele fez o mesmo mas sem ânimo algum. - Bem eu estive a falar com o Zac e vão ficar lá na dele, não é filho?
Zac: Pois, parece que sim, eu vou levar as vossas malas para o carro. – Afastou se com as malas.
Ashley: Tem a certeza que ele nos quer lá?
Starla: Claro que sim, ele só esta dês ta maneira pela morte da mulher; é por isso que eu também vós pedi para vir para a cá, ele precisa de companhia.
Brittany: Não se preocupe, nós cuidaremos dele.
Dito isto passaram se dias semanas meses, Zac andava na mesma, já cansava aquela tristeza toda, Brittany, e Ashley estava sempre de olho dele para ver se tudo corria bem, na verdade era mais elas que estavam a cuidar dele que ao contrario.
Ashley: O que é isto primo? – Perguntou lhe entregando o papel.


Zac: A minha criação…- Olhou bem para o papel e depois uma ideia lhe passou pela cabeça. – Amanda, é isso. – Sorrio e correu até ao escritório.
****
Que ideia terá sido essa que passou pela cabeça de Zac; estará a ficar doido? Não posso dizer muito mas posso dizer que a Vanessa está quase a entrar, na vida dele de que maneira o fará e o que se passara isso só poderão só podem saber se lerem.
Respostas aos comentários….
Linee: É Vanessa vai ajudar ele, agora de que maneira? Obrigada por comentares.
Stephenie_95_7: Não ele não está melhor e vai ser complicado; Obrigada por comentares
Margarida: Com a Vanessa vai ultrapassar a dor…não sei, logo se vê; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Pois os acidentes fazem parte da vida, acho natural; eles terem que passar por alguns; Obrigada por comentares.
Evelly: Não foi preciso Vanessa meter se entre eles para eles terminam, a natureza falou por si; é sim ele vai ficar um pouco desolado, mas tudo passa; Obrigada por comentares.
♥Lais♥: Ai o rapaz está a sofrer, és mazinha sim, mas percebo queres é a Vanessa; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.


30/10/2011

Capítulo 2_2ªParte

Já que não postei ontem, aqui está o capítulo, isto muda agora também as postagens nos outros blogs, só amanhã postarei e Dama e Vagabundo depois em Alguém como Tu! E obrigado pela compreensão.
****

Dentro do helicóptero o piloto, desesperado tentava mater o controlo, Amanda abraçava Zac o mais forte possível, e este retribuía. Ambos estavam muito assustados com a situação. Amedrontados nervosos estavam, estava acontecer tudo tão rápido que eles não sabiam o que fazer ou dizer.
Amanda: Zac amor. – Puxou o rosto dele com a mão que tremia.
Zac: Diz?
Amanda: Eu amo te, amo te muito amo tem tanto, não te esqueças aconteça o que acontecer; eu amo te. – Repetiu a mesma palavra várias vezes sem se aperceber, sabia o que queria dizer, mas não tinha noção de como o dizer, por palavras, seus lábios tremia, ela não tinha grande controlo em si.
Zac: Amanda que conversa é essa, vai ficar tudo bem; nós vamos ficar bem. – Falou vendo que ela já chorava.
Amanda: Eu sei, só quero que saibas…- Ele colocou o indicador nos lábios dela e a beijou.
Zac: Eu sei que me amas.
Amanda: Não te vais esquecer?
Zac: Não. – Ao dizer isto voltou a beijar.
Durante um beijo apaixonado o helicóptero chocou com a água, e começou afundar.
Amanda: Zac. – Gritou com o pânico da água estar entrar dentro do helicóptero e do facto de se estarem afundar. – Zac? – Chamou mais uma vez, mas ele não estava ali, e o piloto já se encontrava morto.
Zac: Amanda. – Gritou desesperado encontrado se um pouco longe do helicóptero a maré tinha o puxado, para longe, as ondas estava fortes e ele mal podia manter se na superfície.
Amanda: Estou aqui. – Aproximou se dele. – Estás bem?
Zac: Sim, não sei. - Disse confuso. –E, tu? Estás a sagrar.
Amanda: Estou bem, vamos tentar chegar ás, rochas.
Zac: Mas a maré está, forte iríamos embater nelas.
Amanda: É a nossa única hipótese. – Disse começando a nadar Zac a seguiu.
As rochas estavam longe e eles casados, mas conseguiram se aproximar, mas não da melhor maneira. Como Zac imaginara Amanda acabou por bater numa rocha, desmaiando. Mas ele, não a deixou afundar apenas a puxou com muita dificuldade para cima de uma das rochas, olhando para ela dês de cima, controlado a sua respiração, e a sua temperatura, estava tão fraca.

Zac: Amor? – Chamou e abanou, varias vezes, mas ela não respondeu, Zac decidiu deitar se ao lado dela, para a, poder aquecer; e assim acabou por adormecer, sentido o seu corpo e o da mulher cada vez mais frio, estava tanto frio.

Quando Zac, sentiu o seu corpo aquecer e voltou acordar. Abriu os olhos vendo tudo ao princípio búzio, estava numa ambulância, mas como porque?
Zac: Que se passa? – Perguntou, atordoado com uma enorme dor de cabeça.
Paramédico: Mantenha a calma. – Pediu, mas quando Zac olhou para o lado perdeu a toda chegou a empurra o paramédico.

Zac: Amanda… não, não por favor isto não, não pode estar acontecer. – Começou a chorar ao ver a mulher que mais amava morta ao seu lado, ele não pode fazer mais nada a não ser chorar gritar, pelo nome dela. Mas por mais que gritasse, ela não responderia.

Paramédico: Tente se acalmar. – Pediu maus uma vez, mas como ele não parou teve que o adormecer.
Chegando ao hospital o paramédico informou de tudo e Zac foi transferido de helicóptero para Califórnia, a pedido de seus pais. Horas se passaram depois da chegada dele ao hospital mas em nenhum momento despertou. Parecia não querer acordar, tendo varias paragem cardíacas seus pais entraram em desespero.
Dylan: Ele não vai acordar? – Perguntou á sua mãe, vendo que o irmão continuava no sono profundo.
David: Ele é um rapaz forte claro que vai. – Dito isto Zac começou, abriu os olhos.
Starla: Zac, meu amor. – Correu até ao lado dele.
Zac: Mãe?
Starla: Sim meu filho estou aqui ao teu lado. – Pegou na mão dele.
Zac: Onde é que eu estou?
David: No hospital. – Lembrado se de repente de tudo levantou o corpo de tal maneira brusca que se sentiu mal. – Tem calma.
Zac: Amanda, onde está a Amanda? – Perguntou, já chorando seus pais olharam para si e depois para ele.
Starla: Meu querido, a Amanda…
Zac: A Amanda o que mãe?
Starla: A Amanda não resistiu aos ferimentos, ela morreu. –A imagem na ambulância veio á cabeça de Zac lembrado de tudo.
Zac: Não… eu não acredito. – Os soluços de um choro sofrido começaram se a ouvir pelo quarto. – A tristeza estava instalada, no coração de Zac e não pretendia sair dali.
**** ****
No meio de isto tudo onde entra Vanessa? Estão curiosas, então vão acompanhando os capítulos J
Respostas aos comentários
Margarida: Na outra vez não deu para postar a segunda parte, mas agora aqui está ela; Obrigada por comentares.
Line ♥: Vocês são muito mazinhas para Amanda, mas percebo que prefiram a Vanessa; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Sim pode se ver que tiveram um violento acidente, mas o que vai acontecer? Obrigada por comentares.
♥Lais♥: Obrigada por comentares.
Edyh_2011: É esta coisa de acidentes já é um cliché nas minhas historias, mas pronto; Obrigada por me desejares as melhoras e por comentares.
Evelly: Parece que não foi preciso Vanessa terminar com o casamento…ou será? Pois, isso já é segredo; Obrigado por me desejares as melhoras e por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.

26/10/2011

Capítulo 2_1ªParte

Agradeço a todas os vossos comentários hoje estou sem tempo para agradecer a uma a uma mas fico sempre contente por  ver o vosso apoio. Obrigada;)


1ªParte...

Depois da longa viagem de barco a hora de almoço chegou. Eles almoçaram no maior silêncio, Zac parecia pensar em algo, algo bem importante, mas Amanda não ligou, ele era assim mesmo. O almoço passou e Zac meteu na cabeça em guiar um pequeno barco, Amanda ainda tentou tirar tal ideia da cabeça mas ele não foi nessa, ele queria e ia guiar um barco.
Amanda: Pelo menos estás de T-shirt. – Zac revirou os olhos com tal comentário e saltou para o barco.
Zac: Vamos? – Esticou a mão para ela.
Amanda: Tens a certeza?
Zac: Sim, confia em mim, vá, entra no barco. – Ela aceitou a mão dele, e saltou para perto de Zac que estava no maior entusiasmo. – Ok, abrir velas. – Falou para sim podo logo o barco a flutuar, pelo mar.
Amanda: Posso te fazer uma pergunta?
Zac: Claro.
Amanda: Porque tens andado tão calado, e distraído. – Ele sentou se ao lado dela e sorrio.
Zac: Estou assim por causa de um projecto.
Amanda: E que projecto é esse, o que andas a inventar, porque passas tanto tempo no laboratório?
Zac: Estou a criar, uma máquina, idêntica a um humano. – Rio pondo o barco mais veloz.

Amanda: O quê, é que dizes te? – Ele voltou a olhar para ela, e viu que não estava tão feliz como ele.
Zac: Vou criar um robô, pessoa.
Amanda: Mas como?
Zac: Ainda estou numa fase de estudos, mas se tudo continuar como tem ido, começarei com as experiências sedo.
Amanda: Não acredito…- Disse um pouco chocada. – Não achas que estás a levar a tua alcunha de Einstein demasiado a sério?
Zac: Amanda, á muito tempo que muitos cientistas sonham com isto, e eu quero passar de um sonho para a realidade. – Amanda, não disse mais nada, que podia dizer.
(»»»»)
Zac: Como foi o banho? – Perguntou depois de ela sair do banheiro, a viajem de barco, ambas tinha sido, cansativas.
Amanda: Soube me muito bem. – Foi até ele que olhava pela janela. – Uma máquina nunca vai substituir um ser humano. – Zac irritou se por ela não o apoiar.
Zac: A ideia não é bem essa. – Falou meio que zangado por ela voltar a tocar no assunto. – Senta aqui. - Pediu e ela se sentou bem perto dele. – Vamos esquecer esse assunto, pode ser?
Amanda: Por agora pode.
Zac: Estava também a pensar noutra coisa, mas para isso vou precisar de ti. – Passou a mão pela barriga de Amanda e ela teve uma noção do que ele iria dizer.
Amanda: No que tens andado a pensar?
Zac: Em termos um filho. – Amanda rio, mas não de felicidade.


Amanda: Zac, somos ainda tão novos. – Continuou a rir mas de nervosismo.
Zac: E depois? -Perguntou mas ela não respondeu. - Estou a ver. – Saio de trás dela. – Não queres estragar o teu corpo não é? – Pegou na camisa e a vestiu, estava com intenções de sair daquele quarto, para não ter que olhar para ela.
Amanda: Vê se percebes eu, sou mulher…
Zac: E eu um homem, que tem a necessidade de ter filhos, uma família, contigo. – Ela levantou se encostado se a uma parede, olhou o teto. – O que se passa?
Amanda: Apenas nunca tinha pensado nisso…
Zac: Pensa agora, vá, lá amor vamos ter um bebe. – Aproximou se beijando lhe o pescoço, ela deixou se apenas levar, mas só por momentos.

Amanda: Zac… Zac…- Falou e desviou um pouco bruta.
Zac: O que se passa?
Amanda: Queres saber, nada beija me.
Zac: Como queiras. – Como ela pediu ele fez, beijou levando até á parede, beijando lhe dês da boca até á parte favorita dela, o pescoço.

Depois de uns beijos um pouco selvagens acabaram por fazer amor, e sem protecção. Zac tinha ganho dês ta vez só desejava que ela ficasse grávida á primeira, era tão difícil convence-la a querer ter uma criança, na vida deles.
Amanda: Está a ficar tarde. – Olhou pela janela e levantou se a correr.
Zac: O que se passa, vais te transformar, com o luar? – Rio.
Amanda: Que piada; nada disso, apenas tinha marcado um passeio de helicóptero para daqui a quinze minutos, por isso levanta te e veste te. – Mais uma ordem obedecida, eles vestiram se e correrem até á pista de aviões.
Piloto: Estava a ver que não. – Disse vendo que eles chegavam.
Amanda: Desculpa o atraso, este é o meu marido Zac.
Piloto: Prazer. – Apertaram as mãos.
Zac: Está quase de noite podemos sair a estás horas?
Piloto: Não, posso fazer visitas ao céus tão tarde já que o meu horário de trabalho acabou, mas como Amanda é uma velha amigas, está tudo bem, vá entre. – Eles entraram.
Zac: De onde o conheces? – Perguntou num sussurro.
Amanda: Arranjei lhe a televisão umas vezes, ele é da Austrália, onde vivi na tempo de faculdade.
Piloto: Prontos?
Zac: Sim, acho que sim. – Ao dizer isto o helicóptero levantou, voou e como o piloto disso foram até aos céus. – Esta vista é fantástica como tu. – Abraçou mais Amanda que se aconchegou nos braços dele.
Amanda: Tu também és uma bela vista, e eu amo te, amo te, muito. – Beijou, o piloto ia metendo o nariz em tudo, sem eles repararem.
Zac: E eu, amo te, amo te, muito, mais que tu a mim. – Ficaram um tempo assim discutido que gostava mais de quem.
Piloto: Estão juntos á quanto tempo? – Perguntou interrompendo o momento dele.
Amanda: Conhecemos nos á oito anos atrás na escola.
Zac: E á dois anos decidimos casar.
Piloto: Hum…- Murmurou sem lhe dar atenção.
Zac: Passa se alguma coisa? – Perguntou vendo que ele estava nervoso e olhava muito para os ponteiros do helicóptero.
Piloto: Nada de grave o motor do helicóptero está com um pequeno problema mas nada de grave. – Ao dizer isso, Zac sentiu o helicóptero a tombar.
Amanda: O que é que se passa? – Agarrou se a Zac assustadas.
Piloto: Não é nada, mantenham se quietos. – Pediu, mas helicóptero voltou a fazer uma movimentação estranha e Amanda gritou.
Zac: Que raio se passa? - Gritou nervoso.
Piloto: O motor está com problemas e eu não estou a conseguir controlar nada disto.
Zac: O que?
Amanda: Zac. – Choramingou de medo.
Zac: Calma meu amor eu estou aqui. – Agarrou com mais força que pode para a proteger.




23/10/2011

Capítulo 1_1/2ªParte

Eu agradeço a quem comentou nas personagens, vi que gostaram, mas quanto á pergunta sobre o que é a historia; vou ter que ler cada cap, para perceber.

1ªparte...

Na escola, em todas escolas sempre existiram grupos; pessoas que comunicam e tem mais coisas em comum ou seja os grupos dos desportistas, as populares, os das artes e os nerds. Os nerds são sempre os mais afastados de tudo e de todos, muitas vezes porque nós mesmo os afastamos. Zac era assim, gozado por todos da escola. Apenas por ser inteligente a sua alcunha era Einstein. Logo a partir da primária para Zac ser inteligente era um terror. Chegando á secundária não foi muito diferente, a não ser a questão de se ter apaixonado, por Amanda. Mas ela jamais olharia para ele, apesar de ser muito inteligente, estava sempre perto dos desportistas e populares, nunca falaria sequer com ele; mal o olhava.
Fotografo: Vá, lá sorri. – Um dos dias mais horríveis da escola, as fotografias Zac odiava.
Zac: Não. – Disse em poucas palavras, já bastavam gozar com ele na cara, por fotografia era demais.
Fotografo: Mas porque?
Zac: Eu…eu tenho uma separação entre os dentes, prefiro de boca fechada. – Ao dizer tal coisa consegui ouvir os colegas de longe a rirem se; e depois ouviu o flash da máquina.

Depois de se ver livres das fotografias, foi para a sala de aulas. Pelo menos iria ter ciências, assim iria se entreter, embora fosse difícil. Os colegas estavam sempre a deitar lhe papeis em cima, muitos com cuspo. Era nojento, aos poucos e poucos Zac, ganhava raiva daquelas pessoas. Tão novas e tão más. A sua cabeça fervia, e tentava sempre esconder a face, mas naquele dia não se preocupou muito com isso. Porque alguém especial sentou se ao lado dele.
Amanda: Posso Einstein? – Zac apenas abanou a cabeça que sim, sorrido mesmo muito bobo e ela sentou se ao lado dele.
A aula decorreu e por incrível que pareça ela falou com ele, e o olhou; sorrio para ele, até marcou para fazerem trabalhos juntos.
Zac: Mais logo na minha casa? – Perguntou, ainda estava estúpido com aquela aproximação tão rápida.
Amanda: Sim.
E assim foi durante meses e meses, aproximaram se muito, estavam praticamente sempre juntos. Mas agora era uma altura decisiva para avançar. O ano lectivo terminava, e o baile se aproximava. Zac passeava com Amanda pelo grande jardim da sua grande casa e ganhava coragem para o pedido. Mas ele tinha medo, se ela disse se que não? Mas não interessa, era agora.
Zac: Amanda? – Parou de repente e pegou nas mãos dela.
Amanda: Diz, o que se passa? – Ele engoliu mais uma vez seco e colocou um dos joelhos no chão.
Zac: Eu quero te perguntar…
Amanda: Sim, e u vou ao baile contigo. – Sorrio e ele se levantou.
Zac: Como sabes que eu iria perguntar isso?
Amanda: Não sou idiota, tu estás apaixonado por mim…- Levou as mãos ao pescoço dele. – E eu por ti. – Beijou por um tempo, e quando parou Zac quase que caio para o lado mas aguentou-se.
Zac: Uau. – Foi a única coisa que consegui dizer.
Amanda: Estás bem?
Zac: Sim, mas porque… o Chace é mais bonito que eu. – Amanda lhe tapou a boca.
Amanda: O Chace é um idiota, não importa, eu prefiro te a ti, porque é muito mais, tanto por fora como por dentro. – Mais uma vez uma pequena aragem fez balançar Zac.
Zac: Queres namorar, comigo? – Disse repentino, do nada, mas a resposta foi agradável.
Amanda: Claro. – Voltou agarrar e beijou mais uma vez.
A partir de ai nasceu um amor que foi evoluindo de anos para anos. Mesmo depois de cada um ir para uma Universidade diferente nãos se esqueceram do seu amor, e ao reencontrar se decidiram casar. Hoje em dia Amanda é mulher de Zac, são ambos felizes. Vivem na mesma casa partilha o mesmo amor e que amor. Foram anos de sonhos. O pior era a realidade que estava para vir.
2ª parte...
15 de Outubro; passaram oito anos dês de que Zac e Amanda se conheceram, passaram dois anos dês de que casaram. Mas mesmo tendo passado tanto tempo, continuavam amar se incondicionalmente. Para eles só eles e a ciência, existia, nada mais interessava. Apesar das pequenas brigas não consegui estar separados, nem na hora de acordar. Essa era a hora preferida de Zac, acordar agarrado Amanda.
Zac: Bom dia. – Sorrio beijando a testa da esposa.
Amanda: Bom dia. – Levantou se da cama colocando se na frente da mesma. – Tenho uma surpresa. – Anunciou entusiasmada.
Zac: Tão cedo? – Perguntou no meio de um bocejo, era sete da manhã, e eles estavam de férias.
Amanda: Vá lá amor, vamos aproveitar, estás pequenas férias, chegamos ontem ao Havai e ainda não fizemos nada. – Ele colocou se de joelhos na cama e a puxou para cima dele.
Zac: Como assim não fizemos nada, e a noite de ontem? – Mordeu, lhe o pescoço, fazendo a rir.
Amanda: Não precisamos de estar no Havai para fazer esse tipo de coisa. – Beijou os lábios dele.













Mas logo de seguida fugiu dele, abrindo as janelas, fazendo aquela luz forte entrar.
Zac: Meus olhos. – Tampou a cara com almofada mas logo Amanda fez questão de a tirar, para ele a olhar.
Amanda: Devias apanhar mais sol; mas pronto batendo no mesmo ponto, eu quero ir dar um passeio de barco. – Voltou a saltar para cima da cama.
Zac: Vai. – Virou costas e fechou os olhos.
Amanda: Estúpido. – Bateu em Zac. – Tu vais comigo, já chega estares trancado no teu escritório enquanto estamos em casa.
Zac: Pronto tudo bem, eu vou contigo, mas só se me deres um beijo. – Ela chegou perto e deu lhe um pequeno beijo.
Amanda: Agora vai tomar banho, espero por ti lá em baixo no bar para tomarmos o pequeno-almoço.
Como é praticamente sempre Amanda a mandar Zac fez o que ela pediu, tomou banho vestiu se e foi ter com ela para p pequeno-almoço. Que foi um pouco chato, Amanda as vezes, era uma tagarela, já Zac era mais silencioso e observador. Mas neste momento Amanda não gostava de ver o que ele estava a observar.














Amanda: Para onde é que estás a olhar? – Disse furiosa Zac olhou logo para ela, vermelho de vergonha.
Zac: Eu…eu. - Começou gaguejado. – Estava a olhar para o mar. – Mentiu, levando o copo de sumo á boca, para ver se aquele calor dos nervos lhe passava.
Amanda: Pois claro, mentiroso. – Cruzou os braços encostando se á cadeira.
Zac: Não fiques assim amor eu amo te.
Amanda: Dês da vez passa, mas vai mudar de roupa. – Ordenou mais uma vez.
Zac: Porque o que tem a minha roupa? - Olhou para si.
Amanda: Querido estamos no sítio tropical, e tu estás de casaco.
Zac: Mas sabes como eu sou…
Amanda: Uma pessoa exageradamente friorenta, eu sei, mas não vais assim para o barco, vai te mudar. – Ele levantou se sem reclamar e foi trocar de roupa.
Quando saio do hotel foi direito ao barco que tinha algumas pessoas, e a tal rapariga para quem á pouco ele olhava também estava lá. E Amanda já tinha reparado nela, por isso a comia com os olhos.
Zac: Voltei. – Agarrou por detrás e o barco foi para o mar.
Amanda: Não estas de casaco, mas continuas com uma blusa, e tem capuz. – Ele beijou a só para a calar.
Zac: Vá lá não reclames, ate estou e branco a cor que tu tanto gostas.
Amanda: Tudo bem já parei; já reparaste, que está aqui?
Zac: Quem?
Amanda: A rapariga para que á pouco olhavas.
Zac: Olhei só por olhar; Amanda meu amor eu só tenho olhos para ti. – E com tais palavras veio mais um beijo, para ver se ele esquecia aquele assunto.











O resto da viagem foi assim, eles estava no maior love, até se esqueceram da morena.















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Já deu para ver quem veste as calças, deixei vos curiosas, ou nem por isso?