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17/05/2012

Capítulo 40


Zac voltou para o seu quarto tentando acalmar se da ideia que Vanessa podia estar a ter algo com Ian, para ele isso era uma hipótese impossível, tudo bem que ele estava ali com Amanda. Mas não queria Vanessa com outro na sua cabeça essa ideia não se encaixava.
Amanda: Estás ai assim de pé? – Perguntou num grande bocejo enquanto tentava levantar-se da cama.
Zac: Se é o que os teus olhos vêm. – Respondeu no meio da sua grosseira enquanto arrumava as malas.
Amanda: O que se passa? – Aproximou se abraçando por detrás descansou a sua cabeça nas costas dele.
Zac: Nada, não se passa nada. – Continuo entre as roupas que dobrava, ele tinha que, ser noivo, seu amante, seu empregado, seu multibanco, tinha que ser sempre ele a tratar de tudo, porque Amanda não mexia um dedo. – Descansas-te tudo? – Afastou se dela, começando a despir a blusa para dormir mais um pouco.
Amanda: Sim! – Estranhou a sua atitude parecia uma pessoa totalmente diferente. – Mas e tu?
Zac: Descansei muito pouco. – Caio na almofada tentando relaxar todos os seus músculos, e o nervo miudinho que o irritava.
Amanda: Tu estás mesmo estranho. – Subi-o na cama sentando se no colo dele. – Vá lá diz me o que se passa. – Pediu, massageados os peitorais dele que cada vez ficava mais no sitio; mas Zac estava tão nervoso que nem sentia as mãos dela, não sabia como dizer que Vanessa estava ali; talvez era só dizer e pronto.
Zac: A Vanessa trabalha aqui. – Disse de pronto não sendo tão bom como ele podia imaginar para si.
Amanda: O que é que tu me acabas-te de dizer? – Perguntou no meio de trincar de dentes saindo de cima dele.
Zac: Foi precisamente isso que tu ouviste. – Se sentou na cama, podendo ver Amanda de uma lado para o outro que nem louca.
Amanda: Eu não acredito…- Fechou as suas mãos em punhos com toda a ira que circulava pelo seu sague naquele momento.
Zac: Esquece…- Correu para detrás dela e abraçou. – Não te preocupes, ela não incomodara, nada mudara…
Amanda: Já mudou. – Saio do abraço dele, tentando se manter serena o que não estava. – Dá para ver pela tua cara.
Zac: Não isso é mentira. – Tentou ser o mais convincente possível, mas não conseguia, mentiroso estava a ser ele naquele momento, não queria magoar Amanda mas Vanessa era Vanessa e não tinha como tirar de sua cabeça, ou de seu coração.
Amanda: Prova me isso? – Agarrou na cabeça dele e começou a beija-lo com desejo; e ele? Apenas seguia os movimentos dela.
Zac: Porque desta maneira? – Ela o empurrou para a cama no meio da sua pergunta, ela era perfeita de corpo, e ele não era de ferro.
Amanda: Porque é a melhor delas todas. – Riu arrancando-lhe as calças logo saltou de volta em cima dele.
Zac: Não sei se devemos…- Rolou para sair da cama, mas ela não deixou que ele se, afasta-se mais dela.
Amanda: És meu marido…- Sentou de novo em cima dele, para ele não poder fugir dali. – Sim nós devemos e podemos o fazer. – Beijou novamente com fulgor, Zac se deixou levar as mãos começaram a passar pelo corpo da mulher despindo-a.
O dia foi passado Vanessa não teve mais capacidades de ir trabalhar e pediu a um dos seus colegas para a substituir. Ian que achou estranho e como ficou preocupado correu para estar ao lado de Vanessa e passou o dia ao seu lado; ambos estavam na cama, deitados mas apenas se olhavam por horas sem dizerem nada.
Ian: Mais calma? – Passou a mão pelas bochechas quentes de Vanessa.
Vanessa: Sim. – Fechou os olhos com o toque doce. – E não te quero mais chatear ocupar o teu tempo, podes ir.
Ian: Tu não ocupas meu tempo, eu amo estar ao teu lado. – Mostrou os seus dentes brancos para Vanessa que achava se estar a derreter com ele cada vez mais, mas nunca sentira aquilo a não ser naquele momento. – Tu não me chateias nada mesmo, deita aqui. – Pediu batendo no seu peito e ela deitou, ficando com a sua ponta do nariz encostada na dele.
Vanessa: Tão bom, ter um amigo como tu. – Roçou o nariz no dele passado o braço em volta de seu corpo o apertou.
Ian: Se os amigos não servissem para as coisas más como são para as boas, então não eramos amigos. – Beijou a testa dela, e Vanessa adorou, não sabia o porque, talvez estava sensível e apenas precisava de caricias, e as dele era doces e amáveis.
Vanessa: Tu és maravilhoso, mesmo. – Aproximou a sua boca da dele, acabando mesmo por o beijar.
Ian: Vanessa…- Sussurrou saindo debaixo dela.
Vanessa: O que se passa? – Perguntou pela atitude dele algo que ela não tinha gostado, estava se a sentir totalmente estupida por se ter atirado de cabeça. – É pela barriga, é por estar gravida é isso? - Se olhou ao espelho com vontade de chorar pela imagem, Ian correu até ela e abraçou de lado.
Ian: Não é nada disso…- Pegou a cara dela beijando a toda. – Eu não quero que me vejas dessa maneira.
Vanessa: Que maneira? Eu não entendo. – Saio de perto dele, sentido se cada vez mais idiota, nunca tinha levando tão grande tampa.
Ian: Eu não sou, o que sou contigo para te levar para a cama…eu quero que entendas que eu gosto mesmo de ti como um amigo. – Sorriu meigo e Vanessa cada vez se sentia pior. – E não quero que não sintas obrigação de me beijar só pelo que eu faço ou digo… e miúda. – Agarrou as mãos dela. – Eu sou teu amigo, sempre te amarei. – Dito isto abraçou com força, sim ele gostara do beijo, mas sabia que ela gostava era de Zac, e não ia fazer com que ela estragasse tudo por a sua sensibilidade estar em alta.
Vanessa: Desculpa…sinto me tão mal com tudo isto. – Limpou as lagrimas que rápido começara a descer pelo rosto.
Ian: Não sintas. – Sentou se na cama, puxado a para seu colo. – Admito que quando estudávamos juntos eu senti uma valente paixão por ti. – Ela riu lembrava-se que ele tinha dito tentativas fracassadas de se atirar a ela, mas naquela época não era como é hoje, era mais calminho sem jeito para mulheres. – Mas tu só tinhas olhos para aquele idiota do teu namorado. – Franziu o senho nunca que gostou de Austin e para sua felicidade tinha acabado.
Vanessa: Esses tempos já lá vão, graças. – Riu quando ele a puxara atrás dele para se deitar na cama.
Ian: Ainda bem. – Desviou o cabelo dela para detrás das suas orelhas, em cima de si ele podia perceber que estava mais pesada que o normal, tanto que quando fez uma careta Vanessa saio de cima dele. – Ele era aquilo que podemos chamar de uma verdadeira perseguição; mas pronto era isso que eu queria que entendesses apesar de tudo, o que se passa e passou sou teu amigo e não precisa de me beijar… bem acho melhor mudar de assunto. – Olhou o tento branco não querendo mais continuar com o que incomodava.
Vanessa: E para qual? – Puxou o queixo dele para a olhar.
Ian: Está noite haverá uma festa lá em baixo, primeiro um jantar e depois algo cheio de musica e diversão… e está noite tu não me escapas. – Saltou da cama abrindo o closet, para ver os vestidos dela. – Vais vir comigo. – Atirou um vestido branco para cima da cama, ela riu pelo seu bom gosto.
Vanessa: Sabes, eu não sei, Zac pode lá estar e eu não quero…
Ian: Esquece o Zac, vamos nos divertir por nossa conta, andas demasiado triste para o meu gosto, e acredita que um sorriso fica melhor na tua cara linda. – Vanessa suspirou com um desejo espontâneo de o beijar quase que podia ter perdido amizade dele que era preciosa, naquele momento ela agradecia por Ian ser tão compreensivo.
Ian: Não me faças, estás desfeita. – Caio de joelhos e lhe implorou.
Vanessa: Deixa-me ver.- Deu lhe de costas indo até á janela. – Tudo bem, acho que pode ser.
Ian: Uau que entusiasmos. – Ironizou se aproximando dela, que veria algo interessante pelos modos como olhava.
Vanessa: Ele está diferente, sem a sua barba o cabelo maior, o corpo mais treinado, mas ao mesmo tempo mais magro.

Ian: Tu o amas mesmo não é? – Olhou para a cara dela, os olhos brilhava só de o ver ao longe.
Vanessa: O que é que importa se eu o amo ou não? – Saio de perto da janela para não o olhara mais, na verdade pode reparar que Amanda o esperava na tolha e começar a ver os seus beijos e carinhos não era o que mais desejava.
Ian: Isso importa muito…- Puxou de volta para se sentar na cama, ela ficou branca tão rapidamente que Ian se assustou. - Não o devias deixar fugir. – Avisou entrega-lhe uma água fresca. – Daria para ver desde Marte que ele também ama-te. – Vanessa não queria mas acabou por sorrir ao pensar nessa possibilidade.
Vanessa: Ele tem uma mulher, com quem tem um filho, que pelas minhas contas já nasceu. – Levou de novo a garrafa á boca fazendo as cotas pela milésima vez, todos os dias se lembrava que por está altura ele teria uma criança que corria pela sua casa chamando lhe de pai.
Ian: Tudo bem; mas e depois? – Perguntou irritando queria que ela fosse feliz e que corresse por essa felicidade naquele caso Zac. – Um bebe ou melhor um filho não deve ser desculpas para se ficar com alguém, se os pais não forem felizes devias saber que os filhos também nunca o serão.
Vanessa: Zac está bem…- Tentou calar a boca de Ian ele dizia demasiadas verdades, que a faziam pensar.
Ian: Achas mesmo que ele está bem? Ele ama te e está longe de ti…
Vanessa: A nossa felicidade não deve depender de ninguém. – Deu lhe costas novamente tentado escapar ao assunto.
Ian: Tu andas a ler frases no faceboock é isso? – Perguntou fazendo a rir. – Vá lá, no amor não existem expressões nem declarações, o amor não é certo nem errado apenas é…é o que sentes e o que vives, e se queres saber sim a felicidade depende de uma pessoa, de ti mesma; os outros apenas ajudam…muito.
Vanessa: És um amor. – Beijou lhe a cara contendo se para não lhe apertar aquelas bochechas. – Tu dizes coisas certas nas horas certas; mas eu estou muito mesmo muito confusa e preciso de pensar bem no que tenho que fazer. – Levou a mão á sua barriga era uma decisão por dois, tinha eu ser consciente.
Ian: Não tenhas medo, e para de pensar, apenas que tudo se lixe. – Deu de ombros como se fosse tudo fácil assim como ele dizia. – Tu tens um filho, pensa como ele sentirá sem um pai, nisso sim devias pensar e pensar muito. – Passou a mão pela barriga dela, adorava cada vez que lhe tocava podia sentir um pontapé.
Vanessa: Só pode ser uma menina para pular dessa maneira quando tocas na minha barriga. – Riu junto com Ian. – Mas devias saber que não é uma decisão fácil, sim eu tenho medo de tudo para mais para o meu filho, e não sei mesmo o que fazer.
Ian: Tu arrependes por o ter enganado certo? – Vanessa o olhou de lado só pela pergunta.
Vanessa: É óbvio que sim, se o arrependimento mata-se eu estava esticada no chão…
Ian: Precisamente, ele te perdoou por isso porque tinhas motivos e ele entende-os, mas imagina que descobre que lhe escondes um filho, ele pode se virar contra ti, por lhe esconderes algo tão importante. – Falou pensado de todas as maneiras para a convencer a falar com Zac, o problema é que Vanessa consegui-a ser demasiado casmurra.
Vanessa: Não sei. – Ian revirou os olhos pela resposta, que era sempre a mesma.
Ian: Tu tens que ter uma longa conversa com ele, talvez com os beijos pelo meio…Au. – Gritou ao Vanessa lhe bater.
Vanessa: Ok, ok tu convenceste-me, antes de ele ir embora eu terei uma conversa com ele. – Não era bem o que Ian queria ouvir, antes de Zac ir embora seria quando ele iria entrou no táxi mesmo só para a conversa não ser longa, ele conhecia Vanessa e tinha que lhe mudar as voltas.
Ian: Estava a ver que não era hoje que te convencia. – Reclamou olhando o relógio. – Tenho que ir, coisas para fazer uma festa para organizar, mas falando nisso descansa e prepara-te, longo as oito, estarei no corredor em frente da tua porta te esperando, a menina ouviu? – Perguntou se um modo, para a forçar mesmo a ir.
Vanessa: Eu lá estarei. – Disse sem grandes vontades.
Ian: Não te esqueças disso. – Beijou lhe as bochechas e saio a correr, Vanessa estranhou a grande pressa tão de repente.
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Obrigada por comentarem, e lerem.

11/05/2012

Capítulo 39


Dois dias se tinham passado,  já Zac e Amanda chegavam á Ilha, depois do avião descer apanharam um táxi e esperaram chegar ao hotel. O hotel melhor que podia haver por ali, continha tudo que Zac achava Amanda ter direito, sim porque ele estava ali por ela e não por ele, ele nem apreciava viajar.
Amanda: Que enorme viaje, nunca pensei que fosse tão cansativo. – Falou encostado a cabeça no ombro do marido.
Zac: Verdade mais dez horas de voo. – Relembrou sentido seu olhos pesados e sentido seu corpo a desfazer-se de cansaço. – A primeira coisa que eu fizer quando chegar ao hotel, e vir aquela cama fofa é cair duro nela…e dormir e dormir. – Fechou os olhos, já imaginado a situação. – E tu vais fazer o mesmo, precisas de descansar. – Disse numa ordem, daquelas que já alguns dias não lhe costumava dar.
Amanda: Sim claro. – Afundou a cabeça mais no ombro dele, tinha dormido toda a viaje, não estava tão cansada assim, mas quanto mais fingisse mais ela acreditava poder ganhar com isso, ela gostava que ele senti se pena dela, porque assim ele teria a seus pés, apenas para ver um sorriso em seus lábios. – Mas é que hotel é que vamos ficar mesmo? – Perguntou com medo do que acreditava ser o mau gosto de Zac, apesar de rico, ele era bem agarrado ao dinheiro raras eram as vezes que conseguia convence-lo a ficar em hotéis que contivesse estrelas.
Zac: No melhor que está ilha pode ter para oferecer. – Ela sorriu ao ouvir a resposta, aquilo era uma das mais confirmações que ele tinha a coleira e que era ela que mandava. – É perfeito, por várias razões…tem muitas coisas para os hóspedes poderem fazer; as refeições são exóticas as noites são de festa, e durante do dias á tua escolha podes ter aventuras radicais ou passa-los num spa.
Amanda: Uau. – Falou estado realmente surpreendida. – Que empenho o teu; é bom ver que o teu amor por mim é maior que tudo. – Zac virou a cara para a janela abrindo os olhos, ele não tinha como responder ao que ela acabara de dizer, a intenção era talvez saírem dali como um casal, mas o sentimento já não era o mesmo como antigamente, ele não sabia até que ponto estava certo, quere renovar seu casamento.
Taxista: Chegamos. – Informou para alegria de Zac, assim ela esqueceria o que tinha dito antes, ele nem tinha que responder a isso; quando o carro de fato parou ele saltou do táxi e retirou as malas, entrando dentro do hotel.
Zac: Tenho as reservas feitas, mas pode demorar, senta te ai já volto. – Pediu, e Amanda apenas se sentou num daqueles confortáveis sofás, ela amava mesmo não fazer nada; enquanto isso Zac dirigia se ao balcão, onde estava uma rapariga sentada bastante distraída com o computador. – Desculpe. – Disse chamando a morena que levantara a cabeça olhando-o. – Vanessa? – Perguntou, ele só podia estar a dormir o sono e cansaço era tanto que ele já teria tendo alucinações.
Vanessa: O que é que tu fazes aqui? – Pergunta estando chocada com a situação, tentou esconder mais um pouco a barriga entre o balcão e Zac.
Zac: O que fazes tu aqui? – Olhou apenas a cara e ombros o resto do corpo mal se via parecia que ela cada vez se baixava mais, algo que ele estranhou, e sentiu pena tinha saudades de a ver de cima a baixo apenas para relembrar bem como era o corpo dela.
Vanessa: Eu perguntei primeiro. – Falou chamando atenção dele, sentiu se meio que envergonha ao ver a maneira como ele a apreciava.
Zac: Bem…- Riu nervoso olhando para trás onde estava Amanda de costas para ali. – Eu vim com Amanda, numa viajem…
Vanessa: Percebo. – Interrompeu antes que ele pudesse começar a dar alguma explicação, explicação que ela não queria ouvir, apenas queria despachar aquilo para que sumisse da sua frente. – Uma segunda lua-de-mel sempre faz bem aos votos do casamento. – Riu de lado para ele, tentando ficar mais profissional possível. – Fez reserva?
Zac: Sim, eu telefonei mas foi um rapaz que atendeu. – Vanessa acenou que sim e virou se de volta para o monitor do computador.
Vanessa: Teria sido o meu colega de, certo. – Sussurrou procurando pelo nome.
Zac: Mas e…o que estás aqui a fazer? – Perguntou e demorou para ouvir uma resposta.
Vanessa: Eu pensava que teria dado a perceber que estou a trabalhar. – Olhou para ele e riu de lado, ele sentiu imbecil pela pergunta.
Zac: Pois…mas como estás; está tudo bem? – Voltou a perguntar e Vanessa bufou pelo nervosismo que a voz dele lhe causava.
Vanessa: Comigo está tudo perfeito; mas e aqui está a chave do quarto 4ª andar segunda porta á direita. – Informou esticando o braço para entregar a chave mas quando a ponta dos dedos tocou nos dela ambos levaram um choc deixando cair a chave. – Isso doeu um pouco, mas toma. – Falou ignorando colocou a chave no balcão e esperou que eles as pegasse e saísse dali.
Zac: Ok…- Sai indo até Amanda, tentado até que ambas não se vissem, embora Vanessa já soubesse que ela ali estivesse preferia assim, um contacto visual algo mais físico poderia ser muito mau, e nesta altura nem ele sabia como agir, com as duas ali, ele nem sabia se devia estar feliz ou triste com o encontro, pela maneira como ela o tratara.
Ian: Aquele é que eu penso, que ele é? – Perguntou fazendo Vanessa dar um salto da sua cadeira.
Vanessa: O senhor Zac Efron. – Disse se levantado ao ver que ele já estava fora de vista.
Ian: Estás bem? – Passou a mão pela grande barriga dela, tão grande que ela nem sabia como a ia esconder estes dias.
Vanessa: Não, nem por isso. – Caio nos braços do amigo sentido ser abraçada fortemente, o que era bastante confortável para aquilo que ela estava a sentir. – O mundo é enorme e ele tinha que vir precisamente para aqui, e para este hotel? – Bufou revoltada com o mundo pela situação.
Ian: Ele viu a tua barriga? - Olhou para baixo estava mesmo grande, era demasiado complicado esconde-la por semanas.
Vanessa: Eu quase que me pus debaixo do balcão. – Riu com a sua atitude. – Ele não viu nada, não.
Ian: Ele vai estar aqui, ele vai descobrir…
Vanessa: Não me precisas mostrar as evidências. – Reclamou com o seu mau humor de ultimamente, Vanessa gravida era quase que um ser insuportável de aturar, muito sensível e arrogante ao mesmo tempo, mas Ian ia aguentando tudo, já que era amigo e até lhe dava alguma piada.
Ian: Que feitio. – Sussurrou para si. – Ok, ok desculpa minha ignorância.
Vanessa: Eu que peço sei que tenho estado insuportável, e para mais a presença dele me deixou nervosa…a dele e a de Amanda. – Pesou para si tudo o que eles podiam fazer no quarto além de enjoos lhe deu uma enorme vontade de chorar.
Ian: Estou a ver; veio com a morta viva. – Riu mas depois de ver a cara de Vanessa logo parou. – Tudo vai ficar bem.
Vanessa: Mas porque aqui? – Perguntou se de volta, não entendi como aquilo podia estar acontecer, era demasiadas coincidências, ela a querer fugir e ele aparecer por todos os lados, parecia não ter nenhum tipo de escapatória.
Amanda: O que passa contigo? Estás tão pálido. – Relaxou na cama enquanto Zac arrumava as malas.
Zac: Não se passa nada, estou cansado apenas. – Bocejou esfregando os olhos, dava tudo para se deitar, mas queria arrumar as roupas antes.
Amanda: Deita te aqui então. – Bateu de leve na cama. – Depois arrumas isso. – Zac revirou os olhos, ele a pensar que ela iria dizer que acabaria de arrumar ela as malas, mas eram bom de mais para ser verdade; mas não quis saber foi para a cama e caio nela.
Zac: Amanda…- Empurrou de leve para trás sentido que a língua dela passava pela sua orelha.
Amanda: Que foi? – Perguntou quase que no meio de um grito, irritada por ele a ter afastado.
Zac: Nada. – Falou calmo por fora mas sentido se tenso por dentro. – Mas é que eu estou muito, mesmo muito cansado. – Riu amarelo voltando encostar a cabeça na almofada. – E também me doía a cabeça, dói me horrores. – Queixou-se virando lhe as costas.
Amanda: Eu entendo. – Disse sem realmente perceber, mas mostrou-se compreensiva fazendo algumas festas nas costas. – Descansa. – Falou caindo também na cama, em menos, de nada, estavam ambos a dormir, e sem por darem por isso passou a noite completa; Zac foi o primeiro a perceber que tinha acordado num novo dia.
Zac: Sete da manhã. – Sussurrou olhando o relógio de pulso. – E eu que queria dormir apenas uma duas horas. – Retirou com cuidado Amanda de cima de si, e foi tomar um banho rápido; quando viu que estava pronto saio sorrateiramente pela porta indo de volta até ao balcão. – Olá. – Disse para Vanessa que se assustou não se habituara com a presença dele ainda.
Vanessa: Olá, precisas de alguma coisa? – Perguntou ao ver que os olhos dele caiam em Ian que saia deixando os a sós.
Zac: Quem é ele? – Olhou serio para ela, relembrando que minutos antes dele estar ali, Ian estava quase em cima dela.
Vanessa: É o meu patrão…
Zac: Patrão? – Riu. – E eles por aqui costumam agarrar assim todas as empregadas? – Falou ofendendo Vanessa que só teve vontade de lhe dar um estalo, mas se conteve respirou fundo e voltou a sorrir como se ele fosse um hóspede normal, que não conhecia, nem queria conhecer.
Vanessa: Zac…digo, o que é que o senhor quer mesmo? – Meteu o sorriso mais falso que podia ter e perguntou exausta.
Zac: Eu não quero nada, a não ser sair daqui mais unido á minha mulher. – Sorriu para ela, magoado a, e a sua intenção era essa, depois de ter um ataque de ciúmes ao ver Ian em cima da Vanessa tinha planeado trata-la abaixo de cão.
Vanessa: E porque é que me estás a dizer isso? – Perguntou, tentando conter as lagrimas, imaginar vezes sem conta ele beijar Amanda dormir com ela, era como espetar navalhas no seu coração, causava uma dor insuportável.
Zac: Por nada. – Disse grosso olhando em roda com dêstem. – Queria apenas verificar se este hotel está em condições para isso.
Vanessa: Já aqui passou uma noite; não teve já provas disso? Se não lhe agradou sempre pode ir embora. – Falou com raiva, acabara de entrar numa guerra absurda com Zac, ele lançaria pedras ela, pedregulhos sem dó nem piadade.
Zac: Com esse teu humor, apenas vais afugentar os clientes…
Vanessa: Cala-te. – Gritou levantando se, ficou quase que em cima dele. Zac logo parou onde estava apenas olhou para baixo, Vanessa já sabia onde aquele olhar iria cair, seria nada mais nada menos que na sua barriga.
Zac: O que…- Apontou, enquanto ela voltava a se compor. – Que se passou com a tua barriga?
Vanessa: Adivinha, engoli uma bola de basquete. – Riu, e ele suspirou não tirando os olhos da barriga dela. – Que te parece?
Zac: Tu estas…
Vanessa: Gravida. – Terminou por ele, com a mesma expressão que teve no dia que ele ali chegou, séria e fria; Zac todos os dias tentava acreditar que ela o amava, mas parecia haver provas em contrário, ela o tratava mal, e agora estava gravida de um homem, do seu chefe tinha ele certezas.
Zac: Mas como? – Fez questão de perguntar, queria saber o que se tem passado nos últimos meses com ela.
Vanessa: Então Zac, como? Foi a cegonha. – Ironizou, ela estava mesmo difícil e ele farto, acreditava que apenas estava a gozar com a cara dele, ele começava, acreditar que ela a única coisa que fez foi gozar com a cara dele; mas pelo outro lado ela assumiu seus erros, dizia ama-lo, e ele já não sabia em que acreditar, queria respostas mas ela não lhe as dava.
Zac: Sabes que não era isso que eu estava a perguntar…- Foi interrompido por um rapaz que aparecera para ocupar espaço de Vanessa.
Vanessa: Hora de folga. – Disse saindo detrás do balcão tentou sair dali mas ele não deixou.
Zac: Quem é, me diz quem é o pai da criança? – Apertou mais um pouco o braço dela, ainda havia esperanças talvez de ele ser o pai, mas ele apenas estiveram uma vez juntos, mas podia ser bem possível, ele ainda podia ser o pai daquele filho.
Vanessa: Solta-me. - Se soltou sentido se demasiado pressionada, primeiro pela presença dele e agora pelas suas perguntas e atitudes. – Eu não quero nem posso, na verdade não tenho capacidades de falar nesse assunto agora.
Zac: O quê; mas porque? – Perguntou desconfiando, ele nem sabia de quantos meses ela estava gravida, havia sim hipóteses de ele ser o pai daquela criança, pensado seriamente no assunto, mas no entanto podia ser o outro tipo de olhos azuis…ele precisava saber.
Ian: A solte. – Falou empurrando Zac para metros de distância dela.
Zac: Senão? – Fez peito ao perguntar, ele podia levar grandes socos, mas teria todo o gosto de também socar Ian.
Ian: Será expulso do hotel. – Ameaçou, Zac olhou ao longe para Vanessa, ele não podia ficar longe dela naquele momento, por isso decidiu sair dali antes que algo pior acontece-se. – O que se passou aqui, porque ele te estava agarrar…estás bem?
Vanessa: Se antes eu estava mal eu agora passei para péssima. – Passou a mão pela barriga. – Ele descobriu.
Ian: Ele e a mulher…- Disse fazendo a palavra “mulher ecoar na cabeça de Vanessa”. – Vão ficar umas duas semanas, mas tu estás quase a entrar em licença de parto, por isso se quiseres eu posso dar um jeito e fazer com que isso aconteça mais cedo.
Vanessa: Não será necessário, és muito gentil, mas eu tenho que parar de fugir dele…
Ian: Sim até porque lhe vais ter contar que ele é o pai dessa criança, coisa que parece mesmo que ele não se apercebeu disso. – Vanessa riu o Zac tinha sido sempre tão distraído, que mal percebeu que ela gostara dele dês do primeiro dia que o vira, embora o tenha achado maluquinho mesmo.
Vanessa: Contar que ele é o pai…pois eu depois faço isso…
Ian: Vanessa. – Chamou atenção, achando que ela estaria errando escondendo a gravides.
Vanessa: Bem eu vou, indo preciso de descansar, tchau. – Disse apenas saindo para o seu quarto.

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Este que não foi dos melhores encontros que se podia ter imaginado, porque além de confusos ambos estão receosos, pouco tempo passou mas na vida deles muitas coisas mudou. Espero que tenho gostando aqui o cap. Eu agradeço muito por comentarem e lerem minhas hoistorias.

01/05/2012

Capítulo 38


Na Ilha já Vanessa tinha conhecido o quarto onde iria ficar grande e confortável, o espaço mais que necessário para ela até poder alugar um pequeno apartamento, onde ficaria com seu filho. O descanso não foi muito, tomou um pequeno banho e desceu até ao restaurante do amigo onde poderiam conversar, e fazer um pequeno lanche.
Ian: Ainda bem que vieste para cá! – Sorriu para ela enquanto o empregado os servia.
Vanessa: Tenho te agradecer o teu convite, muito gentil da tua parte. – Sorriu de lado, e encostou a cabeça cansada á mão.
Ian: Sei pelo que estás a passar e sou teu amigo. – Pegou na mão dela, e acariciou. – Quero-te ajudar, em tudo que eu possa.
Vanessa: Agradeço te mesmo muito sabes. – Retirou a mão dos lábios dele. – Mas já fizeste muito, a dar me um emprego aqui, mas sabes como eu sou, eu não gosto de favores, e na verdade não quero este emprego se não tiver qualidades para isso.
Ian: Vanessa fizeste uma viajem tão longa e ainda estar a pensar nisso? – Criticou um pouco pela sua atitude meio infantil. – Faz me um favor, para de ser tão orgulhosa, tu estudaste tiras te vários cursos és boa a falar com as pessoas, e além do mais sabes Inglês, Francês, Português e Espanhol és ótima para este emprego.
Vanessa: Ok, ok tudo bem, desculpas estar a reclamar…
Ian: Nada disso. – A parou rindo. – Afinal quem não conhece orgulho de Vanessa Hudgens.
Vanessa: Depois do que fiz a Zac, ninguém diria que meu orgulho é assim tão grande quanto isso. – Lamentou e lamentaria aquele erro para o resto da sua vida, foi a maior asneira que poderia ter feito, e não podia voltar atrás, apenas aceitar as consequências
Ian: Eu sei o que se passou é verdade que agiste mal, mas foi tudo pelo teu pai pelo amor que lhe tens…
Vanessa: Tu és um amor de pessoa, mas não tentes dar desculpas para os meus erros. – Pediu seriamente, parecia que preferia que a crucificassem, não queria o perder de ninguém, porque ela não se perdoava, pisou alguém, na verdade quase que pisou o coração de alguém para ter o que queria, e na verdade no fim não teve mesmo foi nada.
Ian: É com ele que aprendemos, minha querida amiga mas devias saber que até morrer sempre vamos errar, para depois aprender e crescermos…mas mudando agora de assunto, como está o teu bebe; sabes que não pode haver filho de pai incógnito, essa criança vai ter que ter um pai na hora do nascimento. – Avisou revirando todas as leis antes dela chegar, não tinha intenções mas se fosse preciso ele daria nome aquela criança.
Vanessa: Sim eu sei disso, e o Zac ai dar o nome a esta criança. – Falou com tantas certezas que Ian ficou até surpreendido.
Ian: Quando pensas em contar lhe da tua gravidez? – Perguntou curioso, ela estava noutro país, iria ligar para Zac e dizer “Estou gravida vêm até ao Brasil para dares um nome a meu filho”? Isso era pouco logico da parte dela que parecia estar exausta e sem saber na verdade o que pensar e como agir.
Vanessa: Vou esperar pelo fim da gravidez e então depois lhe conto. – Sorriu de lado, levando alguma comida á boca.
Ian: Certo, não me vou intrometer nisso, mas se precisares de alguma coisa sabes que comigo podes contar.
Algum tempo se passou, Vanessa começara a trabalhar detrás do balcão do hotel onde recebia os pedidos dos quartos, pagava bem, tinha onde morar o que ajudava bastante; embora a sua barriga tivesse já bem crescida e seus movimentos ficassem mais complicados. Já de volta a Califórnia depois do aborto de Amanda ela nunca mais saio de seu quarto criando seu drama, de dizendo que tinha uma depressão. Ashley considerava tudo uma grande fita a mãe de Zac também, mas ele não quis ouvir apenas ficou ao lado dela, não dormia no mesmo quarto mal se via, mas Amanda e a sua grande “tristeza “sempre consegui o que queriam.
**** Ligação ****
Amanda: Já passou tanto tempo, está difícil para mim continuar a fingir, acho que começo a ficar com mofo só de estar neste quarto, nem das janelas tenho visto a luz já que a cortina impede toda ela de entrar. – Suspirou falando com a única amiga que sabia daquela mentira toda.
Lilly: Se está assim tão difícil tornas as coisas fáceis, e para com essa situação deprê. – Falou do outro lado da linha enquanto mascava a sua pastinha e olhava para as suas unhas vendo se encontrava o mínimo defeito nelas.
Amanda: Eu não posso parar, não agora que Zac sente pena de mim, eu tenho que continuar com isto…eu acho que o estou a voltar a ganhar como marido. – Sorriu para sim afundado o corpo dorido de tanto estar deitado mais na cama.
Lilly: Como marido…e então como homem? – Levantou as suas sobrancelhas durante a questão, logo ela que era apreciadora de um bom sexo e muitas orgias não sabia como Amanda se contentava com Zac que nem sequer a beijava na boca.
Amanda: Ele não encosta o dedo em mim. – Lamentou. – Como sabes nem sequer me beija, mas com o tempo tudo se resolve, mas conta-me, como está o magnifico Havai? Estive ai já á tanto tempo, mas estou cheias de saudades de uma bela praia, para mais agora que mal sol eu apanho.
Lilly: Como sempre está fabuloso. – Sorriu vendo a paisagem de homens que passavam á sua frente.
Amanda: Eu bem que preciso de umas férias. – Suspirou bem fundo cansada mesmo de estar apenas naquele quarto.
Lilly: Faz isso, diz que precisas sair daí, dessa casa que trás recordações como tudo era antigamente, e se ele está em tuas mãos como tu me disseste não vai ser nada complicado dar lhe a volta, mas não venhas para o Havai já que foi aqui que tu “morreste” essas lembranças podiam estragar alguma coisa, e isso não seria nada bom.
Amanda: Verdade tens, toda a razão, mas e então vou para a onde? – Falou futilmente, mas qualquer coisa seria melhor que estar ali.
Lilly: Á pouco estive no brasil numa ilha espantosamente magnífica; Ilha Fernando de Noronha, tudo lá é lindo, o céu o ar…
Amanda: Os brasileiros…- Fantasiou. – Sei como é, e além do mais eu amo a cultura brasileira.
Lilly: Pois, claro. – Riu ironicamente. – Mas eu tenho que ir, meu namorado me chama para dar um passei de barco, tchau amiga.
Amanda: Diverte te, que eu vou tratar das minhas ferias nessa ilha.
**** Fim de Ligação ****
Amanda: Hora bem, que as cortinas se abram que o teatro vai começar. – Riu para sim olhou-se ao espelho tendo as certezas que estava mesmo muito branca e pálida, depois pegou no telemóvel e chamou Zac que rápido subiu as escadas.
Zac: Estás tudo bem? – Perguntou entrado, sentou se na cama, e pegou lhe a mão.
Amanda: Sim. – Sorriu fracamente, caindo com a cabeça na almofada. – Mas estou cansada, a minha cabeça doí.
Zac: Tens que sair daqui. – Olhou em volta aquele quarto demasiado escuro.
Amanda: Pareces a Lilly a dizer que devia viajar sair daqui e relaxar a minha cabeça. – Virou se de costas para ele. – Mas estou sem espirito, cada vez que toco na minha barriga e sei que ele não está lá, cai uma grande dor em meu coração. – Soluçou durante o choro.
Zac: Sabes a Lilly teve mesmo uma grande ideia. – Virou a para si e sorriu. – Vamos viajar, a onde tu quiseres.
Amanda: Bem, ela me falou de uma tal de ilha que fica…
Continuou a fantochada convencendo Zac de tudo, de que estava triste de que precisava dele. Ele que descia de voltas as escadas da sua casa, com o telemóvel na mão tratado de tudo para poder ser o mais rápido possível.
Ashley: De viajem? – Perguntou depois de ouvir telefonema de Zac.
Zac: Sim. – Sorriu desligado a chamada. – Vou levar Amanda numas férias.
Ashley: Ferias? – Riu para si. – E qual é o motivo? – Questionou, tentando não rir mais.
Zac: Estou apenas haver se ela fica um pouco mais feliz, ultimamente ela anda…
Ashley: A enganar te bem. – Interrompeu de maneira um pouco que brusca mas estava cansada de o ver naquela situação, de ele ser tão estupido que parecia não enxergar um palmo em frente de sue nariz, ela enganava-o de todas as maneiras e ele voltara a ficar tolo e a não ver isso.
Zac: Ashley para com isso, deixa de ser assim, tão implicante. – Pediu controlando se para não entrar nas mesmas discussões de sempre.
Ashley: Eu não estou a ser implicante Zac. – Gritou de uma vez. – Tu é que estás triste pela perda dessa criança, tu choras tens andado pelo cantos, sei que não é só por causa do bebe, mas o que eu quero dizer é que tu sim que estás a sofrer, mas ela ainda te convence a fazer uma viajem? É ridículo isto. – Disse o que pensava embora soubesse que ele não a ia ouvir era sempre assim agora era de volta Amanda e só Amanda.
Zac: Tu não entendes que vai ser bom; até mesmo para o nosso casamento. – Acalmou se e foi até á sala sentando se num dos sofás.
Ashley: O que é que tu acabaste de dizer? – Perguntou acreditando que só podia estar a ouvir mal.
Zac: Amanda é a minha mulher, eu tenho a obrigação de lhe dar uma segunda oportunidade. – Falou calmo ligando a TV, mas logo a Ashley a desligou e colocou se na frente da mesma, ele não podia estar a falar daquele modo.
Ashley: E a Vanessa? – Falou pela primeira vez naqueles dias o nome dela.
Zac: Eu amo a Vanessa, mas tenho que a deixar ir…a sua presença já foi, agora só falta tira-la do meu coração. – Levou a mão ao peito e sentido, uma dor que não parava que dava tanta agustia, e ele estava tão cansado, porque por mais que quisesse n a podia esquecer.
Ashley: E isso, é possível? – Sentou se ao lado dele, e pegou a mão que ele tinha em seu peito e apertou.
Zac: Vou tratar do que falta para a viajem. – Se levantou indo até ao seu quarto mas antes de passar a porta ela voltou a perguntar.
Ashley: Diz me Zac…é possível esquecer que se ama alguém da maneira que tu a amas?
Zac: Infelizmente não, infelizmente tenho, que me contentar com o que eu tenho. – Referisse Amanda, o que deixou um certo gosto de contentamento a Ashley. – Sei, está maneira de falar não é nada bonita, mas…deixa para lá. – Disse e entrou dentro do quarto, ficado por ali o resto do dia.
Ian: Como está o meu afilhado? – Sorriu assim que Vanessa entrou pelo hotel a dentro.
Vanessa: Vamos até ao quarto. – Pediu e ele a segui o até lá. – Bem que cansada. – Caio na cama.
Ian: Mas diz logo, como está ele. – Saltou na cama, entusiasmado e passou a mãe pela barriga dela.
Vanessa: Ou ela. – Riu. – O médico disse que está tudo bem, com o bebe e comigo.
Ian: Ainda bem, um dia destes deixa me ir contigo. – Pediu e ela apenas acenou com a cabeça, concordado. – Hoje não trabalhas mais.
Vanessa: Porquê? – Sentiu se indignada, ele era demasiado gentil com ele, era mais amigo que patrão.
Ian: Nem me venhas com coisas, dês de que estás aqui, que não tens um dia de descanso e que quero te fresca, quero jantar contigo uma noite destas. – Disse soado aquilo tudo um pouco mal, mas para quem ouvisse de fora, porque Vanessa sabia que ele era apenas seu amigo.
Vanessa: Tudo bem, uma noite destas eu janto contigo, terei todo o prazer disso.
Ian: Prometes?
Vanessa: Prometo. – Ele sorriu e beijou as bochechas dela.
Ian: Vou lá para a baixo, ocupar o teu lugar. – Saio do quarto deixando Vanessa sozinha para poder descansar um pouco, aquela barriga era mesmo grande, ela nunca poderia ter imaginado que estar gravida seria daquela maneira, mas para além de tudo era um sonho, para mais estar gravida de Zac, podei não estar com ele, mas sabia que os genes os melhores que podia ter.
*****(»»»»»»««««««)*****
É precisamente isso Zac e Vanessa vão se encontrar, como tudo vai acontecer e como finalmente isto tudo vai acabar? Podem ter duvidas mas todas elas serão esclarecidas nos últimos capítulos que se aproximam. Obrigada pelos comentários nos pequenos quadrados e a quem escreveu por escrito a Evelly, Edyh_2012, Margarida e Stephanie_95_7 também agradeço a quem leu a todos, obrigada J

15/04/2012

Capítulo 37


Antes de postar gostaria de divulgar uma nova historia minha e da minha mana Laura Nothing Compares To You http://zanessancy.blogspot.pt/ está agora no inicio, dê uma olhada e diga o que pensam =)

Ainda nem a manhã tinha nascido já Vanessa estava de malas feitas, para a sua viajem, mas no entanto enquanto ainda era cedo, ficou sentada em cima da cama, olhando a lua, já que para ela, dormir estava impossível. Para Zac a situação não era diferente, deu voltas e voltas no sofá que acabou por cair, mas não quis saber, ficou pelo chão mesmo, sentido as lagrimas caírem, ele não a queria perder, mas estava tão complicado fazê-la ficar, parecia verdadeiramente a missão impossível.
Greg: Isso que é, sedo. – Bocejou, abrindo a porta de casa enquanto Vanessa entrava de sorriso meigo no rosto.
Vanessa: Sim, mas eu tenho mesmo que ir, daqui a minutos apenas me vim despedir. – Caio nos braços de seu pai e o abraçou.
Greg: Queres que eu te leve ao aeroporto? - Falou calmo e a mesma pergunta de sempre voltava abater na sua mente, como é que ele, consegui-o ficar tanto tempo longe dela, como seu orgulho foi tão forte, ao ponto de o fazer afastar, ela não tinha agido certo, mas ele era seu pai, também agiu de maneira errada.
Vanessa: Não, eu prefiro ir sozinha, mas antes de ir, o quero lembrar, que nem uma palavra a Zac de onde eu vou estar, chega disto, ele tem mulher um filho, e eu não quero, atrapalhar mais a vida dele, por isso meu pai, boca fechada. – Apontou o dedo na brincadeira e o abraçou mais uma vez.
(****)
Amanda: Será que ele não se vai levantar dali? – Olhou o relógio, que batiam as quatro da tarde, Zac dormia no meio do chão, é quanto Ashley, Amanda e Scott faziam um pequeno lanche, com a imagem dele ali estendido no meio do chão.
Ashley: Ele devia estar mesmo exausto. – Riu. – Deixa o estar em paz. – Ordenou olhando de lado para Amanda.
Amanda: Querida. – Sorriu sínica. – Ele é meu marido, eu que sei o que é melhor para ele…
Scott: Na realidade és mais ex-mulher porque afinal foste dada como morta. – Levou a caneca á boca, ele sabia muito bem que Amanda não era flor que se cheirasse, mas não tinha como abrir os olhos a ninguém, ela sabia de mais, e ele tinha que ficar calado, senão ela dizia ao mundo o que sabia sobre ele, e não era coisas muito agradáveis.
Amanda: Podias simplesmente estar calado. – Gritou- O assunto não é contigo. – Olhou ameaçando, com aqueles olhos de víbora.
Zac: E tu podias falar mais baixo? – Sentou se ao lado deles, esfregando ainda os olhos de sono, encheu a caneca de café.
Amanda: Já viste as horas Zac Efron? – Perguntou num grande berro. – É de tarde já. – Reclamou, e ele nem ligou.
Zac: Dormi mal. – Suspirou enchendo a boca de café, que amargava, o que levou a fazer uma leve careta.
Amanda: O açúcar. – Lho entregou revirando os olhos. – Bem eu vou sair, e não demoro. – Pegou na mala e saio.
Ashley: Bem, bateu-lhe a pressa de repente; a onde terá ido? – Perguntou, desconfiada, das atitudes de Amanda, que cada vez estava mais estranha, as saídas misteriosas as chamadas, Ashley a queria apanhar com a boca na botija e acabar com aquela fantochada de uma vez por todas.
Zac: Coisas dela de, certo. – Falou sem quere saber, ele apenas queria o que ele pensava ser seu filho e o divórcio, rápido de preferência.
Ashley: Estás bem? – Olhou bem para a cara de seu primo, e agora via que ele tinha os olhos encarnados, um sono mal passado, e teria chorado talvez, porque ela podia jurar que na noite passada tinha ouvido fortes soluços de um triste choro.
Zac: Não! – Admitiu, sentido, os braços de sua prima o rodearem, para o poder aconchegar.
Scott: Queres falar? – Perguntou tentado ser gentil, emboras as coisas entre eles não tivesse totalmente bem.
Zac: Contigo, obviamente que não. – Falou seco e frio, depois olhou para Ashley. – Desculpa, estou um pouco irritado a minha cabeça e o meu corpo doí, e eu descarreguei, em cima de ti, não era essa intenção…vou tomar um banho e trocar de roupa. – Falou cansado saindo da mesa indo para o quarto onde tomou um longo banho.
Scott: Está mesmo mal. – Falou longos minutos depois, como se por minutos seu cérebro se tivesse congelado e ele voltasse ao que tinha acontecido á tempos atrás, mas isso porque pensava seriamente naquele que um dia foi o seu melhor amigo, naquele que desejava que voltasse a ser um dia o seu melhor amigo de novo.
Ashley: É. – Riu da cara o namorado que sai do transe. – Mas tudo isto porque ele, finalmente aprendeu o que é amar e ser amado.
Scott: Nem com a morte de Amanda, ele ficou assim? – Perguntou surpreendido, já que ele era louco por ela.
Ashley: Sinceramente não, é verdade, ficou de rastos, totalmente destroçado, ele gostava dela, embora fosse mais obsessão, ele gostava, e embora diga que não seu que ele ainda gosta um pouco dela, mas sabes coisa de Ex amor…de quem ele gosta mesmo é de Vanessa e sem ela ele não sabe mesmo viver. – Suspirou com todo aquele amor que ele sentia por aquela morena, era maravilhoso, pena que estavam separados.
Scott: Porque é que ele não corre atrás dela? - Falou como se fosse algo simples de fazer, do nada, apenas ir e mais nada.
Ashley: Amor, meu primo tem responsabilidades aqui, e para mais Vanessa não o quer ver.
Scott: Ele devia correr atrás dela…
Ashley: Chiu. – Tapou lhe a boca, pelo entusiasmo como ele tinha dito aquilo, possivelmente o tinha ouvido até do outro lado da rua.
Scott: Que foi? – Falou com a boca ainda abafada pela mão da namorada.
Ashley: O que foi é que ele é apaixonado por ela, e sabes como é amor é cego; ou seja, não lhe dês ideias. – Pediu e Scott concordou. Enquanto isso, Amanda passava por todas as lojas de Nova Iorque antes de ir ao seu encontro com Chace, o que estava difícil já que ele á dias que não a queria ver.
Amanda: Bom dia. – Entrou animada no carro dele, onde se costumavam encontrar e tentou o beijar, mas ele acabou por afastar o seu rosto, e todo o seu corpo do dela. – O que se passa contigo? – Perguntou e ele não respondeu, arrancou o carro e apenas parou no Motel, onde passaram grandes noites que nem dois adolescentes. – Vais dizer o que se passa? – Entrou no quarto e caio na cama, confortável.
Chace: Ainda perguntas? – Riu irónico. – Ti viste o que se passou ontem não vistes?
Amanda: Sim, e foi muito mau…
Chace: Péssimo. – Gritou encostado a uma das paredes de braços cruzados. – Sou gozando, por cientistas e a culpa é dele, daquele, anormal. – Falou com raiva de Zac, mordendo a mão, quem o visse acreditava que era capaz naquele momento até do matar.
Amanda: Dele…- Gritou não querendo acreditar no que ouvia. - A culpa foi dela, da Vanessa. – Gritou mais uma vez.
Chace: Não. – Aproximou-se dela agarrando a pelos braços a fez levantar. – A culpa foi de Zac que lhe deu volta ao juízo.
Amanda: Tu estás a defende-la. – Soltou-se com esforço das mãos dele. – Depois de tudo o que ela te fez; estás louco?
Chace: Eu amo a. – Gritou por fim, Amanda pode sentir sua pele ficar quente de tanta raiva que estava a sentir naquele momento.
Amanda: O quê…mas o que é que ela tem, mel? – Riu irónica levando as mãos á cabeça, era tudo para ela só para ela.
Chace: Vanessa é sincera, doce…e tem o que tu não tens. – Amanda se sentou, para poder perguntar.
Amanda: E o que é isso? – Olhou o chão, querendo muito saber aquela resposta, já que sempre se considerou, irresistível.
Chace: Coração, além de um maravilhoso exterior, ela tem uma, lindo e magico interior. – Sorriu ao pensar nela.
Amanda: Andas a ver muitas telenovelas, a ler histórias de encantar? – Gargalhou na cara dele que não percebia o porque dela rir. – Um coração, meu querido que quer um raio de um coração, quando pode ter uma mulher como eu. – Se levantou e redopiou.
Chace: Espero que tenhas a noção, que te estás a humilhar neste exato momento. – Disse fazendo com que o sorriso dela desaparece-se. – As pessoas têm medo de sentir é uma realidade, porque tem medo de se magoar, mas isso não quer dizer que não amem, ou que não queiram algo serio; o que nunca existira contigo, porque Amanda, o verdadeiro robô, não foi aquele que Zac criou, mas sim, aquele que tu és. – Apontou o dendo bem no rosto dela.
Amanda: Coração? – Voltou a dizer para sim mesma no sussurro. – Mas Chace, nós temos um filho.
Chace: Não, tu tens um filho, eu sempre quis ficar contigo, para tomar conta dele, mas agora nem dinheiro para mim eu tenho, o que eu mais queria era sair do país contigo e essa criança, mas tu querias mais, tu até querias matar o Zac por dinheiro, Amanda, fica com o Zac e com o pouco te resta, porque comigo, não contas mais. – Falou saindo, daquele quarto, deixando Amanda sem saber o que fazer, e com grande odio dentro de si.
Amanda: Meu filho. – Levou a mão á grande barriga. – Tu vais ser aminha garantia, pena que para isso tu não, possas nascer. – Falou para sim com um sorriso estupidamente grande, e saio dali, o mais depressa que possível.
Já Vanessa chega finalmente á Ilha de Fernando de Noronha e aquele sítio de fato parecia ser um paraíso, mas o sorriso dela não foi grande, ela nem consegui estar feliz, estava num local lindo, mas com a tristeza que tinha no coração, tudo lhe parecia até um pouco deprimente de mais. Depois da longa, viajem deixou as malas, no quarto reservado e saio de imediato para a praia, pois ela precisava muito de ver a pessoa que estava ajudar, naquele momento tanto.
Ian: Bem-vinda ao paraíso, sereia. – Falou alto para Vanessa enquanto saia dentro de água em sua direção.


Vanessa: Eu sabia que te ia encontrar na praia a, dar um show para as meninas. – Sorri, sentido o corpo ficar frio, quando ele abraçou, mais abraçou esmagou em seus braços levantado a até no ar e rodopiado com ela.
Ian: Sempre. – A colocou no chão e piscou o olho.
Vanessa: Molhaste me completamente. – Bateu de leve no braço dele que riu.
Ian: Pois eu sei, era essa até a minha intenção. – Pegou na mão dela, fazendo a dar uma pequena volta.
Vanessa: Brigada. – Riu pela molhança.
Ian: De nada. – Se curvou parente ela em grande ironia. – Vamos ao hotel mudar de roupa, e falar, deves estar cansada.
Vanessa: Se estou. – Reclamou e ele simplesmente agarrou ao colo levando a, e Vanessa agradeceu, pois já não aguentava consigo mesma.
(****)
Greg: O que te trás por aqui?- Sorriu enquanto Zac tentava ficar confortável no sofá.
Zac: Eu lhe imploro onde esta a Vanessa? – Perguntou caindo sobre os seus joelhos.
Greg: Levanta te rapaz. – Pediu sentando o de volta á sua frente. – Sabes eu lamento muito, mas não te posso dizer.
Zac: Não percebe isto é um caso de vida ou morte; eu amo a sua filha eu preciso dela. – Falou desesperando.
Greg: Eu sei ela também te ama…- Falou deixando escapar. – Por isso fugi-o. – Falou o resto já que tinha dito o que não devia, continuou.
Zac: Ela me ama e fugi-o? Sabe que isso não me faz sentido. – Admitiu pergunta se horas, minutos, segundos, se ela o amava, como disse.
Greg: Hora, ela sabe que se ficasse aqui não aguentaria ficar longe de ti, por isso foi embora. – Disse desejado estar calado.
Zac: Eu sei que é por estar com Amanda e por ir ter um filho com ela, mas eu vou pedir o divórcio…
Greg: Me desculpa rapaz, mas não te posso ajudar mais. – Calou se quando o telemóvel de Zac tocou.
Zac: Um segundo. – Pediu atendendo o telefonema. – Sim…o que, mas como ela está? Estou a ir já para ai.
Greg: Passa-se algo? – Perguntou pela cara de assustado de Zac.
Zac: Amanda teve um acidente e está no hospital, eu tenho que ir para lá já.
Greg: Compreendo, vai. – Disse e Zac saio, a correr e apenas parou quando chegou ao hospital que estava a cinco minutos dali.
Zac: Cheguei. – Falou exausto, parando perto de Ashley e Scott que estavam com o médico.
Ashley: Como chegas te tão rápido? – Perguntou já deduzindo onde poderia ter sido, de ,certo deveria ter ouvido o que Scott disse, de ele ir ter com Vanessa, e ele foi tentar fazer mesmo isso, mas pela sua cara via se que não tinha tido sucesso.
Zac: Estava a passar aqui perto por acaso. – Tentou fugir á pergunta. – Mas e Amanda como é que ela se encontra?
Ashley: Ela, caio das escadas.
Scott: Caio. – Revirou os olhos ganhando uma cotovelada de Ashley.
Zac: Mas me digam, o meu filho?
Médico: Lamento muito, mas a sua esposa perdeu a criança. – Falou e algo explodiu dentro de Zac de tal maneira que ele nem sabia o que sentia.
Zac: Isto não me pode estar acontecer.- Caio na cadeira, Ashley logo socorreu, ele parecia estar entrar num ataque de pânico.
Enquanto os sofriam na sala de espera outros gargalhavam curiosamente na cama de hospital, era o caso de Amanda, que está felicíssima, por se ter atirado das escadas a baixo e ter conseguido perder a criança “ que tanto amava”. Ela estava tão mas tão triste que falavam com uma das melhores amigas ao telefone.
**** Ligação****
Lilly: Não acredito que fizeste mesmo isso, era o teu bebe.
Amanda: Aí, crianças á muitas, e eu tinha que a segurar a minha vida ao lado de Zac.
Lilly: Pois eu acho que foste estupida, porque essa criança, sim te podia segurar a tua vida.
Amanda: Não, depois dele nascer Zac quereria fazer um teste de paternidade e irai ficar a saber de tudo, por isso foi bom assim mesmo, ele vai ficar com pena de mim, não vai ter coragem de me pedir o divorcio, eu bem que conheço a peça, mas bem tenho que desligar ele veem.
**** Fim de ligação****
Amanda: Zac. – Chorou assim que ele entrou no quarto. – Ele foi se, eu não acredito que ele…- Nem terminou, de falar seu choro compulsivo não deixava.
Zac: Tem calma. – Sentou se na cama e lhe pegou a mão. – Tudo ira ficar bem.
Obrigada a vocês que comentam por escrito nos pequenos quadrados e que leem,Obrigada. 

14/04/2012

Novo personagem.



Sei que tenho demorado para postar aqui, lamento, mas apenas por pura preguiça, mas bem vou vós retirar, ou talvez apenas trazer mais curiosidade para os próximos capítulos apresentado a nova personagem que se segue.

Ian de 25 anos, um amigo de longa data de Vanessa, conheceram se na Universidade e sempre mantiveram-se em contacto. Ian, és pesquisador de animais marinhos, e matem o hotel de seus pais na Ilha de Fernando de Noronha.

31/03/2012

Capítulo 36


Os lábios deles estava as distâncias tão curtas que aquele respirar quente, e acelerado batia nos lábios de cada um. Mas o que mais batia e bastante acelerado era o coração, que pedia mais um pouco de aproximação, que ia acontecendo até que Vanessa, não sabendo ela mesmo como, se afastou.
Vanessa: Zac. – Saio de cima dele, empurrado, para ficar um pouco distante, seu corpo ardia, suas mãos suava, pelo acontecimento; ela só podia estar louca, na verdade até estava de amor, e a vontade de o beijar de uma vez era imensa.
Zac: Que foi? – Tentou se aproximar de volta mas ela levantou o braço impedido que ele fica se mais perto que dois passos dela.
Vanessa: Não é o momento mais correto. – Avisou ouvindo a voz de Chace, pelo microfone.
Zac: Não á momento certo. – Pegou na mão dela, mas não se aproximou, apenas para respeitar o espaço que ela queria ter naquele momento. – Não á momentos corretos, para beijar a pessoa que amamos…- beijou a mão dela e ela sentiu seu corpo aquecer mais um pouco sentia-se que nem um gelado a derreter. – Eu já sei de tudo o que se passou; teu pai me falou, porque fizeste, o que fizeste.
Vanessa: Ah…ah disse? – Gaguejou, seu coração parecia querer saltar do peito, batia com tanta força, que chegava a ser doloroso.
Zac: Agora eu entendo tudo. – Sorriu, sentido que se podia aproximar, aproximou se, mas muito pouco. – Eu percebo o que fizeste Vanessa; e tu não és uma ladra, e eu sinto me feliz, por não seres apenas uma interesseira. – Ela sentiu-se mal, com as últimas palavras, verdade que ela não tinha agido corretamente, mas não gostava que por apenas segundos que fosse ele tivesse pensado tal coisa dela.
Chace: A minha assistente Vanessa. – Ouviu se de cima do palco, Vanessa estava quase a ser chamada e o melhor mesmo era sair dali.
Vanessa: Eu tenho que ir…
Zac: Porque estás do lado dele? – Perguntou magoado. – Amas o; afinal não usas te o dinheiro.
Vanessa: Zac. – Com ambas as mãos pegou lhe na cara, e o fez olhar. – Vai-te sentar, e iras entender tudo. – Pediu.
Zac: Tudo bem. – Sorriu fraco sem grande vontade voltou para o seu lugar, de um lado Greg que olhava atentamente para o palco, do outro lado a dia esposa morta viva, que parecia estar a navegar no mundo da lua.
Amanda: Demoras-te. – Disse quando finalmente, se apercebeu que ele se tinha sentado do lado dela.
Zac: É verdade. – Sorriu de lado. – A fila para a casa de banho estava enorme.
Chace: Vanessa vai explicar…- Zac olhou para o palco quando ouviu o nome dela, parecia que ela somente olhava para ele, parecia que não estava ali mais ninguém para ela; ou talvez fosse apenas impressão dele.
Vanessa: É eu vou explicar. – Interrompeu Chace a meio de seu discurso. – Eu vou esclarecer, a todos os senhores e senhoras, que vive da ciência que Chace, de génio não tem nada, ele não tem ele nunca teve capacidade de inventar, a não ser mentiras, claro.
Chace: Vanessa…- Tentou a segurar, mas de repente sentiu alguém segurar discretamente o braço, era Scott, que estava ali para ajudar Vanessa, por Ashley e porque queria remediar se de tudo o que tinha feito a Zac.
Vanessa: A criação de Amanda robô, como foi chamada não foi construída por Chace. – Olhou para seu pai, que finalmente demostrava de volta o seu orgulho por ela, e ai ela teve a certeza que o que estava a fazer era o mais que certo.
Chace: Vanessa Hudgens, cala-te imediatamente. – Mandou, tentado ir novamente ate ela mas sem hipóteses.
Vanessa: Este robô, foi criada sim por um grande cientista aqui presente. – Ela olhou para Zac que sorriu e continuou, vendo que Amanda estava um pouco de queixo caído com o que estava acontecer. – E como eu trabalhei com ele nessa altura, tenho todas as provas, que precisarem. – Carregou no botão do comando e as fotografias de toda a montagem daquela criação, apareceram e como era claro Chace estava desmascarado, pois era mais que evidente aos olhos de todos ali, que ele não tinha feito nada mesmo. – Meus senhores e minhas senhoras, como podem ver foi este sim o grande génio, deem uma salva de palmas ao senhor Zac Efron. – Ela baixou o microfone e ficou a olhar para ele.

Greg: Zac. – Chamou num sussurro e Zac percebeu que tinha que subir até ao palco.
Chace: Eu não acredito que tu me fizeste isto. – Finalmente chegou até ela, mas Zac passou por ele, e a puxou para seu lado.
Zac: Bom…- Começou nervoso as pessoas deixaram de aplaudir para o poder ouvir. – Eu agradeço á senhora Vanessa Hudgens. – Pegou na mão dela e a puxou para mais perto. – Por não ter deixado que uma injustiça tivesse sido cometida, e por ter entregado a sua obra ao seu criador. – Sorriu mais uma vez e os flashes; começaram a surgir na cara deles as perguntas dos jornalistas ali presentes também, e Vanessa se afastou de Zac aproveitado a sua distração.
Greg: Muito correto o que tu fizeste. – Tocou de leve o ombro de Vanessa olhava o céu escuro, pela noite.
Vanessa: Isso quer dizer que estou perdoada? – Perguntou ao ver que os olhos de seu pai brilhavam.
Greg: Eu pedi para que agisses da maneira mais correta, que acertasses o que de mal fizeste, e tu prometes-te que irias fazer isso; e está noite a tua promessa ficou cumprida, e o que me deixa mais feliz nisso, é ver que tu és a filha que eu criei, que erras te mas acertas te tudo de volta, e que agora vais abraçar o teu pai, que está morto de saudades desse pequenos braços. – Ele sorriu e abriu os braços, Vanessa caio lá, com a cabeça no peito de seu pai, estava com tantas saudades que algumas lagrimas, acabaram por correr mesmo, pelos seus olhos.
Vanessa: Ele fica lindo de fato não é? – Riu ao ouvir o barulho percebeu que Zac estava atrás de si, sendo fotografado com o prémio que não podia ser de outra pessoa a não ser dele, e ele parecia tão feliz que ela também o ficou.

Greg: Ele pode ficar bem de fato; mas eu acredito que ficaria muito melhor se tu, estivesse ali ao lado dele. – Vanessa sorriu de lado, seu pai era muito ciumento, não queria perder a filha para ninguém, e ficou surpreendida por ele a estar empurrar para Zac, ela sempre acreditou que quando ele fizesse isso é porque era o homem ideal, e de fato ele o era, mas ela não podia estar com ele.
Vanessa: Eu não posso. – Olhou para o longe onde estava Amanda com a sua grande barriga. – Aliás eu tenho que ir andado.
Greg: Andado, para onde? – Perguntou vendo que ela tinha colocado a mão no seu ventre, e aquilo lhe parecia um sinal claro.
Vanessa: Eu vou viajar pai, para o Brasil, mais exatamente para Ilha de Fernando de Noronha. – Sorriu de lado, por o estar informar daquela maneira, Greg não apreciou nada a ideia por ela ir para tão longe, de si, para ele até parecia que ela estava a ir para Júpiter.
Greg: O que é que vais fazer para lá? – A puxou para um canto, onde não havia tanto ruido de fundo.
Vanessa: Vou trabalhar e viver. – Avisou, Greg pensava que era apenas uns dias, e já estava preocupado, agora então.
Greg: O quê, mas para quê? Eu pensava que era umas pequenas férias, mas Vanessa, viver lá? – Mostrou se cada vez mais chocado e amedrontado com a novidade, ele não a queria tão longe, e parecia que ela lhe estava a esconder algo.
Vanessa: Pai, eu quero viver uma vida nova. – Sorriu e o, voltou abraça-lo.
Greg: Vais-me vir visitar certo? – Apertou a mais em seus braços.
Vanessa: Claro que sim pai. – Afastou se dele, e fez lhe uma pequena festa na face, cansada.
Greg: Tudo bem, mas ainda vais passar lá por casa, certo? – Pegou na pequena mão e beijou, e desejou voltar atrás, agora que ela ficaria tão longe, ele apenas queria, recuperar todo o tempo que perdeu afastando dela, por achara que ela era uma ladra.
Vanessa: Claro que sim, eu vou fazer as malas, e vou ter contigo á casa da mãe, ainda hoje.
Greg: Eu lá te espero, eu agora vou vós deixar a sós. – Afastou se, dela numa fração de segundos.
Vanessa: Vós deixar a sós? – Perguntou se para si mesma, sentido, uma presença de trás de si.
Zac: Olá. – Sorriu quando ela olhou para trás, e percebeu que seu pai queria dizer, e porque desapareceu tão rápido.
Vanessa: Olá. – Sorriu, mas começou a caminhar, até á parte de fora daquele invento.
Zac: Obrigado por tudo aquilo que fizeste hoje, a serio. – Caminhou ao lado dela, tentado que ela olhasse para ele.
Vanessa: Era o mínimo depois de tudo aquilo que eu te fiz. – Respirou fundo. – Depois de te roubar, enganar…
Zac: O que lá vai, lá vai. – Disse tentado não dar importância a tudo o que se já tinha passado. – Eu sei que não fizeste de prepósito.
Vanessa: Tu não me estás a perdoar assim do nada pois não? – Perguntou parando na frente dele.
Zac: Vanessa. – Pegou na mão dela e sorriu. – Eu amo te, estes dias sem ti para mim tem sido horríveis, porque tu não estás ao meu lado, não te estou a perdoar do nada, estou a fazê-lo pela grande necessidade de te quere ao meu lado.
Vanessa: Não faças isso! – Olhou para a estrada e esperou que a sua boleia aparece se rápido. – Tens uma mulher, um filho.
Zac: Nós podemos ficar juntos na mesma. – Pegou na cara dela, e desviou a atenção da estrada para seus olhos azuis.
Vanessa: Não, desculpa, mas para mim, dois é bom, mas três é demais. – Falou friamente retirando a mão dele da sua cara. – E neste caso, sou eu que estou a mais, tu deves ficar com Amanda. – Engoli-o seco quando nem acreditou que estava a afazer aquilo. – Mas faz me um favor, tem cuidado com ela.
Zac: Tenho cuidado com ela; que queres dizer com isso? – Perguntou puxando pela voz, já que se estava a proibir de chorar.
Vanessa: Não sei, eu apenas tenho medo que ela te faça mal. – Olhou de cima a baixo, os olhos dele brilhavam, ele queria tanto chorar, mas via-se que estava a fazer um enorme esforço para isso não acontecer; mas mesmo estando a magoa-lo ela o olhava, porque era a ultima vez que o via.
Zac: Estás a ver; tu preocupas te comigo, tu amas me, eu sei que sim; porque estás a fazer isto?
Vanessa: Porque simplesmente eu não posso estar perto…e não te ter a 100%.- Admitiu e ele não compreendeu, ele prometia aos sete ventos que era dela, apenas dela, e era a ela que ele queria, mas parecia que ela não acreditava nisso.
Zac: Vanessa eu preciso de uma razão, e até agora não me dês de nenhuma ajuda me a perceber…
Vanessa: Eu tenho que ir. – Limpou o rosto quando o carro parou detrás dela.
Zac: Tu tens que ficar! – Segurou o braço dela, aproximando a de si, e mais uma vez estava na situação de apenas querem se beijar.
Vanessa: Estou a fazer o que é melhor para nós dois. – Empurrou um pouco brusca aquilo já estava a ser difícil, com ele tão perto ainda ficava mais, pois ela não queria ir, ela apenas ouvia a cabeça, que dizia “vai” enquanto o coração gritava “fica”
Zac: Tu não podes escolher por nós dois, por mim. – Gritou e finalmente as lágrimas caíram, ela estava a partir.
Vanessa: Adeus Zac. – Chorou mais uma vez entrado no carro trancou a porta que ele tentou abrir e pediu ao motorista para arrancar.
Zac: Vanessa. – Gritou levando as mãos á cabeça, estava no meio da estrada vendo o carro dela se afastava.
Amanda: O que estás a fazer; queres morrer? – Gritou para ele, que estava ali ainda no meio da estrada por onde carros passavam com certa velocidade e quase batia nele, e a vontade dele era não se mexer parecia que queria morrer mesmo.
Ashley: É melhor irmos. – Pegou em Zac pelo braço e o puxou até ao carro, o caminho ele não disse nada, olhava pela janela e chorava, enquanto Amanda ficava na ignorância Ashley entedia muito bem o que ele estava a sentir.
Amanda: Ainda bem que chegamos. – Descalçou o salto quando entrou em casa e ligou a luz, uma gravida de saltos, Zac não gostava, mas mesmo assim não a conseguia controlar, ele mal conseguia falar com ela, as vezes mal podia olhar para ela.
Scott: Tens a certeza que eu posso ficar qui? – Perguntou a Zac que parecia estar mais sereno com ele, por Ashley.
Zac: Sim, mas juízo. – Olhou para a prima e avisou.
Scott: Tenha uma boa noite. – Saíram até ao quarto, enquanto Zac olhava de lado para Amanda.
Amanda: Não vamos dormir? – Ela se aproximou e começou a desapertar a gravata ele simplesmente afastou.
Zac: Sim, vamos dormir, tu no quarto, e eu aqui no sofá. – Foi para o quarto e começou a retirar a sua roupa.
Amanda: Zac o que estás a fazer? – Perguntou ao ver que ele não estava a brincar, ele ia mesmo dormir na sala.
Zac: O que achas? – Pegou na almofada e num cobertor e saio do quarto indo para o sofá.
Amanda: Estás doido, o que se passa contigo? – Gritou para quem quisesse se ouvir.
Zac: Amanda, eu preciso de respostas, á muito, mesmo muito tempo, e tu não me, as tens dado, aliás porque tu nunca me dizes nunca nada mesmo eu fico na ignorância; as coisas entre nós andam estranhas, talvez apenas só para mim, mas andam, e não é o mesmo que era dantes, e se queres a verdade, já não sei que sinta por ti.  – Disse finalmente tudo que nele estava entalado.
Amanda: Zac, e estou á espera de um filho teu…
Zac: Tudo bem, e eu vou assumir todas as minhas responsabilidades, com essa criança, tudo o que tu precisares eu vou ajudar, e o meu filho sempre vai ter um pai presente para tudo o que ele precise, ele sempre vai ter um pai que o ame; mas eu e tu, não á mais nada, nem vai haver, uma coisa não tem nada a ver com a outra. – Falou de uma maneira extremamente fria como nunca tinha falado com ela.
Amanda: Tu queres que o nosso filho cresça como tu; com pais separados? – Acusou de que mais magoava Zac.
Zac: Eu nunca fui feliz quando via os meus pais discutirem, quando via a minha mãe chorar triste num canto; eu estou a fazer o que vai ser melhor para essa criança; entende eu não te amo, não consigo ser feliz ao te lado, e o nosso filho vai entender isso, e depois vai sofrer com isso. – Foi até á luz e a desligou, ele apenas queria que ela fosse para o quarto e que o deixa se, em paz por dois minutos ao menos.
Amanda: Está a cometer um enorme erro. – Acusou enquanto ele se deitava.
Zac: Estou apenas a tomar uma decisão, importante na minha vida, uma grande atitude…
Amanda: Claro, eu apenas espero que esse teu passo, não seja maior que a perna.
Zac: Até amanhã Amanda, precisas de descansar, pelo bebe. – Amanda não disse mais nada, se retirou até ao quarto, Zac ficou completamente as escuras naquela sala, e apesar de tanto sono, ele não consegui adormecer, havia demasiadas coisas, a darem voltas na sua cabeça.
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Bem, eu acho que este capítulo não foi o que estavam á espera, vocês pensavam que iriam existir a aproximação, mas o que aconteceu foi um afastamento definitivo entre eles, e acho que para vossa felicidade também um afastamento de Amanda e Zac. Mas ainda á mais historia para rolar…Muito Obrigada pelos comentários; Evelly, Lin£, Stephanie_95_7,  Anónimo, Edyh_2012, a quem carregou nos pequenos quadrados e a todos que leem, obrigada J