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09/02/2012

Capítulo 30_Dedicado a Laura



Antes de aqui postar gostaria de dedicar este capítulo á Laura, escritora de Dividida entre três corações http://zanessadetc.blogspot.com/. Hoje faz anos e eu quero, lhe desejar tudo de bom que a vida possa dar a uma pessoa tão maravilhosa como ela a quem eu agradeço por ter entrado na minha vida, e ser que é para mim, a minha irmã mais nova, apesar do sangue não ser o mesmo não me importa gosto de ti, como tal e espero que saibas disso. Parabéns, por mais uma primavera completa.
****
Reservas feitas, Amanda foi para um quarto e Zac para outro. Quando entrou no quarto a única coisa, que quis saber foi de um banho, não queria aparecer em frente de Vanessa com aquele cheiro. Ligou o chuveiro e colocou se de baixo dele, rindo-se; estava louco só podia. Viajar daquela maneira por causa de uma rapariga, mas não era uma rapariga qualquer, era a tal, aquele que acreditamos nunca existir até encontrarmos. Depois de um banho vestiu a roupa que tinha comprado e olhou se ao espelho durante meia hora para ter a certeza que estava como era devido. Depois de ser um pouco vaidoso, saio sendo chamado, por Amanda que estava na porta do seu quarto.
Amanda: Entra. – Pediu dando-lhe espaço, ele assim fez, entrou não ficando muito distante da porta.
Zac: Já tomaste banho? – Olhou de cima a baixo mirando a de robe, e de cabelo molhado, algumas gotas ainda descia pela cara dela.
Amanda: Sim. – Sorriu mordendo o lábio.
Zac: Ok…- Olhou a janela para deixar de olhar para o corpo dela. – Devias-te trocar, podes apanhar um resfriado…
Amanda: Estava só á tua espera. – Deixou cair o robe até ao ombro mas ele o voltou a subir.
Zac: Amanda. – Suspirou, ele não queria a ver fazer aquilo, vê-la a dar-se daquela maneira.
Amanda: Zac, meu amor….- Rodou o pescoço dele com ambos os braços. – Não te faças de complicado. – Beijou o pescoço, dele.
Zac: Para! – Mandou afastando a. - Achas que as coisas, são assim, desapareces, depois apareces, mas fica tudo na mesma?
Amanda: Podia até ser se não tivesses a outra na cabeça. – Disse com desprezo e raiva.
Zac: Não queiras deitar as culpas para cima dela, não é a Vanessa, sou eu, eu estou diferente, tudo mudou.
Amanda: Eu estou gravida. – Relembrou levando a mão ao ventre.
Zac: Eu sei, disso….e nada faltaram a esse bebe, nunca. – Advertiu dando o sentido as palavras que ela não gostou.
Amanda: O que queres dizer; tu queres que está criança nasça como tu…com os pais separados? – Perguntou exagerado na indignação.
Zac: Depois falaremos sobre isso, eu agora vou ter com Vanessa…
Amanda: Eu também vou. – Informou indo até á sua roupa e despindo-se ali, na frente dele, e o corpo dela já não era novidade.
Zac: Ok. – Deu de costas. – Espero por ti lá em baixo não demores. – Saio, para não ver mais o corpo nu da ex-mulher, era homem e de ferro não tinha nada. Para mais Amanda estava a fazer de tudo para “saltar” de volta para cima dele.
Zac esperou por Amanda, uma hora o que era abuso, mas ele não quis discutir, pegou num táxi e foi para casa de Vanessa.
Vanessa: Zac? – Seus olhos abriram, e a sua garganta secou ao vê-lo ali na sua frente, a sorrir, de lado.
Greg: Esse é o Zac…- Empurrou a filha para o lado dando passagem ao jovem rapaz e Amanda, que o seguia que nem um cão atrás do osso. – Muito bem. – Olhou de cima a baixo. – É daquele que gostas…olha tens bom gosto, parece se um bom rapaz. – Bateu de leve nas costas de Zac, os olhos dele brilharam ao perceber que o pai dela, sabia dele.
Vanessa: Pai! – Quase gritou, pedido num desespero para ele não falar de mais.
Greg: Desculpa mas não menti. – Riu não percebendo que Vanessa queria que ele apenas se calasse.
Zac: Posso? – Tentou avançar mais, para além só daquele espaço da porta da rua e da casa, Greg os deixou passar, mas Vanessa não.
Amanda: Na verdade, podemos os três. – Riu sínica com a mão na barriga, Vanessa se calou, não acreditado, ela estava ali, e gravida.
Vanessa: O melhor mesmo, é irem se embora. – Pegou no braço de Amanda que se ia assentar e colocou a ambos na rua.
Greg: Vanessa. – Chamou com a voz, grossa, não gostava que ela fosse mal-educada, quem não percebia de nada era Zac mesmo, pensava que Vanessa estava assim porque ele apareceu com Amanda; mas também que ideia, parecer com a mulher que ele fala tanto e que agora está gravida.
Vanessa: Vamos até ao jardim. – Pedi-o pegando as chaves saio sendo seguida por Zac e Amanda, até ao jardim que estava perto.
Zac: Porque te foste embora? – Perguntou, quando pararam, de frente, Amanda estava a dois passos deles.
Vanessa: Porque teve que ser…
Zac: O que queres dizer com isso? – Seus olhos ficaram encarnados, ela parecia dar a confirmação ao que Amanda tinha dito.
Amanda: Fácil, que te enganou, e usou os teus sentimentos, para te poder roubar o projeto, de uma Amanda robô. – Falou mais alto sorrindo de vitória para Vanessa, está que teve vontade de a espancar, verdade que roubou, mas ela nunca pensou em usa-lo, apaixonou se, aconteceu, ela não pode controlar.
Zac: Amanda, cala-te. – Falou sem tirar os olhos de Vanessa.
Vanessa: Zac. – Deu um passo até ele respirando fundo. – Eu roubei…
Zac: Não. – Disse sem quere acreditar.

Vanessa: Desculpa. – Baixou o rosto até ao chão; estava totalmente envergonhada.
Zac: Mas porquê? – Levantou lhe a cara como uma das mãos, o toque não foi agressivo como ela esperava, foi leve.
Vanessa: Eu não posso falar. – Retirou a mão dele da sua cara e se afastou. – Perdoa-me. – Pediu desesperada, o inevitável aconteceu, ela se apaixonara por aquele homem, e agora estava a enxota-lo que nem um cão rançoso.
Amanda: Depois do que lhe fizeste achas mesmo que ele te vai perdoar. – Ela estava adorar aquele espetáculo todo, as gargalhadas davam nojo a Vanessa, o plano era simples, Vanessa ia ficar mal vista enquanto Amanda, estaria lá para o consolar e faze-lo esquecer, e só de pensar Vanessa tremeu.
Vanessa: Eu não te queria magoar, serio, eu não queria. – Olhou num fundo dos olhos dele, tentado ver o quanto sincera era.
Amanda: Anda querido, não estamos a fazer aqui mais nada.- Chamou mas Zac não se mexeu de onde estava.
Vanessa: Amo-te. – Disse num sussurro só para ele poder ouvir.
Amada: Zac anda. – Aproximou se dele, puxando-o.
Vanessa: Tchau. – Acenou, tentado controlar as lagrimas; quando Zac saio da sua vista, as lagrimas desceram e queimara o rosto de dor, como ela podia estar a fazer aquilo daquela maneira….era horrível, não se cabia em sim, de sofrimento.
Greg: Tu fizeste o quê? – Vanessa congelou ao ouvir a voz que estava detrás dela, ela não podia acreditar que ele ali estava.
Vanessa: Á quanto tempo o pai estava ai? – Virou se, vendo que ele estava ali á demasiado tempo.
Greg: Á tempo necessário. – Falou com desgosto, Vanessa fechou os olhos por segundo tentado respirar fundo.
Vanessa: Pai….- Começou mas ele logo a interrompeu.
Greg: Dês de quando és ladra? – Agarrou a pelo braço apertando, Vanessa pode ver aqueles olhos verdes, com vontade de chorar.
Vanessa: Foi para o tentar ajudar. – Gemeu de dor, ele estava apertar, muito, demasiado.
Greg: O quê? – Gritou levando o corpo da filha bruscamente contra o seu levantado a mão, mas logo caio em si, no local onde estava e a dês largou afastando-se, para se conter de lhe dar uma bofetada. – Como me podes dizer isso?
Vanessa: A operação. – Disse fazendo Greg se afastando mais um pouco dela.
Greg: Vanessa….- Disse com raiva. – Achas que eu quero dinheiro sujo? – Retirou os óculos molhados, por lagrimas.
Vanessa: Não me faça isso. – Tentou se aproximar mas ele nem a deixou tocar.
Greg: Eu é que não acredito que me fizeste isto…que desgosto. – As lagrimas desciam, numa abundancia cruel para Vanessa.
Vanessa: Pai….
Greg: Vou para casa…- Limpou os rosto e os óculos colocando os de volta na cara. – A tua mãe já deve estar á minha espera.
Vanessa: Pai espere. – Pediu mas ele apenas foi embora; Vanessa caio no banco mais próximo deixando as lagrimas rolarem. Ela não acreditava tudo estava a correr mal, ela nunca pode imaginar que iria perder dois homens tão importantes, para a sua vida.

Amanda: Vês…- começou agarrado o braço de Zac enquanto passavam algumas estradas. – Ela usou te, enganou-te. – Disse pela milésima vez, mas Zac nem quis ouvir, ele não queria ouvir mesmo nada naquele momento. – Estás, me ouvir? – Puxou o seu braço com mais força chamando a sua atenção.
Zac: Podias-te calar; não suporto mais ouvir a tua voz hoje. – Olhou o céu, mais uma vez deixando Amanda espantada, com a resposta.
Amanda: Zac. – Parou, batendo o pé, ele ficou na frente dela.
Zac: Desculpa, mas eu preciso de estar um pouco sozinho….vai para o hotel. – Pedi-o no meio de uma ordem.
Amanda: Vou para o Hotel sozinha? – Quase gritou, não estava nada a gostar de tudo aquilo.
Zac: Sim…- Levantou a mão mandando o táxi parar. – Preciso de estar sozinho. – Repeti-o.
Amanda: Tudo bem. – Mostrou-se compreensiva, entrado no carro, deixando sozinho como ele queria.
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Agradeço todos os vossos comentários; ObrigadaJ



01/02/2012

Capítulo 29


Zac ficou ali parado onde estava, parecia uma estátua, nem o vento o abanava; ele apenas não conseguia acreditar no que estava á sua frente, ela não tinha morrido? Ele piscou os olhos varias vezes acreditado que aquilo seria apenas uma miragem, mas porque a veria, precisamente naquele momento. Aos pouco viu que ela se aproximava dele, numa curta corrida, e quando estava bem próximo o abraçou. Os braços de Zac não se mexeram, não tinham como, ele apenas sentia que ela o abraçava, e teve a certeza que ela ali estava.
Amanda: Zac. – Sorriu fazendo-lhe uma pequena festa na face, separou se do abraço.
Zac: Tu…mas como? – Perguntou, com uma cara bastante confusa, tão confusa que a sua cabeça começou a doer, ele apenas não compreendia.
Amanda: Vamos para casa, eu lá irei-te explicar tudo. – Disse pegando na mão dele tentou puxar, mas ele não se mexeu, não deu um passo sequer em frente, nem pretendia, aquilo era tudo demasiado estranho, muito estranho. – Que foi?
Zac: Eu não posso ir contigo. – Retirou a sua mão da dela, mostrado, uma cara de serio, algo que nunca tinha feito perante aquela mulher.
Amanda: Do que é que tu estás a falar…eu estou aqui, á tua frente, e tu não queres vir comigo? – Mostrou se ofendida, pela atitude dele.
Zac: Desculpa, isto tudo é muito confuso mesmo muito confuso….
Amanda: Eu irei explicar-te tudo. –Aproximou-se, mais uma vez tocado no peito dele, tentou o beijar, mas ele virou o rosto.
Zac: Sim, tens imensas coisas a explicar me, mas vai ter que ficar para outra altura, estou ocupado de momento. – Afastou o pequeno e leve corpo dela do dele, e deu-lhe de costas, como se nada tivesse acontecido, como se a esposa que foi dada como morta não tivesse aparecido, e continuou o caminho, teria muito tempo para resolver aquela questão.
Amanda: É a tal de Vanessa não é? – Perguntou no grito como se sofresse de desgosto, Zac parou e  a olhou.
Zac: Como é que tu….
Amanda: Sabes, podes ir atrás dela, mas iras te arrepender. – Afirmou cruzando os braços e virando a cara para lado algum, era sempre a mesma atitude que ela tinha aquela que fazia quando acreditava ter toda a razão, aquela que dava a Zac como grande burro e ignorante.
Zac: Do que é que estás para ai a falar? – Aproximou se, assustado, ela costumava ter sempre razão…ou era ele que lha dava?
Amanda: Essa tal de Vanessa, esteve contigo apenas para te roubar, o projeto do robô. – Olhou nos olhos dele, Zac riu, irónico.
Zac: O quê? – Perguntou com um sorriso, pensou que ela apenas estivesse a gozar com ele, afinal porque acreditaria nela.
Amanda: Vem comigo, e eu explico-te tudo. – Pediu mais uma vez, Zac assoprou exausto, e pensou no que fazer, para resolver tudo numa só vez.
Zac: Não, vem tu comigo. – Ordenou pegando a pelo braço de uma maneira um pouco agressiva a puxou. Amanda estremeceu de medo com o toque nunca tinha conhecido aquele Zac tão determinado, que pensava por ele próprio, e aquilo poderia ser um problema para ela. Mas ela acreditava conseguir ainda lhe dar a volta, afinal é ele o tonto, ela a manhosa.
Em, menos de nada Zac viu finalmente o celeiro que demorou horas a procurar, lá dentro o primo de Charlie, que depois de ler a carta, não pensou duas vezes. Mandou subir para a avioneta, e subiram aos ares rápido.
Amanda: Para onde é que estamos a ir Zac? – Olhou para a paisagem em baixo, e depois para Zac que estava encostado, de braços cruzados.
Zac: Nova Iorque, vamos até Vanessa. – Disse não tirando os olhos, que estavam apenas direcionados para a frente.
Amanda: Para que? – Encostou-se virando apenas a cabeça para ele, com um sorriso meio amarelo.
Zac: Porque não acredito no que me disseste antes…- Olhou a finalmente, sorrido da mesma maneira amarela. - Mas agora diz me o que te aconteceu? - Amanda sentiu que aquela pergunta tinha soado como uma obrigação de dizer imediatamente tudo.
Amanda: Não é a melhor altura. – Olhou para o piloto que estava nem ai para a conversa deles, para mais não os ouvia.
Zac: Não haverá outras alturas, conta-me. – Ordenou mais uma vez. Para Amanda ele estava demasiado mandão mesmo.
Amanda: Como sabes bati com a cabeça, e tive problemas graves no hospital, fiquei em coma por uns dias, uma semana. – Disse de uma vez.
Zac: Porque não voltas te, depois? – Ele olhava como se não acreditasse em nada do que ela disse-se.
Amanda: Porque me tinha dado como morta, por troca de cadáveres no hospital, os meus pais só descobriram dias depois. – Olhou para a paisagem, de novo, Zac olhava para ela, o seu coração bateu rápido que ele não percebeu.
Zac: Porque não me contaste te isso antes? – Seus olhos mudaram, estava mais serenos.
Amanda: Porque não sabia como, porque á mais. – Disse levando a mão ao ventre, ele levaram um susto.
Zac: Como assim, mais? – Olhou para a mão dela, e para o seu sorriso encantado.
Amanda: Não notas que estou mais gorda, a minha barriga muito maior? – O corpo de Zac sobreaqueceu, de nervos e susto.
Zac: Tu…
Amanda: Estou á espera de um filho teu. – Pegou na mão dele levando a á sua barriga. – Vais ser pai. – Zac, engoli-o a seco, com a notícia.
Zac: Quantos meses? – Retirou a mão do ventre dela.
Amanda: Cinco. – Sorriu, Zac não disse mais nada, apenas esperou que a viajem terminasse.
Zac: Entra. – Pediu agora, Amanda entrou no táxi sendo seguida por Zac. – Vamos a uma loja, comprar uma muda de roupa, estou cheio de comichão. – Admitiu, de facto a sua roupa não cheirava muito bem, pararam na loja e compraram o que precisavam, depois dirigiram-se para um hotel.
Amanda: Quanto tempo, vamos aqui ficar? – Perguntou quando se deu por sim a entrar no hotel.
Zac: Está noite, amanhã os aeroportos, deverão já estar abertos…boa tarde. – Disse para a recepcionista que estava atrás do balcão.
Recepcionista: Boa tarde. – Sorriu como era habitual.
Zac: Preciso de dois quartos, de solteiro. – Amanda escancarou os olhos ao perceber que eles não dormiriam no mesmo quarto. – Para, está noite.
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Muito obrigada pelos comentários, como podem ver esta Amanda é serio de Carne e Osso.

30/01/2012

Capítulo 28


Gostei muito dos comentários, obrigada, também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.
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O táxi finalmente parou, Zac atirou quase que o dinheiro ao taxista, saindo, daquela viatura entrou em casa a correr. Percorreu todas as partes da casa aos gritos, chamou Vanessa e chamou, mas ela não respondia. O suor escorria, pela testa de Zac o seu coração saltava, quase do seu peito. Estava cansado, mas não só, também muito ansioso, por a ver.
Eunice: Ela foi embora. – Tocou no ombro de Zac fazendo o virar.
Zac: Embora?- Perguntou de voz fraca. – Mas embora para onde?
Eunice: Ela esteve aqui, pegou nas suas coisas, e saio dizendo que ia embora para sua casa.
Zac: Mas como…
Eunice: Tinha um helicóptero á sua espera. – Zac olhou para cima e respirou fundo.
Zac: Eu tenho que ir atrás dela. – Saio de casa, a empregada não se afastou apenas o puxou pelo braço.
Eunice: Está maluco? – Tentou parar mas ele tinha bastante mais força.
Zac: Já é a segunda pessoa a perguntar me isso hoje. – Retirou o braço das mãos dela.
Eunice: Então isso quer dizer que não sou a única a perceber que perdeu o juízo. – Repreendeu.
Zac: Não isso quer dizer que não foi a única a reparar que perdi o meu coração. – Suspirou.
Eunice: Ama a menina Vanessa? – Perguntou quase afirmando, ela via tudo, dês do dia em que ela chegara naquela casa ele tinha mudado, o sorriso era verdadeiro, o brilho nos olhos bastante natural, e proximidade deles, teria que acontecer.
Zac: Amo, amo muito…eu nunca senti isto. – Riu, lembrado o se passado, e a construção do robô.
Eunice: Sei que não. – Sorriu afundado as suas mãos no rosto do miúdo que finalmente era um homem.
Zac: Então se percebe, também compreende que eu tenho que ir, eu tenho que a ver hoje. – Ele afastou se e começou a correr a senhora não teve como impedi-lo ele tinha que sair que nem uma bala. E assim correu e correu até não poder mais.
Charlie: Esta a fazer a maratona? – Riu da cara de Zac.
Zac: O que estás aqui a fazer miúdo? – Aproximou se do portão que Charlie tinha abrindo.
Charlie: Eu moro aqui.- Entregou lhe a garrafa de água que Zac bebeu quase só de um gole.
Zac: Obrigada. – Entregou lhe a garrafa fazia.
Charlie: Onde ia assim, dessa maneira, todo acelerado? – Zac caio no chão sentando-se.
Zac: Vou atrás de Vanessa. – Riu, Charlie apenas se sentou ao lado dele, com mais perguntas como de costume.
Charlie: Mas porque, onde está ela?
Zac: Foi para Nova Iorque. – Olhou o céu, devia ter passado, uma hora, ele não podia perder tempo.
Charlie: E quer ir correr até Nova Iorque? – Ele fez uma cara de estranha, como se o chama se de burro.
Zac: Se não tiver outra alternativa, sim. – Admitiu, Charlie abanou com a cabeça que não.
Charlie: É verdade o que as pessoas dizem, o amor deixa os cegos, e sem raciocínio. – Riu, Zac o acompanhou era a verdade, ele corria para ir ter com Vanessa que estava a uma grande distância, mas apenas porque ele a queria ver e tinha perguntas, a primeira porque ela se tinha ido embora.
Zac: Mas deixa me de coração cheio, e isso é maravilhoso, um dia vais perceber. - Pôs-se de pé, espreguiçando-se.
Chali: Não quero isso dos abraços e beijos, é muito…-Fez uma cara de nojo - Mas eu posso ajudá-lo.
Zac: E como? – O pequeno pós se de pé.
Charlie: Eu tenho um primo, ele é meio doido, mas tem uma avioneta, o meu pai pode levá-lo a meio caminho, porque a outra, está cortada e vai ter que caminhar até ao seu celeiro, eu vou escrever um carta e ele vai perceber escreve romances mesmo. – Zac sorriu agarrado Charlie levantou no ar, colocando o depois de volta no chão.
Zac: Estás a falar, a serio miúdo?
Charlie: Ia, vou chamar o, meu cota. – Charlie entrou em casa gritado pelo pai que ao ver o patrão não recusou boleia.
(»»»»)
Zac: Obrigada. – Disse ao rapaz, que apenas acenou de contentamento, para si Zac era o seu ídolo.
Charlie: Aqui está. – Entregou lhe a carta. – Boa sorte.
Zac: Obrigada, tchau. – Bateu na carrinha que saio dali, agora era só com ele, passou a estrada, que estava proibida a carros e caminhou, á espera de encontrar o celeiro, ao que o Charlie tinha dito era fácil, era o único ali. Zac caminhou e caminhou durante horas por aquelas estradas, e só avistava mais estrada á frente, mas de repente parou parecia ter algo a segui-lo, e teve certezas quando alguém chamou pelo seu nome.

Zac: Amanda? – Perguntou sem sorrir, sem saber o que sentir.
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Acho que muitas de vocês já estavam á espera mesmo, mas e agora, como serão as coisas a partir daqui? Leiam os próximos capítulos.

26/01/2012

Capítulo 27

Muito Obrigado a quem comenta seja por escrito ou nos pequenos quadrados.
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Depois de uma noite de amor, o sol nasceu, batendo de frente na cara de Vanessa, que despertou a fazer das costas de Zac, uma confortável, almofada, que ela não resistiu em dar vários beijos. Depois retirou o corpo que estava em cima dele, e colocou se bem no lado, fazendo da mão encosto, apreciou-o a dormir. Com a mão livre desenhou um coração imaginário nas costas dele, um pouco arranhadas por ela. Sorriu, ao lembrar o que se tinha passado, quando olhou para o quarto totalmente desarrumado. Mas o sorriso desapareceu quando ela se lembrou que não poderia estar mais ali, teria que ir embora. O seu telemóvel tocou e ela correu para atender antes que Zac acordasse.
**** Ligação ****
Vanessa: Estou? – Sussurrou.
Chace: Ainda a dormir? Acorda. – Riu do outro lado.
Vanessa: Porque tanta animação?
Chace: Então, o Zac hoje está sem jato os aeroportos mais próximos estão de greve, o que podes fugir sem ele ir atras de ti.
Vanessa: Mas como?
Chace: Vou mandar te um helicóptero, ir buscar-te, á casa dele, estás pronta?
Vanessa: Não estou em casa dele, mas vou para lá agora, não demoro.
Chace: Ok, o helicóptero vai parar no terreno que não tem nada, sabes perto da casa dele, é mesmo lá.
Vanessa: Sim, eu sei, tchau.
**** Fim de Ligação ****
Vanessa rápido se levantou para se vestir-se, e pensou que talvez pudesse deixar uma carta de despedida, mas a dizer o quê? “Vou me embora, desculpa ter te engando, ter roubado o teu projeto, e desculpa estar de abandonar agora depois da noite de ontem”. As palavras era cruéis e não havia nada paras a melhor, ela errou, e não tinha como voltar atrás, apenas tinha que sair daquele local, o mais rápido que podia.
Vanessa: Que me dera ficar aqui…- Ajoelhou se perto da cama, e fez uma festa na cara dele. – Amo te…eu amo te Zac. – Levantou o corpo beijando lhe de leve o lábios, olhou em redor e saio, daquela casa correu o mais depressa que pode, até achar um táxi.
(»»»»)
Eunice: Menina, Vanessa…é tão cedo o que faz aqui? – Vanessa passou pela senhora indo até ao quarto que estava.
Vanessa: Vim buscar as minhas coisas. – Pegou na mala.
Eunice: Mas o que se passa, onde vai?
Vanessa: Para casa. – Passou mais uma vez pela senhora indo saindo de casa.
Eunice: Mas como?
Vanessa: Um helicóptero vem, me buscar.
Eunice: Um helicóptero?
Vanessa: Exato. – Sorriu abraçando a empregada. – Gostei muito de a conhecer, vou ter saudades.
Eunice: Eu também. – Disse sem perceber o que se passava.
Vanessa: Até á vista. – Sorriu mais uma vez e afastou-se.
Vanessa pegou na sua boleia e saio, dali, pelos ares, olhando o que deixava para trás.
Chace: Está tudo bem? – Colocou o braço em volta dela.
Vanessa: Não está nem vai estar. – Retirou o braço dele, de volta dela e encostou a cabeça para trás.
Já Zac acordoava, o sol estava bem forte, ele mal conseguia abrir os olhos para ver alguma coisa, por isso esticou o seu braço para passar a mão por toda a cama, e ela não estava ali, ele virou o rosto, sustentado o corpo com os cotovelos no colchão.
Zac: Vanessa? – Sentou se em roda mirando todo o quarto, a roupa dela não estava ali, a não ser o sutiã, algo que ela deixou por descuido, ele levantou se para o apanhar e olhou em redor, não havia mais sinais dela. – Foi embora. – Ele começou a vestir se, guardando a peça de roupa intima dela, dentro de um dos bolsos, e saio para a rua sendo quase atropelado por um táxi.
Táxi: O senhor está maluco? – Gritou apanhado Zac que tinha caído no chão.
Zac: Não, estou apaixonado. – Levantou se sacudido a roupa com poeira.
Táxi: Está bêbado? – Tentou cheirar o bafo de Zac mas nada, apenas menta.
Zac: Não, estou muito lucido. – Esticou os braços ouvi do os ossos estralar pela queda.
Táxi: Quer que eu o leve…
Zac: Para casa. – Entrou dentro do táxi.
Táxi: Eu acho melhor ir ao hospital, antes. – Entrou dentro da sua viatura olhando para trás.
Zac: Estou bem, leve me apenas para casa e rápido. – O taxista abanou com a cabeça que sim, e Zac descansou a cabeça no encosto do banco fechando os olhos relembrou tudo o que se tinha passado na noite anterior, cada beijo cada toque.

Zac: Porque foste embora? – Perguntou para si, enquanto abria os olhos e via o teto do carro.

21/01/2012

Capítulo 26


Vanessa saio daquela casa, parando perto da estrada descalçou se, e o pensamento que veio de seguida foi louco. Os carros passavam com grande velocidade, e ela poderia apenas deixar-se ir, o seu pai receberia a operação, á mesma, tinha apenas que dar um passo, em frente…ou talvez estivesse a ser demasiado dramática.
Zac: Apanhei-te. – Disse agarrado a por detrás virando a para si. – O que ias fazer?
Vanessa: Nada estava só apanhar, ar. – Mentiu não lhe ia contras as ideia loucas que lhe passavam em mente.
Zac: Lá dentro, está tudo demasiado, chato, né? Muitas pessoas. – Esticou o dedo.
Vanessa: É, vamos para casa? – Perguntou ao ver que ele pedira para mandar para um táxi.
Zac: Não, isto não era o local, onde eu queria ir. – Entraram ambos para dentro do carro. – Foi só para fazer a vontade á minha mãe.
Vanessa: Então estamos a ir, mesmo para a onde?
Zac: Já vais ver. – Sorrio, mais uma vez, naquela noite ela tinha o visto sorrir várias, vezes, e isso era agradável. – Chagamos. – Anunciou.
Vanessa: Onde estamos? – Perguntou depois de sair do carro, estava no meio de uma estrada velha em frente, de uma casa.
Zac: Num sítio muito especial para mim. – Ele pegou-a ao colo já que ela estava descalça e a levou até ao jardim relvado que estava no outro lado daquela casa, colocou a no chão puxando duas espreguiçadeira, ela sentou se numa enquanto ele voltou entrar dentro de casa e voltou com uma garrafa de champanhe.
Vanessa: Então que local, é este? – Deitou se, olhando o céu estrelado, enquanto ele ficou sentado olhar para o corpo dela.
Zac: Era aqui que os meus avós moravam, já morreram deram me a casa porque simplesmente amo o campo. – Ela virou a cara olhando-o.
Vanessa: Isto aqui é super pacífico. – Fechou os olhos inspirando fundo. – Amanda devia amar isto. – Disse, não sabia porque dizia aquelas coisas, porque falava na viúva mulher dele, talvez fosse apenas para saber até onde os sentimentos que ele acreditava ser imortais por ela iam.
Zac: Amanda nunca veio aqui. – Vanessa abriu os olhos para o olhar, ele sorriu pelo seu espanto.
Vanessa: Não? – Ele abanou a cabeça que não deitando-se.
Zac: Os meus avôs, não iam muito com a cara dela, não sei porque, mas eles não a queriam aqui, mesmo depois de mortos eu fiz lhe a vontade.
Vanessa: Estou a ver. – Riu olhando mais uma vez o céu.
Zac: Mas qual é o teu local favorito?
Vanessa: Neste momento, aqui. – Levantou se ficando de pé, ele fez o mesmo movimento ficando por detrás de sim.
Zac: Porquê? – Perguntou, passado a mãe, pelo braço dela o que a fez arrepiar.
Vanessa: Porque estou aqui contigo. – Virou se olhando o, o que ela tinha dito tinha sido do fundo do coração.
Zac: Neste momento…- Pegou o braço dela aproximado a, sentido a respiração afagante. – Não podia estar mais de acordo com sigo. – Disse beijando a vorazmente, e ela amou isso, afastaram se por momentos quando se ouviu barulho, ele olharam o céu e viram os foguetes. – Feliz ano novo. – Disse arrumando o cabelo dela, para poder ver bem o seu rosto.
Vanessa: Feliz ano novo. – Disse puxando o para mais um beijo, e que beijo, ele apertava com tanta força e desejo contra o seu corpo. As línguas exploraram de forma eficaz a boca de cada um, os lábios simplesmente não se descolavam, e ela teve a ideia que tinha morrido, pois estava no paraíso, a boca simplesmente dele, não tinha explicação, para o que sentia.
Zac: Vamos para dentro – Disse num sussurro puxando o a para dentro de casa, onde passou com a sua boca pelo pescoço dela, por completo, as suas mão pareciam descobrir o que á tanto tempo ele queria o corpo dela, que agora que via era mais do que ele poderia imaginar.


Quando estava semi-nús foi quando Vanessa abriu os olhos e olhou para todo o corpo de Zac, riu dentro de si, ela não percebia a sua falta de auto estima, ele era mais do que ela podia sonhar, nem acreditava estar com um homem assim, lindo e gentil. E querido, que naquele momento não dês largava a sua boca, a não ser para retirar a sua roupa.


De beijo, em beijo caíram na cama, vanessa ainda gemeu de dor, por Zac cair em cima dela.
Zac: Desculpa. – Pediu preocupado.
Vanessa: Está tudo bem, apenas beija-me. – Pediu e ele não se fez de estranho, a beijou mais uma vez, cheio de vontade de ter mais um pouco dela, e ela tinha que admitir, a maneira que ele mordia o lábio dela era com tanto desejo. Ele não tinha duvidas estava mais que apaixonado, enamorado. Depois de tantos beijos e caricias, acabaram mesmo por fazer amor, e foi algo demasiado, intenso para ambos. Eles não percebiam o êxtase que tinha sentido; tinha sido tão forte, como nunca tinha tido antes. 

19/01/2012

Capítulo 25


Bem não sei como mas entrou alguém, no meu sistema e mudou a palavra passe do meu blog, algo que eu e apenas eu sabia. Não sei qual foi a intenção dessa pessoas, mas também não me interessam agora, já está tudo como deve ser e nas mãos da dona ou seja eu. Agradeço todos os comentários, brigada.
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A noite aproximou se, Zac pegou Vanessa pelo braço e a dirigiu até ao carro pedido lhe para colocar uma mascara. Ela não fez perguntas, apenas aceitou o seu pedido, ficando mais curiosa com o que ele teria preparado para aquela noite, que muitos achavam verdadeiramente magica. O carro parou e Vanessa entrou numa grande mação cheia de pessoas, bem vestidas, muitos de fato, só Zac estava diferente de todos os homem que ali passavam á sua frente de fato, e laço ou gravata.
Vanessa: Uau. – Disse olhando em redor, Zac por nada deixou a mão dela.
Zac: Vamos nós divertir? – Perguntou colocando a sua mascara, ela apenas acenou com a cabeça que sim; sendo puxada para a pista de dança por ele, onde agarrou, já que logo a musica mais calma suou, até aprecia estra planeado.
Vanessa: Gosto muito de si. – Sussurrou, ao ouvido de Zac que afastou, para ela o olhar.
Zac: Isso não pode ser…- Sorrio. – Para de me tratar por senhor, eu não sou mais velho que tu vinte anos. – Abraçou a juntado, mais os seus corpos, ela apenas se deixava seguir; de facto era o mais mal vestido ali, mas era o mais espontâneo e bom bailarino. – Eu também gosto muito de ti. – Disse quando a musica se calou, ela apenas sorriu. – A minha mãe, e as minhas primas, estão ali…- Apontou. – Vai lá, eu vou buscar umas bebidas para nós. – Vanessa acenou que sim com a cabeça, dirigido em frente tentado não cair, afinal ele disso que também gostava muito dela, isso só a fazia sentir pior cada vez que se lembrava que o tinha roubado.
Starla: Vanessa? Baixou a mascara Vanessa sorrio denunciando-se. – Apresentou lhe o meu ex-marido, pai de Zac.
David: Muito prazer minha querida. – Pegou na mão dela beijando a.
Vanessa: O prazer é meu…
Dylan: Mas é que é brasa mesmo. – Riram todos menos, Vanessa não fazia a mínima quem era aquele jovem loiro alto.
Zac: Cuidado com o que dizes. – Aproximou dado a bebida a Vanessa depois cercou a sua cintura com a sua mão, pareciam um casal.
Dylan: Ciumento. – Acusou apontado o dedo, a Zac saio pela festa dançando.
Zac: O meu irmão. – Informou Vanessa que ainda estava confusa. – Desculpa se ele te incomodou.
Vanessa: Não te preocupes, está tudo bem. – Olhou para os olhos, dele, naquela noite avia uma corrente a puxa-los para junto um do outro.
David: Zac, vêm ali comigo. – Puxou Zac bruscamente, quase derrubando a bebida em Vanessa.
Zac: Que foi pai, está louco? – Perguntou colocando o copo na bancada limpado as mãos, tinha entornado quase tudo.
David: Rapariga bonita. – Sorriu, olhando a de cima a baixo, Zac sentiu nojo e com vontade de lhe bater ao mesmo tempo.
Zac: É verdade ela é linda. – Seu pai gargalhou na cara dele.
David: Ainda bem que já te passou. – Riu batendo no ombro do filho.
Zac: Que pancada? – Tirou a mascarada olhando para o pai, que já se notava bêbado.
David: Amanda, aquela que te tinha posto a trela…- Parou de rir. – Ainda bem, porque agora que ela morreu, tenho planos para ti…
Zac nem queria estar a ouvir o que estava, o pai parecia louco, ele apenas sabia que gostava de estar perto de Vanessa, e que não era só aquela pequena amizade como ele imaginava que era, dês do início; avia algo mais.
Ashley: Tu e o meu primo estão bem próximos. – Sorrio cercando a com Brittany, uma de cada lado.
Brittany: Verdade, já rolou beijo? – Perdeu o seu braço no de Vanessa não a deixando escapar.
Vanessa: Beijo? Não…quer dizer sim, mas nada de mais. – Tentou esconder o brilho que apareceu em seus olhos.
Ashley: Como assim, nada de mais isso é fantástico. – Quase gritou histérica, Vanessa pediu para ela se controlar. – Desculpa.
Vanessa: Meninas, eu gosto muito do vosso, primo…- Saio do lado delas para ficar em frente. – Mas nós…
Ashley: Mas vocês vão estar mais á vontade quando nós mudarmos. – Sorriu de uma maneira malandro piscando o olho.
Vanessa: Mudar…como assim mudar? – Perguntou se olhando para as irmão, ela ia se embora Zac ia ficar sozinho?
Brittany: Arranjamos um emprego, que dá para manter um pequeno apartamento.
Ashley: Já que Zac nos paga as propinas, torna tudo mais fácil.
Vanessa: Vão sair de casa do vosso primo então…
Brittany: Precisamente, por falar em primo onde está Josh? – Colocou se me bicos dos pés mirando tudo.
Vanessa: Ele não veio, teve que voltar hoje para Nova Iorque.
Brittany: Porquê? – Perguntou triste, Vanessa não sabia o que se passava entre eles mas era óbvio que ela gostava dele.
Vanessa: Teve coisas para tratar. – Mentiu, tinha mandado o primo embora, ele já sabia o que Vanessa fazia mesmo ali.
Brittany: É pena. – Fez beicinho.
Vanessa: Pois. – Sorriu, estando magoada por dentro, ela devia ter parado aquele plano á muito tempo, tinha-se aproximado de demasiado, rápido de toda aquela família principalmente de Zac, e agora não tinha como fingir, e não se podia esquecer do seu objetivo, o seu pai.
David: Zac estás me a ouvir? – Perguntou, mas Zac estava mesmo mais virado para Vanessa.
Zac: Sim…
David: Á muitas mulheres de bons negócios á procura de marido e tu és um bom partido, muito bom. – Zac nem ouviu mais, nada, viu que Vanessa estava a sai da festa quase a correr, e deixou o seu pai para lá indo atrás dela.

16/01/2012

Capítulo 23 & 24


Antes de postar queria agradecer o apoio de todas, vocês que é assim, um motão de importante. Também queria divulgar uma nova história minha que vai ser em conjunto com a escritora andreia de Fanfics day, como the sexy girl, aqui fica o endereço… http://hotlovecrimes.blogspot.com/
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Cap.23
Chegaram ao escritório de Zac onde ele lhe entrou alguns papéis, e ficou a sorrir para ela, com tanto entusiamo.
Vanessa: O que é isto? - Olhou para todas aquelas folhas, ele não tinha a noção, estava a meter o diamante na mão do ladrão.
Zac: Todo o projeto, eu terminei as poucas falhas que tinha, e queria ver se aprovava. – Olhou para ela que olhava apenas para as folhas, foliava, e foliava mil vezes sempre a mesma coisa. – Enquanto, fica ai ver essas coisas, eu vou ao meu quarto, tenho uma coisa para si. – Saio deixando a sozinha com uma fotocopiadora e com o fax, algo que ela realmente desejava naquele momento não ter á sua frente. Mas tinha que ser, fotocopiou todo o projeto mandado de seguida a Chace, e depois sentou se no sofá com um enorme peso na consciência.
Vanessa: Voltou. – Sorriu quando ele voltou a entrar com uma caixa na mão.
Zac: Sim, desculpe a demora, pensava que tinha perdido. – Entregou lhe a caixa.
Vanessa: O que é? – Abanou, mas ele pediu para não o fazer.
Zac: Um presente de natal. – Sorriu pedido para ela abrir.
Vanessa: Uau. – Riu ao olhar para um dinossauro em miniatura, como estava nos museus estava perfeito.
Zac: Gostou? Fui eu que fiz, espero que não esteja muito mau…
Vanessa: Está maravilhoso. – Admitiu beijando lhe a bochecha que ainda picava, pela pouca barba.
Zac: Ainda bem que gostou.
Vanessa: Tenho pena de não ter comprado nada, acho que vou fazer uma Amanda para si em miniatura. – Zac fechou o sorriso não percebeu a piada até chegou a levou a mal, porque é que ela agora estava a falar dela?
Os próximos dias que se passaram para Zac foram estranhos, Vanessa estava fria e distante com ele, nem sequer parecia a mesma, pessoa, já não o ouvia até quase que fugia dele sempre que o; via, mal se cruzavam pela casa.
Zac: Vanessa. – Chamou mais alto antes de ela subir as escadas, ela não teve como não se aproximar dele.
Vanessa: Sim? – Perguntou sentado se, no sofá distante do dele.
Zac: Está tudo pronto para está noite, a noite de final de ano. – Ela murmurou e acenou com a cabeça que sim.
Vanessa: Ainda bem. – Mandou lhe um sorriso amarelo, e levantou se mas antes de ela sair da sala ele voltou a pronunciar o seu nome.
Zac: O que se passa? – Perguntou, lhe ela já estava á espera, mas não tinha resposta, “felizmente” pensou, quando ouviu a campainha tocar; é isso que se chama ser salva pelo bongo. – Boa tarde, em que poderia ajuda-lo?
Austin: Boa tarde, estava á procura da Vanessa, ela está? – Vanessa ouviu de longe a sua voz e apertou os olhos, e ela a pensar que aquele som de campainha tinha sido um salvamento, na verdade tinha sido um presente, envenenado.
Zac: Depende, quem é o senhor? – Cruzou os braços e fez peito para parecer maior.
Austin: O meu nome é Austin, sou o namorado de Vanessa. – Zac tossiu, e olhou par trás onde estava Vanessa.
Vanessa: Austin…- Bufou aproximando-se. – O que fazes aqui? – Perguntou colocando se em frente de Zac que não saio dali.
Austin: Como assim o que faço aqui, vim ter contigo, tu desapareceste. – Entrou na casa sem pedir, olhando em volta, nunca tinha estado numa casa tão grande, girou em volta dela com um sorriso nos lábios. – Bela casa.
Zac: Talvez seja melhor eu sair, devem ter muito que conversar.  – Disse sem ter vontade de sair dali.
Vanessa: Não é preciso, nós não temos nada que falar. – Zac sorriu e caio no sofá encostado a cara na mão.
Austin: Como assim, não temos que falar Vanessa, eu sou teu namorado…
Vanessa: Ex namorado…- Expressou bem a palavra. – Nós não temos mais nada.
Austin: Isso tudo é pela, minha viajem, ainda estás chateada é isso?
Vanessa: Não, eu estou chateada, por apenas não me deixares em paz. – Suspirou, só queria que ele saísse dali.
Austin: Eu amo te…- Tentou aproximar se, e ela também e aproximou levando o até á porta.
Vanessa: A única coisa que tu amas, é o teu grande ego; agora tchau. – Sorriu batendo a porta na cara dele.

Cap.24
Ao fechar a porta Vanessa caio no riso, finalmente ele a ia dar em paz, pelo menos ela assim esperava. Austin, era daqueles rapazes cheios de mania e muito gabarolas, ele traia pedia desculpas, e voltava, desaparecia para fazer viagens, voltava ela perdoava, e pronto. Mas agora acabou, finalmente ela tinha posto, um ponto final naquele romance cheio de farsas.
Zac: Agora, percebo. – Vanessa congelou, tinha-se esquecido que ele ali, estava, ela apenas se virou, para ele.
Vanessa: Percebe o quê? – Perguntou olhando para o sorriso que ele tinha nos lábios.
Zac: Porque tem andado tão estranha. – Levantou se indo até ela desviou a franja dos seus olhos. – Tinha alguém, bastante chato atrás de sim.
Vanessa: Lá isso é verdade. – “Mas na verdade estou triste por te mentir, e enganar” pesou mostrado um sorriso falso.
Zac: Está tudo bem agora. – Baixou se dando-lhe um pequeno beijo na bochecha. – Vou para o escritório.
Vanessa: Ok. – Disse vendo sair da sala. – Ai…- Suspirou de angústia. – Eu não acredito; eu amo o tanto. – Disse para sim num sussurro fechando os olhos, até que seu telemóvel despertou, para a realidade, e que realidade, era Chace.
**** Ligação ****
Vanessa: Sim? – Disse sem vontade.
Chace. Minha querida dou te os parabéns por teres conseguido o que queríamos. – Gargalhou do outro lado da linha.
Vanessa: Sim, consegui. – Fugiu até ao seu quarto para ninguém escutar a conversa.
Chace: Desculpa só ter telefonado hoje, mas apenas hoje fui a casa e vi aquilo que mais queria.
Vanessa: Pois. – Disse seca.
Chace: Calma Vanessa, não te esqueças que vai ter direito á tua parte; onde estás?
Vanessa: Na casa do senhor Zac. – Disse senhor para poder se distanciar dele, mas nem assim conseguia.
Chace: O quê? O que raio é que tu fazes ainda ai, não á nenhum projeto de arqueologia, ai não á osso, era mentira lembras-te?
Vanessa: Sim, eu lembro-me, mas eu prometi-lhe que passaria a noite de ano novo estaria com ele, e assim será.
Chace: Vanessa…
Vanessa: Eu não vou sair daqui até depois de darem as dez badaladas.
Chace: Tudo bem, amanhã, quero te em Nova Iorque, tens dinheiro arreceber.
Vanessa: Eu ai estarei.
**** Fim de ligação ****
Desligou o telemóvel, engolindo a seco, ela tinha que fazer aquilo, mas não queria, mas o sue pai era a sua prioridade.