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09/06/2012

Capítulo 42 - Dedicado á minha mana Laura


Antes de postar queria divulgar aqui uma nova história de autoria de Thauany http://fixaheartzanessa.blogspot.pt/ Fix a Herat Uma história de dois adolescentes que se conhecem na rodagem de um filme e se apaixonam, mas os anos vão passado e certas coisas podem mudar, como sentimentos talvez. É isso deem lá um salto e leem esta historia, não se esqueçam de deixar um comentário.
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O beijou se prolongou por vários minutos, Vanessa tinha uma estrema saudade dos lábios de Zac como ele dos dela. Mas quando tiveram que ganhar ar, Vanessa acordou e afastou Zac bruscamente de seus braços, ele apenas a olhou, não entendia aquela reação brusca.
Vanessa: Isto é errado. – Limpou seus lábios desejando minutos depois não o ter feito, todo o gosto dele tinha desaparecido.
Zac: Porquê? – Tentou manter a calma estava, muito entusiasmado com aquele beijo, o que ela fazia sentir era do outro mudo.
Vanessa: A tua mulher…
Zac: Minha futura ex-mulher. – Tentou se aproximar dela mas ela fugia literalmente dele. – Eu não a quero mais, eu nunca quis; não sabes o que tem sido estes últimos dias sem ti, vivi no inferno. – Finalmente ela parou e ele pode chegar a ela, pegando ambas as mãos de Vanessa que tremiam.
Vanessa: Imagino… - Repreendeu pelo que ele disse no dia que chegou ao hotel. – Tu aproximas te bastante de Amanda está claro.
Zac: Não fiz nada de errado…- Respirou fundo e teve cuidado com tudo que dizia, não fosse meter a pata na poça e, ela nunca mais o olhar. – A não ser beija-la, mas sempre que o fazia vinhas me tu á mente, e hoje enquanto fazíamos sexo era como se fizesse amor contigo. – Mordeu o lábio ao ter-se descuidado.
Vanessa: Dormiste com ela? – Perguntou calma, afinal ela não podia esperar que estando no quarto com uma mulher isso não acontecesse.
Zac: Pois…- Riu torto e envergonhado. – Acho que falei de mais nessa parte.
Vanessa: É a tua mulher. – Cruzou os braços e olhou a lua retendo as lagrimas. – Normal.
Zac: Para com isso… - Implorou, pegando na cara dela, queria que olhasse os olhos e visse tudo o que ele estava a sentir, o que era muito grande, maior que ele maior que tudo. – Para de insistir com isso de ela ser minha mulher…- Beijou lhe o queixo e ela manteve os olhos fechados ao sentir o toque. – Eu não a amo, eu amo te a ti…- Disse quase sem voz, quando a viu baixar o rosto. – Olha para mim. – Levantou a sua cabeça. – Porque fazes isto, porque me obrigas as estar longe de ti…porque te afastas de mim?
Vanessa: Eu aproximei me de ti…e depois roubei-te. – Lembrou a cara dele quando lho disse, sentiu o odio que ele lá no fundo sentiu.
Zac: A única coisa que tu roubaste de valor foi o meu coração. – Levou a mão ao peito dele, onde se sentia as batidas rápidas.
Vanessa: Como podes esquecer tudo tão rápido. – Questionou, sentia se um mostro com o que lhe tinha feito; ele não via isso?
Zac: Tu amas o teu pai, ficas te com medo dele morre e não poder fazer nada…entraste em desespero…
Vanessa: Para de tentares-me desculpar. – Deu-lhe de costas e chorou, porque ela não se deixava de coisas e o abraçava de uma vez?
Zac: Porque não te desculpas tu…- A voltou a virar para sim limpando o rosto molhando. – Vanessa, tu pensas que ao afastar me estás a fazer algum tipo de bem, pois deixa-me te dizer que estás a fazer tudo de errado, roubar me não doeu tanto com o que estas a fazer agora.
Vanessa: Isto nunca vai resultar…
Zac: Para com esse pessimismo. – Abraçou e ela deixou se estar, queria mesmo estar ali. – De que tens tanto medo?
Vanessa: De não te conseguir fazer feliz… depois de todo o mal que te fiz; eu peguei no teu coração e furei com o meu tacão…não entendo como ainda olhas na minha cara. – Sussurrou no ouvido dele, aquilo que a sufocava, Zac não a soltou dos seus braços, não estava pronto para isso, precisava estar ali.
Zac: Porque queres, te culpar tanto…já disse que perdoei. – Apertou a mais em seus braços. - Eu tenho muitos buracos no meu coração, mas nenhum foi pelo que me fizeste mas sim pelo que fazes; nós nos amamos, vamos ter um filho, mas mesmo assim tu não queres estar ao meu lado. – Tirou a de perto de si, e fez a pergunta que mais o pressionava. – Tu amas me mesmo?
Vanessa: Claro, que eu te amo. – Zac sorriu ao ver que agora foi ela que correu para não o deixar ir, a força que ela colocou nas suas mãos para agarrar os seus braços dizia tudo, mas ela tinha que a ver que o que tinham era certo.
Zac: Se me amas faz me o favor parar de te tentar afastar, e fica aqui ao meu lado, agora sempre e mais um pouco, não te vaias embora eu preciso de ti, talvez seja errado dizer te isto, mas sim eu preciso e muito…faças o que faças meu coração não deixa a minha cabeça te esquecer, e ele está sempre certo, eu não consigo viver sem ti, não me obrigues a isso então. – Aproximou se mais uma vez até aos lábios dela e a beijou, com a maior calma queria saborear mais uma vez aquele lábios suaves que tocavam nos seus e o faziam arrepiar; e quando, menos deram por isso estava desnudos em cima da areia quente, beijando se repetido o que acontecera na noite de Ano Novo.
Vanessa: Isto foi tão mágico quanto da primeira vez? – Perguntou num sussurro estava cansada a areia colava se ao seu corpo, pelo suor que ainda escorria pelo seu corpo, o desejo era tanto que demoraram a deixar se, por mais que estivessem exaustos.
Zac: Não, esta vez foi muito mais…- Olhou para ela que descansava a sua cabeça em cima de seu braço. – Porque agora eu sei, que sempre que acordar, tu vais estar aqui sempre ao meu lado. – Voltou a beija-la, até ela o afastar sentia se um pouco mal pelo local onde estavam.
Vanessa: Te prometo isso. – Acariciou a cara dele, que de seguida devorou a cara dela com pequenos beijos.
Zac: É melhor irmos indo…- Se levantou ajudando a começou de seguida a vestir-se. - Devem já andar á nossa procura.
Vanessa: Como vão ser as coisas com Amanda? – Abraçou de lado Zac que apenas vestiu as calças o resto levava ma mão, talvez para ser claro com o que tinha acontecido; era a melhor maneira de dar a notícia Amanda? Talvez não, mas ele não pensava nisso.
Zac: Bem ela vai ter que aceitar essa separação. – Falou quando saio dos seus pensamentos, o hotel já estava próximo.
Vanessa: Sim. – Suspirou longamente e puxou Zac para uma das salas privadas só para empregados, de certo Ian estaria lá.
Ian: Voltaram. – Sorriu de lado, levantando se, Vanessa engoli-o seco ao ver que Amanda também ali estava.
Amanda: E agarrados. – Levantou se de onde estava e começou a caminhar até eles com um olhar mortal. – O que se passa? Expliquem-se!
Zac: Amanda… - Começou afastando se de Vanessa tapou o seu tronco nu com a blusa. – Temos que conversar.
Amanda: Estou a ouvir. – Voltou se a sentar esperando que Zac fizesse o mesmo, esperava por uma longa conversa.
Vanessa: Esperamos lá fora. – Disse puxando Ian pela mão que apenas se deixava levar.
Ian: Ficaremos, aqui. – Sussurrou ao sair da sala encostou seu ouvido á porta Vanessa revirou os olhos, mas acabou por fazer o mesmo.
Durantes mais meia hora apenas se ouviam sussurros de Zac, ele explicava tudo desde início, o que estava acontecer, e o que já tinha acontecido. Que não podia estar mais com Amanda porque amava Vanessa, e não podia mais estar no meio daquela farsa.
Zac: E é isso… - A olhou depois de ter contando tudo, até aquele momento apenas olhava para seus dedos que brincavam pelo seu estado de nervosismo. – Eu peço que me compreendas, eu preciso e muito de ser feliz.
Amanda: Estás a gozar com a minha cara, certo? – Olhou para ele de lado, aquela história lamechas entre ele e Vanessa já a cansava.
Zac: Claro que não; eu gosto muito de ti e não te quero magoar…
Amanda: Estou-me a borrifar para o que tu sentes ou alguma vez sentiste. – Falou furiosa deixando a sua máscara cair.
Zac: Desculpa? – Voltou a perguntar, não acreditou na frieza das palavras dela.
Amanda: Estás desculpado meu querido. – Riu de deboche encostado se á sua cadeira relaxou, ela tinha que pensar, estava a fazer tudo errado, mas não dava mais para voltar atrás, Zac já tinha percebido que ela não era nem nunca tinha sido o que ele imaginava.
Zac: O que é que se passa contigo? – Tentou compreender aquela Amanda, que nunca tinha conhecido na vida.
Amanda: Sabes estou muito farta disto… - Admitiu se levantado, dei lhe de costas como se ele não merece se olhar na cara dela. – Eu nunca gostei de ti, mas também não era idiota de escolher um rapaz que era o popular da escola, daqueles que tem a cabeça vazia e só pensa em desporto; seu futuro acaba a maioria por ser uma miséria mesmo, mas deixa me te dizer que até eram bons na cama, e muito originais.
Zac: Como é que tu sabes disso…? – Levantou se agarrando a pelos braços. – Tu perdeste a virgindade comigo.
Amanda: Zac eu não perdi anda contigo. – Empurrou para trás. – A não ser tempo…eu andava contigo e com muitos outros, idiota.
Zac: Tu nunca me amaste? – Perguntou, Vanessa na porta apenas queria entrar percebia a dor na voz dele, afinal toda a sua vida ao lado daquela mulher tinha sido uma mentira, ela não poderia imaginar a dor que ele sentia naquele momento.
Amanda: És tão ridículo…- Riu na cara dele, que fechava os punhos de raiva, pelo que ela lhe estava a fazer. – Amor, amor…achas mesmo que isso existe? Isso é apenas uma ilusão de adolescentes; sempre foste um miúdo estranho, nunca pensei que tanto ao acreditar que nem uma menina de oito anos em conto de fadas.
Zac: Acreditar no amor…é ser se ridículo? – Pensou em Vanessa e não achava nada daquilo, mas sim que era uma das melhores coisas do mundo e que o fazia sentir vido, Amanda que era uma mal-amada e já não sabia o que dizer.
Amanda: Não para miúdos sonhadores e adolescentes que acredita no para sempre, mas vejo que não te passou isso ainda… mas queres saber o que é o ridículo, dos ridículos? – Vanessa do lado de fora não estava mais a suportar ver Amanda a fazer aquilo com Zac queria entrar e lhe bater mesmo, por isso abriu um frecho da porta para poder além de ouvir visualizar quando seria a melhor altura para ela entrar. – Achar que uma pessoa como eu, naquela época sairia com um rapaz como tu.
Zac: Tu usas te me? – Olhou para a porta viu que Vanessa estava meio que enfiada entre ela.
Amanda: Bem, acho que podemos dizer isso mesmo… mas também tenho que te dizer a verdade, com o passar dos anos ficas te bastante melhor. – Passou as mãos pelos peitorais dele; Zac estava tão tenso que não se mexeu, melhor tinha medo de lhe chegar a bater. – Tu melhoraste em todos os níveis, bem que eu também te ensinei umas coisas; vendo por outros lados não foste perda de tempo não, minhas amigas invejavam-te, não foste mau.
Zac: Não fui mau? – Gritou dando lhe um empurrão que a fez bater com as costas na parede, e o gemido de dor pode se ouvir sair pelos lábios, que tremia de medo daquele Zac. – Eu dediquei toda a minha vida a ti…tu durante anos e anos foste tudo para mim, eu desisti de varias coisas por ti, eu te dei tudo.
Amanda: Sim e eu…- Suspirou sentido a dor em suas costas. – Te agradeço por isso…
Zac: Quem era o pai do teu filho? – A pegou pelo pulso e apertou, Amanda sentiu o corpo tremer, tanta raiva no olhar de um homem tão sereno tornava se assustador. – O que realmente acontecer, eu quero toda a verdade.
Amanda: Eu realmente não morri, bem isso já é óbvio…- Sentiu o seu pulso ser apertado cada vez mais e gemeu. – Tivemos um acidente mas tudo estava planeado, foi uma farsa, estavas a exigir que eu tivesse um filho e eu não queria ficar gravida, por isso iria fingir a minha morte e desaparecer…
Zac: Tanto trabalho…- Riu da ironia da situação, toda a dor, todo o choro por uma mulher que estava bem.
Amanda: Todo esse tempo eu estive perto de Chace, e com as voltas que demos, acabei por ficar gravida dele, mas depois tu querias te separar de mim, ele não queria mais olhar na minha cara, tudo por Vanessa…então eu também não queria ficar com varizes, e matei esta criança. – Disse cruel, as pernas de Zac estremeceram.
Zac: Tu és uma cabra. – Levantou a mão, mas Ian voou da porta até Zac impedido que ele bate-se em Amanda.
Ian: Tem calma. – O tentou agarrar mas ele não parava quieto Zac estava possesso e cego de raiva.
Zac: Tu matas te uma criança, tu matas -te me a mim com as tuas mentiras…és uma sínica metes me nojo…
Amanda: E tu metes me pena….bobo apaixonado. – Olhou para Vanessa de lado e saio o mais rápido dali.
Horas se passaram depois do acontecimento, já era madrugada e Zac estava na mesma, tremendo numa cadeira onde não se tinha mexido para nada. Parecia surdo, cego, e mundo…não respondia as perguntas, parecia não os ouvir.
Vanessa: Mais tranquilo? - Perguntou lhe pela milésima vez, e ele finalmente olhou para ela.
Zac: Demasiados choques para um dia só. – Olhou, em redor viu que estava apenas ali ele e Vanessa, Ian já se tinha ido, tinha estado tanto em outro mundo que por momentos perder a noção de tudo o que se passava em seu redor, e ai veio a preocupação com Vanessa a noite passava e ela estava ali sentada desajeita por causa dele.
Vanessa: Não lhe ligues…- Se levantou e saio puxando até seu quarto. – Ela sempre foi uma menina fútil, e agora uma mulher de cabeça oca. – Zac riu e concordou mentalmente, entrado no quarto caio em cima da cama, fechou os olhos.
Zac: Menina fútil, mulher de cabeça oca…mas se serviu de mim, e do meu dinheiro. – Vanessa caio ao seu lado, aquilo punha em questão que ela de certo modo também o tinha usado, mas não queria pensar naquilo neste momento, apenas o abraçou.
Vanessa: Esquece, esquece a mesmo, ela não importa agora, descansa. – Falou passando os dedos pelo cabelo dele, relaxando-o.
Zac: Sim, tens razão…- Abraçou encostando a sua cabeça no ombro dela. – Que quer uma Amanda, quando se tem uma Vanessa?
Vanessa: Amo te. – Sussurrou, tinha tanta vontade de lhe dizer aquilo.
Zac: E eu amo te a ti. – A beijou deixando Amanda e todos os outros problemas para lá, o que importava agora é que a tinha.
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Dedicado á minha mana Laura porque, é um dos capítulos mais importantes desta historia, e na historia da minha vida ela é um dos capítulos mais importantes para mim, amo te mana. Obrigada a todos os comentários por escrito ou nos quadrados, brigada.


29/05/2012

Capítulo 41


Noite escura chegou no céu via se a grande lua cheia que iluminava toda a zona. Já se podia ouvir barulho de fundo a festa estava a ser preparada, e os hóspedes do hotel se preparava para uma noite diferente, pelo menos para Vanessa seria no mínimo diferente só pela presença de Zac que pressentia que ele ia aparecer, e se ia cruzar com ela.
Zac: Não estás demasiado cansada para irmos nessa tal de festa? – Semicerrou os olhos para poder ver Amanda que se preparava á horas em frente do espelho enquanto ele estava deitado apenas em boxers ainda em cima da cama pronto para dormir.
Amanda: Não, eu dormi tudo o que queria, e meu corpo está totalmente relaxado, agora só quero ter uma noite de diversão. – Borrifou o pescoço com o seu perfume preferindo esperando que Zac se levanta se e apronta-se rápido.
Zac: A mim não me apetece nada. – Bocejou virando se de lado, fechado simultaneamente os olhos.
Amanda: Para com isso Zac…- Virou se para ele, revirando os olhos ao vê-lo espojado no meio da cama. – Nessa cama tu mais me pareces um velho, vá, lá aproveita a vida, nem sempre terás as mesmas capacidades. – Lembrou que um dia ficaria velho e errogado, mas estava feliz porque ai podia dormir o tampo que ele quisesse teria a desculpa da idade.
Zac: Ai…- Suspirou profundamente. – Sabes sinto me velho mesmo, daquele que não se mexem, para mais depois do mergulho que dei hoje…
Amanda: E depois? – Interrompeu. – Dormiste até agora, este sítio é simplesmente magnífico. – Levantou-se indo direita ao armário dele retirando a roupa que teria que vestir. – Que tal deixares o teu cansaço para a mais logo e dormires á noite? – Preguntou, mandado mesmo que ele se levanta se logo.
No outro lado do hotel Vanessa se olhava ao espelho, tentou ficar o mais simples possível, estava gravida a paciência para grande elaboradas seções de maquilhagem estavam fora de sua lista, apenas se olhou ao espelho podendo ver que simples mas bonita. Depois de horas vendo o seu reflexo saio á hora combinada para o corredor onde Ian a esperaria.
Vanessa: Aqui estou. – Sorriu ao ver o amigo com uma cara de exaustão, sim passavam alguns minutos do combinado mesmo.

Ian: Tens a noção que estás perfeita? – Pegou na sua mão fazendo a dar uma volta para si.
Vanessa: Um grande exagero teu. – Tentou ser humilde mas se sentia bonita além da grande barriga se sentia naquela noite, especial.
Ian: Exagero nada, até tenho vergonha de ir vestido deste jeito ao teu lado. – Apontou para a sua fatiota esperando o elogio dela.
Vanessa: Não sejas tolo…- Olhou de cima a baixo mordendo o lábio tinha que admitir que tinha um amigo lindo. – Estás lindo.
Ian: Então vamos? – Perguntou com o seu ar galã oferecendo o braço que ela logo pegou.
Vanessa: Sim vamos. – Suspirou, não entendia como acreditava tanto que iria ver Zac, seria seu sexto sentido, ou seu coração avisar.
Quando chegaram á sala viram como estava totalmente cheia, nem sabia como passar por tantas pessoas.
Amanda: Isto está totalmente cheio. – Olhou em redor com seu longo pescoço.
Zac: Sim…com sorte talvez arranjaremos uma mesa. – Falou num tom quase irónico na parte de sorte, ele não queria estar ali.
Empregado: Desculpe. – O s chamou. – Tenho uma mesa á vossa espera. – Anunciou levando os até á mesa onde se sentariam eles e supostamente mais pessoas, porque em outros dois lugares naquela mesa estava marcados como ocupados.
Amanda: Pena que teremos companhia. – Reclamou curiosa por descobrir quem ficaria perto deles.
Zac: Pois, quem será que vai ficar mesmo á nossa frente? – Perguntou se ao ver Vanessa aproximar se agarrada a Ian.
Ian: O que estão afazer na nossa mesa? – Perguntou como se fosse inocente e não soubesse de nada, mas Vanessa o conhecia.
Amanda: Minha queria Vanessa. – Olhou para a barriga dela e abriu o sorriso mais falso que poderia ter.
Zac: Disseram nos para sentarmos nos aqui, mas podemos sair…- Levantou se sendo de imediato puxado por Amanda.
Amanda: Que é isso Zac, já fizemos o nosso pedidos queres que comamos no chão? – Falou um pouco alto e histérica chamando atenção.
Ian: Sim tens razão…- Sentou se puxando Vanessa que parecia paralisada a olhar para Zac. – Deixem se ficar, vai ser bom.
Amanda: Sim, afinal a mesa dá para todos. – Sorriu passado a mão pela perna de Zac enquanto este olhava para Vanessa, quase distraído como se não estivesse ali mais ninguém, o que irritou Amanda, tinha vontade de socar e dizer “Hey tua mulher, sou eu, olha para mim”.
Vanessa: Não acredito. – Sussurrou olhando para detrás, para não poder ser ouvida.
Ian: Será apenas o jantar, depois sairemos daqui. – Disse no mesmo tom ganhando o olhar zangado, de Vanessa que sabia o que aquilo tudo era plano de Ian, naquele momento não sabia se o odiar ou gostar mais, pelas suas intenções, ela não sabia se aquilo era bom ou mau.
Amanda: Bem Ian, qual é a sua profissão? – Perguntou já a meio do jantar, mas estava tudo tão calado que ela não suportava.
Ian: Sou o dono deste hotel. – Os olhos de Amanda brilharam, Vanessa apenas revirou os olhos, pelo modo como ela se comportava em frente do marido, ela imaginava por detrás, não sabia como Zac aguentava tudo aquilo, dava amor a quem nem sequer o amava.
Amanda: Não acredito. – Gritou histérica mais um vez pegou a mão de Zac com todo o entusiasmo este apenas lhe deu um sorriso fraco. – Isto é magnífico, querido estamos sentados com um dos maiores donos dês hotéis deste local. – Bateu palminhas de modo infantil Vanessa aguentou ao máximo para não cair no riso.
Zac: Pois. – Disse continuando a comer se á coisa que não lhe interessava era o quanto Ian era bom fosse no que fosse.
Amanda: Á quanto tempo conhece a Vanessa? – Zac logo olhou, aquilo sim já era de seu grande interesse.
Ian: Á anos. – Pegou na mão dela sorrido, Zac apenas estremeceu de raiva. – Estudamos juntos, sempre fomos grandes amigos.
Amanda: Entendo amor, á primeira vista. - Riu da cara de Vanessa nem ela sabia que aquele filho era de Zac.
Ian: Quer dizer…
Vanessa: Desculpe. – Falou tapando a boca ao sentir um enjoou. – Tenho que ir no banheiro estou mal disposta.
Ian: Precisas de alguma coisa? – Levantou se da cadeira ajudando a alevantar se, Zac mordeu se todo, entendi porque ela estava com ele, pelo menos na sua cabeça ela estava, mas ele pensava que como ele era romântico cavalheiro ela o preferia.
Vanessa: Nãos. – Suspirou saindo até finalmente entrar no WC.
Longos minutos se passaram a única que ainda comia naquela mesa era Amanda, tanto Zac nem Ian não comiam porque estavam preocupados com a demora de Vanessa. Os olhares se cruzavam como se fosse fogo cruzado até Ian não aguentar mais; acreditava se o olhar matasse ele já estava esticado no meio do chão pelo modo como Zac o olhava, com raiva e ciúme.
Ian: A Vanessa esta a demorar…- Olhou para o relógio de pulso. – Vou ver se ela está bem. – Levantou se saindo até ao banheiro feminino.
Amanda: O Show de amor vai começar. – Bateu palminhas apenas para irritar Zac, queria passar a imagem que já ela imaginava que fosse dentro da cabeça dele, Vanessa e Ian juntos aos beijos num canto qualquer, e ele ali preocupado com ela.
Zac: Já venho. – Saio sem deixar Amanda abrir a boca para o poder interromper, depois correu que nem louco á procura de Vanessa ou Ian mas não conseguia encontrar nenhum. – Ali estão. – Sussurrou olhando ao longe deixou se ficar por momento, ficou totalmente furioso ao ver que a boca de Ian se aproximava da Vanessa, não aguentando mais correu até eles empurrando Ian para longe de Vanessa.
Vanessa: Estás doido? – Correu até Ian que queixava se de dores nas costas, por ter batido com alguma força na parede.
Zac: Desculpa, eu vi o próximo de ti…
Vanessa: E depois? – Gritou, deixando Ian de pé. – Achas que isso te dá direito de fazeres o que acabaste de fazer?
Zac: Eu não queria mas…
Vanessa: Porque é que estás aqui? – Interrompeu mais uma vez não suportava tê-lo por perto ou sequer ouvir a sua voz, amava o e ter que estar ali com ele ao seu lado e sem poder lhe tocar, quase que a matava por dentro. – Vai te embora sai da minha frente, da minha vida. – Gritou mais uma vez, sentido pequenos pontapés de seu filhos avisando a para se acalmar, senão poderia aquela gravidez ter consequências.
Zac: Desculpa…- Pediu mas ela saio a correr mal podia com as suas pernas á minutos atrás, não fazia a mínima ideia como agora corria.
Ian: Nós não temos nada. – Se endireitou com ajuda de Zac que se sentia mal com aquela situação. – Eu entendo todos esses teus ciúmes por ela, tu a amas e não vives sem ela, por isso eu te dou uma sugestão, não a deixes fugir…por isso corre atrás dela, de preferência já e rápido. – Pediu, agradecido Zac saio pela praia, o vestido branco de Vanessa refletia e ele sabia por onde ir.
Zac: Vanessa podia esperar por mim? – Gritou, Vanessa ouvia mas não tinha intenções de parar. – Espera. – Gritou novamente e correu parando á sua frente, ela ainda tentava passar mas ele não deixava, também o tentava ignorar, mas ele também não tinha intenções de deixar.
Vanessa: Que foi? – Falou calma, não queria gritar por seu filho, sempre que o fazia ficava com dores. – Deixa me em paz.
Zac: Por favor não me faças isto. – Caio aos seus pés implorando. – Não achas que já me magoaste o suficiente? – Os olhos de Vanessa brilharam com a pergunta e a vontade de chorar crescia, passou lhe tudo pela cabeça, tudo de errado que lhe tinha feito, e sim ele não merecia, mas ela não sabia mais que fazer.
Vanessa: Se eu, te magoou porque não vais para longe de mim…ou então porque não mudas de hotel? – Perguntou quase num pedido que ele o fizesse sempre era mais fácil superar quando não o tinha por perto, mas agora tinha e tudo ficava diferente, já era impossível ela o esquecer, naquele momento ainda se tornou maior essa impossibilidades.
Zac: Não és tola eu sei que não… apesar do que eu te disse de Amanda, sabes bem que eu te amo. – Pós se de pé, pegando ambas mãos dela.
Vanessa: Não digas isso…- Tentou se esquivar, mas quando sentiu a testa dele na dela paralisou, e apenas ficou sentido a respiração dele batendo na sua face como se fosse a melhor brisa que podia existir naquele momento.
Zac: Porquê? – Passou por ela agarrando a por detrás aterrou seus lábios no pescoço moreno. – É a verdade, e eu tenho que a dizer… eu amo te. – Sussurrou no ouvido dela, e voltou colocando se na sua frente com uma cara diferente da que tinha á segundos atrás, agora estava mais triste talvez. – Podes não me amar mais, mas não me podes privar dos meus sentimentos por ti.
Vanessa: Achas mesmo que eu não te amo? – Vanessa falava e nem sabia porque dizia aquelas coisas, deviria estar calada e mostrar lhe uma postura mais fria mas não conseguia, ele não precisava de dizer nada para a fazer amolecer, apenas olhar para ela chegava.
Zac: Sim, já vi que me esqueces-te…- Fechou os olhos e se afastou um pouco dela, não sabia o que estava a fazer, sabia que queria o melhor para ela, mas talvez ele não o fosse. – Que estás com outro, e eu compreendo, não te aborreço mais. – Suspirou, estava a desistir, a tentar entrar em si o no que era melhor para Vanessa, tinha que faze-lo por ela. – Vou-me afastar e deixar desfrutar te com calma dessa tua gravidez…para mais estas gravida de…
Vanessa: De ti. – O interrompeu fazendo o coração dele acelerar, ele não sabia se rir, se o que fazer, ele acreditava mais estar a sonhar.
Zac: O… quê? – Ficou parado que nem uma parede estava totalmente branco, assustou Vanessa, ele parecia ir desmaiar.
Vanessa: Achas que este barrigão, são apenas de dois meses de estadia por aqui? – Perguntou rindo da cara dele, era espantoso tirar aquilo das costas dela e finalmente contar a verdade, nunca mentiu mas omitiu era quase o mesmo e não suportava mais aquela situação.
Zac: Eu vou ser pai? – Perguntou com um sorriso torto, apetecia-lhe pular que nem uma criança pela felicidade que sentia.
Vanessa: Tu já és pai, te sum filho de Amanda….
Zac: Não, eu não sou…- Entristeceu um pouco ao relembrar tudo que acontecera á meses atrás, ele estava tão desejoso de ter um filho, imaginava já tudo, como ele seria o que ele lhe insinaria, mas depois tudo desapareceu como cinza ao vento. – Amanda abortou, caio das escadas.
Vanessa: Lamento. – Disse levando de seguida a mão á sua barriga imaginado que tal lhe pudesse acontecer, aquele filho já era tudo para ela…mas mesmo assim não entendia como Amanda parecia tão feliz depois de perder um filho.
Zac: Mas espera; eu vou ser pais e só me dizes agora…assim desta maneira; porque não me disseste antes?
Vanessa: Não valia a pena. – Disse fechando os olhos, suas pernas começaram a tremer, temia que ele a odiasse por esconder tudo aquilo.
Zac: Não valia a pena? Não gozes comigo…isto vale tudo. – Sorriu passando a mão na barriga dela, Vanessa logo pode sentir o leve pontapé. – Temos jogador de futebol. – Brincou, ajoelhando se novamente encostou a sua cabeça na barriga dela, e aquela sensação de vida foi uma das melhores que ambos alguma vez tinha sentido.
Vanessa: Zac…- Puxou de volta para cima, a conversa não podia ser apenas aquilo, ela não queria mas na sua cabeça ele tinha que estar zangado com ela odia-la não querer mais estar ali perto, mas ele era diferente, fazia tudo ao contrário do que ela imaginava.
Zac: Desculpa…- Interrompeu antes que ela pudesse dizer algo. – Mas é que eu estou mesmo farto de te ouvir falar. – Dito isto fez a vontade que tinha desde do primeiro dia que a viu, a beijou, e não a deixou mais fugir de seus braços.

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Bem acho que teve um final que algumas já queriam algum tempo, mas isto ainda não acabou e depois desse beijo sabe se lá o que pode acontecer. Fico agradecida pelos comentários nos pequenos quadrados ou por escrito como os de Margarida, minha mana Laura, Stephanie_95_7 e Edyh_2012.

17/05/2012

Capítulo 40


Zac voltou para o seu quarto tentando acalmar se da ideia que Vanessa podia estar a ter algo com Ian, para ele isso era uma hipótese impossível, tudo bem que ele estava ali com Amanda. Mas não queria Vanessa com outro na sua cabeça essa ideia não se encaixava.
Amanda: Estás ai assim de pé? – Perguntou num grande bocejo enquanto tentava levantar-se da cama.
Zac: Se é o que os teus olhos vêm. – Respondeu no meio da sua grosseira enquanto arrumava as malas.
Amanda: O que se passa? – Aproximou se abraçando por detrás descansou a sua cabeça nas costas dele.
Zac: Nada, não se passa nada. – Continuo entre as roupas que dobrava, ele tinha que, ser noivo, seu amante, seu empregado, seu multibanco, tinha que ser sempre ele a tratar de tudo, porque Amanda não mexia um dedo. – Descansas-te tudo? – Afastou se dela, começando a despir a blusa para dormir mais um pouco.
Amanda: Sim! – Estranhou a sua atitude parecia uma pessoa totalmente diferente. – Mas e tu?
Zac: Descansei muito pouco. – Caio na almofada tentando relaxar todos os seus músculos, e o nervo miudinho que o irritava.
Amanda: Tu estás mesmo estranho. – Subi-o na cama sentando se no colo dele. – Vá lá diz me o que se passa. – Pediu, massageados os peitorais dele que cada vez ficava mais no sitio; mas Zac estava tão nervoso que nem sentia as mãos dela, não sabia como dizer que Vanessa estava ali; talvez era só dizer e pronto.
Zac: A Vanessa trabalha aqui. – Disse de pronto não sendo tão bom como ele podia imaginar para si.
Amanda: O que é que tu me acabas-te de dizer? – Perguntou no meio de trincar de dentes saindo de cima dele.
Zac: Foi precisamente isso que tu ouviste. – Se sentou na cama, podendo ver Amanda de uma lado para o outro que nem louca.
Amanda: Eu não acredito…- Fechou as suas mãos em punhos com toda a ira que circulava pelo seu sague naquele momento.
Zac: Esquece…- Correu para detrás dela e abraçou. – Não te preocupes, ela não incomodara, nada mudara…
Amanda: Já mudou. – Saio do abraço dele, tentando se manter serena o que não estava. – Dá para ver pela tua cara.
Zac: Não isso é mentira. – Tentou ser o mais convincente possível, mas não conseguia, mentiroso estava a ser ele naquele momento, não queria magoar Amanda mas Vanessa era Vanessa e não tinha como tirar de sua cabeça, ou de seu coração.
Amanda: Prova me isso? – Agarrou na cabeça dele e começou a beija-lo com desejo; e ele? Apenas seguia os movimentos dela.
Zac: Porque desta maneira? – Ela o empurrou para a cama no meio da sua pergunta, ela era perfeita de corpo, e ele não era de ferro.
Amanda: Porque é a melhor delas todas. – Riu arrancando-lhe as calças logo saltou de volta em cima dele.
Zac: Não sei se devemos…- Rolou para sair da cama, mas ela não deixou que ele se, afasta-se mais dela.
Amanda: És meu marido…- Sentou de novo em cima dele, para ele não poder fugir dali. – Sim nós devemos e podemos o fazer. – Beijou novamente com fulgor, Zac se deixou levar as mãos começaram a passar pelo corpo da mulher despindo-a.
O dia foi passado Vanessa não teve mais capacidades de ir trabalhar e pediu a um dos seus colegas para a substituir. Ian que achou estranho e como ficou preocupado correu para estar ao lado de Vanessa e passou o dia ao seu lado; ambos estavam na cama, deitados mas apenas se olhavam por horas sem dizerem nada.
Ian: Mais calma? – Passou a mão pelas bochechas quentes de Vanessa.
Vanessa: Sim. – Fechou os olhos com o toque doce. – E não te quero mais chatear ocupar o teu tempo, podes ir.
Ian: Tu não ocupas meu tempo, eu amo estar ao teu lado. – Mostrou os seus dentes brancos para Vanessa que achava se estar a derreter com ele cada vez mais, mas nunca sentira aquilo a não ser naquele momento. – Tu não me chateias nada mesmo, deita aqui. – Pediu batendo no seu peito e ela deitou, ficando com a sua ponta do nariz encostada na dele.
Vanessa: Tão bom, ter um amigo como tu. – Roçou o nariz no dele passado o braço em volta de seu corpo o apertou.
Ian: Se os amigos não servissem para as coisas más como são para as boas, então não eramos amigos. – Beijou a testa dela, e Vanessa adorou, não sabia o porque, talvez estava sensível e apenas precisava de caricias, e as dele era doces e amáveis.
Vanessa: Tu és maravilhoso, mesmo. – Aproximou a sua boca da dele, acabando mesmo por o beijar.
Ian: Vanessa…- Sussurrou saindo debaixo dela.
Vanessa: O que se passa? – Perguntou pela atitude dele algo que ela não tinha gostado, estava se a sentir totalmente estupida por se ter atirado de cabeça. – É pela barriga, é por estar gravida é isso? - Se olhou ao espelho com vontade de chorar pela imagem, Ian correu até ela e abraçou de lado.
Ian: Não é nada disso…- Pegou a cara dela beijando a toda. – Eu não quero que me vejas dessa maneira.
Vanessa: Que maneira? Eu não entendo. – Saio de perto dele, sentido se cada vez mais idiota, nunca tinha levando tão grande tampa.
Ian: Eu não sou, o que sou contigo para te levar para a cama…eu quero que entendas que eu gosto mesmo de ti como um amigo. – Sorriu meigo e Vanessa cada vez se sentia pior. – E não quero que não sintas obrigação de me beijar só pelo que eu faço ou digo… e miúda. – Agarrou as mãos dela. – Eu sou teu amigo, sempre te amarei. – Dito isto abraçou com força, sim ele gostara do beijo, mas sabia que ela gostava era de Zac, e não ia fazer com que ela estragasse tudo por a sua sensibilidade estar em alta.
Vanessa: Desculpa…sinto me tão mal com tudo isto. – Limpou as lagrimas que rápido começara a descer pelo rosto.
Ian: Não sintas. – Sentou se na cama, puxado a para seu colo. – Admito que quando estudávamos juntos eu senti uma valente paixão por ti. – Ela riu lembrava-se que ele tinha dito tentativas fracassadas de se atirar a ela, mas naquela época não era como é hoje, era mais calminho sem jeito para mulheres. – Mas tu só tinhas olhos para aquele idiota do teu namorado. – Franziu o senho nunca que gostou de Austin e para sua felicidade tinha acabado.
Vanessa: Esses tempos já lá vão, graças. – Riu quando ele a puxara atrás dele para se deitar na cama.
Ian: Ainda bem. – Desviou o cabelo dela para detrás das suas orelhas, em cima de si ele podia perceber que estava mais pesada que o normal, tanto que quando fez uma careta Vanessa saio de cima dele. – Ele era aquilo que podemos chamar de uma verdadeira perseguição; mas pronto era isso que eu queria que entendesses apesar de tudo, o que se passa e passou sou teu amigo e não precisa de me beijar… bem acho melhor mudar de assunto. – Olhou o tento branco não querendo mais continuar com o que incomodava.
Vanessa: E para qual? – Puxou o queixo dele para a olhar.
Ian: Está noite haverá uma festa lá em baixo, primeiro um jantar e depois algo cheio de musica e diversão… e está noite tu não me escapas. – Saltou da cama abrindo o closet, para ver os vestidos dela. – Vais vir comigo. – Atirou um vestido branco para cima da cama, ela riu pelo seu bom gosto.
Vanessa: Sabes, eu não sei, Zac pode lá estar e eu não quero…
Ian: Esquece o Zac, vamos nos divertir por nossa conta, andas demasiado triste para o meu gosto, e acredita que um sorriso fica melhor na tua cara linda. – Vanessa suspirou com um desejo espontâneo de o beijar quase que podia ter perdido amizade dele que era preciosa, naquele momento ela agradecia por Ian ser tão compreensivo.
Ian: Não me faças, estás desfeita. – Caio de joelhos e lhe implorou.
Vanessa: Deixa-me ver.- Deu lhe de costas indo até á janela. – Tudo bem, acho que pode ser.
Ian: Uau que entusiasmos. – Ironizou se aproximando dela, que veria algo interessante pelos modos como olhava.
Vanessa: Ele está diferente, sem a sua barba o cabelo maior, o corpo mais treinado, mas ao mesmo tempo mais magro.

Ian: Tu o amas mesmo não é? – Olhou para a cara dela, os olhos brilhava só de o ver ao longe.
Vanessa: O que é que importa se eu o amo ou não? – Saio de perto da janela para não o olhara mais, na verdade pode reparar que Amanda o esperava na tolha e começar a ver os seus beijos e carinhos não era o que mais desejava.
Ian: Isso importa muito…- Puxou de volta para se sentar na cama, ela ficou branca tão rapidamente que Ian se assustou. - Não o devias deixar fugir. – Avisou entrega-lhe uma água fresca. – Daria para ver desde Marte que ele também ama-te. – Vanessa não queria mas acabou por sorrir ao pensar nessa possibilidade.
Vanessa: Ele tem uma mulher, com quem tem um filho, que pelas minhas contas já nasceu. – Levou de novo a garrafa á boca fazendo as cotas pela milésima vez, todos os dias se lembrava que por está altura ele teria uma criança que corria pela sua casa chamando lhe de pai.
Ian: Tudo bem; mas e depois? – Perguntou irritando queria que ela fosse feliz e que corresse por essa felicidade naquele caso Zac. – Um bebe ou melhor um filho não deve ser desculpas para se ficar com alguém, se os pais não forem felizes devias saber que os filhos também nunca o serão.
Vanessa: Zac está bem…- Tentou calar a boca de Ian ele dizia demasiadas verdades, que a faziam pensar.
Ian: Achas mesmo que ele está bem? Ele ama te e está longe de ti…
Vanessa: A nossa felicidade não deve depender de ninguém. – Deu lhe costas novamente tentado escapar ao assunto.
Ian: Tu andas a ler frases no faceboock é isso? – Perguntou fazendo a rir. – Vá lá, no amor não existem expressões nem declarações, o amor não é certo nem errado apenas é…é o que sentes e o que vives, e se queres saber sim a felicidade depende de uma pessoa, de ti mesma; os outros apenas ajudam…muito.
Vanessa: És um amor. – Beijou lhe a cara contendo se para não lhe apertar aquelas bochechas. – Tu dizes coisas certas nas horas certas; mas eu estou muito mesmo muito confusa e preciso de pensar bem no que tenho que fazer. – Levou a mão á sua barriga era uma decisão por dois, tinha eu ser consciente.
Ian: Não tenhas medo, e para de pensar, apenas que tudo se lixe. – Deu de ombros como se fosse tudo fácil assim como ele dizia. – Tu tens um filho, pensa como ele sentirá sem um pai, nisso sim devias pensar e pensar muito. – Passou a mão pela barriga dela, adorava cada vez que lhe tocava podia sentir um pontapé.
Vanessa: Só pode ser uma menina para pular dessa maneira quando tocas na minha barriga. – Riu junto com Ian. – Mas devias saber que não é uma decisão fácil, sim eu tenho medo de tudo para mais para o meu filho, e não sei mesmo o que fazer.
Ian: Tu arrependes por o ter enganado certo? – Vanessa o olhou de lado só pela pergunta.
Vanessa: É óbvio que sim, se o arrependimento mata-se eu estava esticada no chão…
Ian: Precisamente, ele te perdoou por isso porque tinhas motivos e ele entende-os, mas imagina que descobre que lhe escondes um filho, ele pode se virar contra ti, por lhe esconderes algo tão importante. – Falou pensado de todas as maneiras para a convencer a falar com Zac, o problema é que Vanessa consegui-a ser demasiado casmurra.
Vanessa: Não sei. – Ian revirou os olhos pela resposta, que era sempre a mesma.
Ian: Tu tens que ter uma longa conversa com ele, talvez com os beijos pelo meio…Au. – Gritou ao Vanessa lhe bater.
Vanessa: Ok, ok tu convenceste-me, antes de ele ir embora eu terei uma conversa com ele. – Não era bem o que Ian queria ouvir, antes de Zac ir embora seria quando ele iria entrou no táxi mesmo só para a conversa não ser longa, ele conhecia Vanessa e tinha que lhe mudar as voltas.
Ian: Estava a ver que não era hoje que te convencia. – Reclamou olhando o relógio. – Tenho que ir, coisas para fazer uma festa para organizar, mas falando nisso descansa e prepara-te, longo as oito, estarei no corredor em frente da tua porta te esperando, a menina ouviu? – Perguntou se um modo, para a forçar mesmo a ir.
Vanessa: Eu lá estarei. – Disse sem grandes vontades.
Ian: Não te esqueças disso. – Beijou lhe as bochechas e saio a correr, Vanessa estranhou a grande pressa tão de repente.
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Obrigada por comentarem, e lerem.

11/05/2012

Capítulo 39


Dois dias se tinham passado,  já Zac e Amanda chegavam á Ilha, depois do avião descer apanharam um táxi e esperaram chegar ao hotel. O hotel melhor que podia haver por ali, continha tudo que Zac achava Amanda ter direito, sim porque ele estava ali por ela e não por ele, ele nem apreciava viajar.
Amanda: Que enorme viaje, nunca pensei que fosse tão cansativo. – Falou encostado a cabeça no ombro do marido.
Zac: Verdade mais dez horas de voo. – Relembrou sentido seu olhos pesados e sentido seu corpo a desfazer-se de cansaço. – A primeira coisa que eu fizer quando chegar ao hotel, e vir aquela cama fofa é cair duro nela…e dormir e dormir. – Fechou os olhos, já imaginado a situação. – E tu vais fazer o mesmo, precisas de descansar. – Disse numa ordem, daquelas que já alguns dias não lhe costumava dar.
Amanda: Sim claro. – Afundou a cabeça mais no ombro dele, tinha dormido toda a viaje, não estava tão cansada assim, mas quanto mais fingisse mais ela acreditava poder ganhar com isso, ela gostava que ele senti se pena dela, porque assim ele teria a seus pés, apenas para ver um sorriso em seus lábios. – Mas é que hotel é que vamos ficar mesmo? – Perguntou com medo do que acreditava ser o mau gosto de Zac, apesar de rico, ele era bem agarrado ao dinheiro raras eram as vezes que conseguia convence-lo a ficar em hotéis que contivesse estrelas.
Zac: No melhor que está ilha pode ter para oferecer. – Ela sorriu ao ouvir a resposta, aquilo era uma das mais confirmações que ele tinha a coleira e que era ela que mandava. – É perfeito, por várias razões…tem muitas coisas para os hóspedes poderem fazer; as refeições são exóticas as noites são de festa, e durante do dias á tua escolha podes ter aventuras radicais ou passa-los num spa.
Amanda: Uau. – Falou estado realmente surpreendida. – Que empenho o teu; é bom ver que o teu amor por mim é maior que tudo. – Zac virou a cara para a janela abrindo os olhos, ele não tinha como responder ao que ela acabara de dizer, a intenção era talvez saírem dali como um casal, mas o sentimento já não era o mesmo como antigamente, ele não sabia até que ponto estava certo, quere renovar seu casamento.
Taxista: Chegamos. – Informou para alegria de Zac, assim ela esqueceria o que tinha dito antes, ele nem tinha que responder a isso; quando o carro de fato parou ele saltou do táxi e retirou as malas, entrando dentro do hotel.
Zac: Tenho as reservas feitas, mas pode demorar, senta te ai já volto. – Pediu, e Amanda apenas se sentou num daqueles confortáveis sofás, ela amava mesmo não fazer nada; enquanto isso Zac dirigia se ao balcão, onde estava uma rapariga sentada bastante distraída com o computador. – Desculpe. – Disse chamando a morena que levantara a cabeça olhando-o. – Vanessa? – Perguntou, ele só podia estar a dormir o sono e cansaço era tanto que ele já teria tendo alucinações.
Vanessa: O que é que tu fazes aqui? – Pergunta estando chocada com a situação, tentou esconder mais um pouco a barriga entre o balcão e Zac.
Zac: O que fazes tu aqui? – Olhou apenas a cara e ombros o resto do corpo mal se via parecia que ela cada vez se baixava mais, algo que ele estranhou, e sentiu pena tinha saudades de a ver de cima a baixo apenas para relembrar bem como era o corpo dela.
Vanessa: Eu perguntei primeiro. – Falou chamando atenção dele, sentiu se meio que envergonha ao ver a maneira como ele a apreciava.
Zac: Bem…- Riu nervoso olhando para trás onde estava Amanda de costas para ali. – Eu vim com Amanda, numa viajem…
Vanessa: Percebo. – Interrompeu antes que ele pudesse começar a dar alguma explicação, explicação que ela não queria ouvir, apenas queria despachar aquilo para que sumisse da sua frente. – Uma segunda lua-de-mel sempre faz bem aos votos do casamento. – Riu de lado para ele, tentando ficar mais profissional possível. – Fez reserva?
Zac: Sim, eu telefonei mas foi um rapaz que atendeu. – Vanessa acenou que sim e virou se de volta para o monitor do computador.
Vanessa: Teria sido o meu colega de, certo. – Sussurrou procurando pelo nome.
Zac: Mas e…o que estás aqui a fazer? – Perguntou e demorou para ouvir uma resposta.
Vanessa: Eu pensava que teria dado a perceber que estou a trabalhar. – Olhou para ele e riu de lado, ele sentiu imbecil pela pergunta.
Zac: Pois…mas como estás; está tudo bem? – Voltou a perguntar e Vanessa bufou pelo nervosismo que a voz dele lhe causava.
Vanessa: Comigo está tudo perfeito; mas e aqui está a chave do quarto 4ª andar segunda porta á direita. – Informou esticando o braço para entregar a chave mas quando a ponta dos dedos tocou nos dela ambos levaram um choc deixando cair a chave. – Isso doeu um pouco, mas toma. – Falou ignorando colocou a chave no balcão e esperou que eles as pegasse e saísse dali.
Zac: Ok…- Sai indo até Amanda, tentado até que ambas não se vissem, embora Vanessa já soubesse que ela ali estivesse preferia assim, um contacto visual algo mais físico poderia ser muito mau, e nesta altura nem ele sabia como agir, com as duas ali, ele nem sabia se devia estar feliz ou triste com o encontro, pela maneira como ela o tratara.
Ian: Aquele é que eu penso, que ele é? – Perguntou fazendo Vanessa dar um salto da sua cadeira.
Vanessa: O senhor Zac Efron. – Disse se levantado ao ver que ele já estava fora de vista.
Ian: Estás bem? – Passou a mão pela grande barriga dela, tão grande que ela nem sabia como a ia esconder estes dias.
Vanessa: Não, nem por isso. – Caio nos braços do amigo sentido ser abraçada fortemente, o que era bastante confortável para aquilo que ela estava a sentir. – O mundo é enorme e ele tinha que vir precisamente para aqui, e para este hotel? – Bufou revoltada com o mundo pela situação.
Ian: Ele viu a tua barriga? - Olhou para baixo estava mesmo grande, era demasiado complicado esconde-la por semanas.
Vanessa: Eu quase que me pus debaixo do balcão. – Riu com a sua atitude. – Ele não viu nada, não.
Ian: Ele vai estar aqui, ele vai descobrir…
Vanessa: Não me precisas mostrar as evidências. – Reclamou com o seu mau humor de ultimamente, Vanessa gravida era quase que um ser insuportável de aturar, muito sensível e arrogante ao mesmo tempo, mas Ian ia aguentando tudo, já que era amigo e até lhe dava alguma piada.
Ian: Que feitio. – Sussurrou para si. – Ok, ok desculpa minha ignorância.
Vanessa: Eu que peço sei que tenho estado insuportável, e para mais a presença dele me deixou nervosa…a dele e a de Amanda. – Pesou para si tudo o que eles podiam fazer no quarto além de enjoos lhe deu uma enorme vontade de chorar.
Ian: Estou a ver; veio com a morta viva. – Riu mas depois de ver a cara de Vanessa logo parou. – Tudo vai ficar bem.
Vanessa: Mas porque aqui? – Perguntou se de volta, não entendi como aquilo podia estar acontecer, era demasiadas coincidências, ela a querer fugir e ele aparecer por todos os lados, parecia não ter nenhum tipo de escapatória.
Amanda: O que passa contigo? Estás tão pálido. – Relaxou na cama enquanto Zac arrumava as malas.
Zac: Não se passa nada, estou cansado apenas. – Bocejou esfregando os olhos, dava tudo para se deitar, mas queria arrumar as roupas antes.
Amanda: Deita te aqui então. – Bateu de leve na cama. – Depois arrumas isso. – Zac revirou os olhos, ele a pensar que ela iria dizer que acabaria de arrumar ela as malas, mas eram bom de mais para ser verdade; mas não quis saber foi para a cama e caio nela.
Zac: Amanda…- Empurrou de leve para trás sentido que a língua dela passava pela sua orelha.
Amanda: Que foi? – Perguntou quase que no meio de um grito, irritada por ele a ter afastado.
Zac: Nada. – Falou calmo por fora mas sentido se tenso por dentro. – Mas é que eu estou muito, mesmo muito cansado. – Riu amarelo voltando encostar a cabeça na almofada. – E também me doía a cabeça, dói me horrores. – Queixou-se virando lhe as costas.
Amanda: Eu entendo. – Disse sem realmente perceber, mas mostrou-se compreensiva fazendo algumas festas nas costas. – Descansa. – Falou caindo também na cama, em menos, de nada, estavam ambos a dormir, e sem por darem por isso passou a noite completa; Zac foi o primeiro a perceber que tinha acordado num novo dia.
Zac: Sete da manhã. – Sussurrou olhando o relógio de pulso. – E eu que queria dormir apenas uma duas horas. – Retirou com cuidado Amanda de cima de si, e foi tomar um banho rápido; quando viu que estava pronto saio sorrateiramente pela porta indo de volta até ao balcão. – Olá. – Disse para Vanessa que se assustou não se habituara com a presença dele ainda.
Vanessa: Olá, precisas de alguma coisa? – Perguntou ao ver que os olhos dele caiam em Ian que saia deixando os a sós.
Zac: Quem é ele? – Olhou serio para ela, relembrando que minutos antes dele estar ali, Ian estava quase em cima dela.
Vanessa: É o meu patrão…
Zac: Patrão? – Riu. – E eles por aqui costumam agarrar assim todas as empregadas? – Falou ofendendo Vanessa que só teve vontade de lhe dar um estalo, mas se conteve respirou fundo e voltou a sorrir como se ele fosse um hóspede normal, que não conhecia, nem queria conhecer.
Vanessa: Zac…digo, o que é que o senhor quer mesmo? – Meteu o sorriso mais falso que podia ter e perguntou exausta.
Zac: Eu não quero nada, a não ser sair daqui mais unido á minha mulher. – Sorriu para ela, magoado a, e a sua intenção era essa, depois de ter um ataque de ciúmes ao ver Ian em cima da Vanessa tinha planeado trata-la abaixo de cão.
Vanessa: E porque é que me estás a dizer isso? – Perguntou, tentando conter as lagrimas, imaginar vezes sem conta ele beijar Amanda dormir com ela, era como espetar navalhas no seu coração, causava uma dor insuportável.
Zac: Por nada. – Disse grosso olhando em roda com dêstem. – Queria apenas verificar se este hotel está em condições para isso.
Vanessa: Já aqui passou uma noite; não teve já provas disso? Se não lhe agradou sempre pode ir embora. – Falou com raiva, acabara de entrar numa guerra absurda com Zac, ele lançaria pedras ela, pedregulhos sem dó nem piadade.
Zac: Com esse teu humor, apenas vais afugentar os clientes…
Vanessa: Cala-te. – Gritou levantando se, ficou quase que em cima dele. Zac logo parou onde estava apenas olhou para baixo, Vanessa já sabia onde aquele olhar iria cair, seria nada mais nada menos que na sua barriga.
Zac: O que…- Apontou, enquanto ela voltava a se compor. – Que se passou com a tua barriga?
Vanessa: Adivinha, engoli uma bola de basquete. – Riu, e ele suspirou não tirando os olhos da barriga dela. – Que te parece?
Zac: Tu estas…
Vanessa: Gravida. – Terminou por ele, com a mesma expressão que teve no dia que ele ali chegou, séria e fria; Zac todos os dias tentava acreditar que ela o amava, mas parecia haver provas em contrário, ela o tratava mal, e agora estava gravida de um homem, do seu chefe tinha ele certezas.
Zac: Mas como? – Fez questão de perguntar, queria saber o que se tem passado nos últimos meses com ela.
Vanessa: Então Zac, como? Foi a cegonha. – Ironizou, ela estava mesmo difícil e ele farto, acreditava que apenas estava a gozar com a cara dele, ele começava, acreditar que ela a única coisa que fez foi gozar com a cara dele; mas pelo outro lado ela assumiu seus erros, dizia ama-lo, e ele já não sabia em que acreditar, queria respostas mas ela não lhe as dava.
Zac: Sabes que não era isso que eu estava a perguntar…- Foi interrompido por um rapaz que aparecera para ocupar espaço de Vanessa.
Vanessa: Hora de folga. – Disse saindo detrás do balcão tentou sair dali mas ele não deixou.
Zac: Quem é, me diz quem é o pai da criança? – Apertou mais um pouco o braço dela, ainda havia esperanças talvez de ele ser o pai, mas ele apenas estiveram uma vez juntos, mas podia ser bem possível, ele ainda podia ser o pai daquele filho.
Vanessa: Solta-me. - Se soltou sentido se demasiado pressionada, primeiro pela presença dele e agora pelas suas perguntas e atitudes. – Eu não quero nem posso, na verdade não tenho capacidades de falar nesse assunto agora.
Zac: O quê; mas porque? – Perguntou desconfiando, ele nem sabia de quantos meses ela estava gravida, havia sim hipóteses de ele ser o pai daquela criança, pensado seriamente no assunto, mas no entanto podia ser o outro tipo de olhos azuis…ele precisava saber.
Ian: A solte. – Falou empurrando Zac para metros de distância dela.
Zac: Senão? – Fez peito ao perguntar, ele podia levar grandes socos, mas teria todo o gosto de também socar Ian.
Ian: Será expulso do hotel. – Ameaçou, Zac olhou ao longe para Vanessa, ele não podia ficar longe dela naquele momento, por isso decidiu sair dali antes que algo pior acontece-se. – O que se passou aqui, porque ele te estava agarrar…estás bem?
Vanessa: Se antes eu estava mal eu agora passei para péssima. – Passou a mão pela barriga. – Ele descobriu.
Ian: Ele e a mulher…- Disse fazendo a palavra “mulher ecoar na cabeça de Vanessa”. – Vão ficar umas duas semanas, mas tu estás quase a entrar em licença de parto, por isso se quiseres eu posso dar um jeito e fazer com que isso aconteça mais cedo.
Vanessa: Não será necessário, és muito gentil, mas eu tenho que parar de fugir dele…
Ian: Sim até porque lhe vais ter contar que ele é o pai dessa criança, coisa que parece mesmo que ele não se apercebeu disso. – Vanessa riu o Zac tinha sido sempre tão distraído, que mal percebeu que ela gostara dele dês do primeiro dia que o vira, embora o tenha achado maluquinho mesmo.
Vanessa: Contar que ele é o pai…pois eu depois faço isso…
Ian: Vanessa. – Chamou atenção, achando que ela estaria errando escondendo a gravides.
Vanessa: Bem eu vou, indo preciso de descansar, tchau. – Disse apenas saindo para o seu quarto.

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Este que não foi dos melhores encontros que se podia ter imaginado, porque além de confusos ambos estão receosos, pouco tempo passou mas na vida deles muitas coisas mudou. Espero que tenho gostando aqui o cap. Eu agradeço muito por comentarem e lerem minhas hoistorias.

01/05/2012

Capítulo 38


Na Ilha já Vanessa tinha conhecido o quarto onde iria ficar grande e confortável, o espaço mais que necessário para ela até poder alugar um pequeno apartamento, onde ficaria com seu filho. O descanso não foi muito, tomou um pequeno banho e desceu até ao restaurante do amigo onde poderiam conversar, e fazer um pequeno lanche.
Ian: Ainda bem que vieste para cá! – Sorriu para ela enquanto o empregado os servia.
Vanessa: Tenho te agradecer o teu convite, muito gentil da tua parte. – Sorriu de lado, e encostou a cabeça cansada á mão.
Ian: Sei pelo que estás a passar e sou teu amigo. – Pegou na mão dela, e acariciou. – Quero-te ajudar, em tudo que eu possa.
Vanessa: Agradeço te mesmo muito sabes. – Retirou a mão dos lábios dele. – Mas já fizeste muito, a dar me um emprego aqui, mas sabes como eu sou, eu não gosto de favores, e na verdade não quero este emprego se não tiver qualidades para isso.
Ian: Vanessa fizeste uma viajem tão longa e ainda estar a pensar nisso? – Criticou um pouco pela sua atitude meio infantil. – Faz me um favor, para de ser tão orgulhosa, tu estudaste tiras te vários cursos és boa a falar com as pessoas, e além do mais sabes Inglês, Francês, Português e Espanhol és ótima para este emprego.
Vanessa: Ok, ok tudo bem, desculpas estar a reclamar…
Ian: Nada disso. – A parou rindo. – Afinal quem não conhece orgulho de Vanessa Hudgens.
Vanessa: Depois do que fiz a Zac, ninguém diria que meu orgulho é assim tão grande quanto isso. – Lamentou e lamentaria aquele erro para o resto da sua vida, foi a maior asneira que poderia ter feito, e não podia voltar atrás, apenas aceitar as consequências
Ian: Eu sei o que se passou é verdade que agiste mal, mas foi tudo pelo teu pai pelo amor que lhe tens…
Vanessa: Tu és um amor de pessoa, mas não tentes dar desculpas para os meus erros. – Pediu seriamente, parecia que preferia que a crucificassem, não queria o perder de ninguém, porque ela não se perdoava, pisou alguém, na verdade quase que pisou o coração de alguém para ter o que queria, e na verdade no fim não teve mesmo foi nada.
Ian: É com ele que aprendemos, minha querida amiga mas devias saber que até morrer sempre vamos errar, para depois aprender e crescermos…mas mudando agora de assunto, como está o teu bebe; sabes que não pode haver filho de pai incógnito, essa criança vai ter que ter um pai na hora do nascimento. – Avisou revirando todas as leis antes dela chegar, não tinha intenções mas se fosse preciso ele daria nome aquela criança.
Vanessa: Sim eu sei disso, e o Zac ai dar o nome a esta criança. – Falou com tantas certezas que Ian ficou até surpreendido.
Ian: Quando pensas em contar lhe da tua gravidez? – Perguntou curioso, ela estava noutro país, iria ligar para Zac e dizer “Estou gravida vêm até ao Brasil para dares um nome a meu filho”? Isso era pouco logico da parte dela que parecia estar exausta e sem saber na verdade o que pensar e como agir.
Vanessa: Vou esperar pelo fim da gravidez e então depois lhe conto. – Sorriu de lado, levando alguma comida á boca.
Ian: Certo, não me vou intrometer nisso, mas se precisares de alguma coisa sabes que comigo podes contar.
Algum tempo se passou, Vanessa começara a trabalhar detrás do balcão do hotel onde recebia os pedidos dos quartos, pagava bem, tinha onde morar o que ajudava bastante; embora a sua barriga tivesse já bem crescida e seus movimentos ficassem mais complicados. Já de volta a Califórnia depois do aborto de Amanda ela nunca mais saio de seu quarto criando seu drama, de dizendo que tinha uma depressão. Ashley considerava tudo uma grande fita a mãe de Zac também, mas ele não quis ouvir apenas ficou ao lado dela, não dormia no mesmo quarto mal se via, mas Amanda e a sua grande “tristeza “sempre consegui o que queriam.
**** Ligação ****
Amanda: Já passou tanto tempo, está difícil para mim continuar a fingir, acho que começo a ficar com mofo só de estar neste quarto, nem das janelas tenho visto a luz já que a cortina impede toda ela de entrar. – Suspirou falando com a única amiga que sabia daquela mentira toda.
Lilly: Se está assim tão difícil tornas as coisas fáceis, e para com essa situação deprê. – Falou do outro lado da linha enquanto mascava a sua pastinha e olhava para as suas unhas vendo se encontrava o mínimo defeito nelas.
Amanda: Eu não posso parar, não agora que Zac sente pena de mim, eu tenho que continuar com isto…eu acho que o estou a voltar a ganhar como marido. – Sorriu para sim afundado o corpo dorido de tanto estar deitado mais na cama.
Lilly: Como marido…e então como homem? – Levantou as suas sobrancelhas durante a questão, logo ela que era apreciadora de um bom sexo e muitas orgias não sabia como Amanda se contentava com Zac que nem sequer a beijava na boca.
Amanda: Ele não encosta o dedo em mim. – Lamentou. – Como sabes nem sequer me beija, mas com o tempo tudo se resolve, mas conta-me, como está o magnifico Havai? Estive ai já á tanto tempo, mas estou cheias de saudades de uma bela praia, para mais agora que mal sol eu apanho.
Lilly: Como sempre está fabuloso. – Sorriu vendo a paisagem de homens que passavam á sua frente.
Amanda: Eu bem que preciso de umas férias. – Suspirou bem fundo cansada mesmo de estar apenas naquele quarto.
Lilly: Faz isso, diz que precisas sair daí, dessa casa que trás recordações como tudo era antigamente, e se ele está em tuas mãos como tu me disseste não vai ser nada complicado dar lhe a volta, mas não venhas para o Havai já que foi aqui que tu “morreste” essas lembranças podiam estragar alguma coisa, e isso não seria nada bom.
Amanda: Verdade tens, toda a razão, mas e então vou para a onde? – Falou futilmente, mas qualquer coisa seria melhor que estar ali.
Lilly: Á pouco estive no brasil numa ilha espantosamente magnífica; Ilha Fernando de Noronha, tudo lá é lindo, o céu o ar…
Amanda: Os brasileiros…- Fantasiou. – Sei como é, e além do mais eu amo a cultura brasileira.
Lilly: Pois, claro. – Riu ironicamente. – Mas eu tenho que ir, meu namorado me chama para dar um passei de barco, tchau amiga.
Amanda: Diverte te, que eu vou tratar das minhas ferias nessa ilha.
**** Fim de Ligação ****
Amanda: Hora bem, que as cortinas se abram que o teatro vai começar. – Riu para sim olhou-se ao espelho tendo as certezas que estava mesmo muito branca e pálida, depois pegou no telemóvel e chamou Zac que rápido subiu as escadas.
Zac: Estás tudo bem? – Perguntou entrado, sentou se na cama, e pegou lhe a mão.
Amanda: Sim. – Sorriu fracamente, caindo com a cabeça na almofada. – Mas estou cansada, a minha cabeça doí.
Zac: Tens que sair daqui. – Olhou em volta aquele quarto demasiado escuro.
Amanda: Pareces a Lilly a dizer que devia viajar sair daqui e relaxar a minha cabeça. – Virou se de costas para ele. – Mas estou sem espirito, cada vez que toco na minha barriga e sei que ele não está lá, cai uma grande dor em meu coração. – Soluçou durante o choro.
Zac: Sabes a Lilly teve mesmo uma grande ideia. – Virou a para si e sorriu. – Vamos viajar, a onde tu quiseres.
Amanda: Bem, ela me falou de uma tal de ilha que fica…
Continuou a fantochada convencendo Zac de tudo, de que estava triste de que precisava dele. Ele que descia de voltas as escadas da sua casa, com o telemóvel na mão tratado de tudo para poder ser o mais rápido possível.
Ashley: De viajem? – Perguntou depois de ouvir telefonema de Zac.
Zac: Sim. – Sorriu desligado a chamada. – Vou levar Amanda numas férias.
Ashley: Ferias? – Riu para si. – E qual é o motivo? – Questionou, tentando não rir mais.
Zac: Estou apenas haver se ela fica um pouco mais feliz, ultimamente ela anda…
Ashley: A enganar te bem. – Interrompeu de maneira um pouco que brusca mas estava cansada de o ver naquela situação, de ele ser tão estupido que parecia não enxergar um palmo em frente de sue nariz, ela enganava-o de todas as maneiras e ele voltara a ficar tolo e a não ver isso.
Zac: Ashley para com isso, deixa de ser assim, tão implicante. – Pediu controlando se para não entrar nas mesmas discussões de sempre.
Ashley: Eu não estou a ser implicante Zac. – Gritou de uma vez. – Tu é que estás triste pela perda dessa criança, tu choras tens andado pelo cantos, sei que não é só por causa do bebe, mas o que eu quero dizer é que tu sim que estás a sofrer, mas ela ainda te convence a fazer uma viajem? É ridículo isto. – Disse o que pensava embora soubesse que ele não a ia ouvir era sempre assim agora era de volta Amanda e só Amanda.
Zac: Tu não entendes que vai ser bom; até mesmo para o nosso casamento. – Acalmou se e foi até á sala sentando se num dos sofás.
Ashley: O que é que tu acabaste de dizer? – Perguntou acreditando que só podia estar a ouvir mal.
Zac: Amanda é a minha mulher, eu tenho a obrigação de lhe dar uma segunda oportunidade. – Falou calmo ligando a TV, mas logo a Ashley a desligou e colocou se na frente da mesma, ele não podia estar a falar daquele modo.
Ashley: E a Vanessa? – Falou pela primeira vez naqueles dias o nome dela.
Zac: Eu amo a Vanessa, mas tenho que a deixar ir…a sua presença já foi, agora só falta tira-la do meu coração. – Levou a mão ao peito e sentido, uma dor que não parava que dava tanta agustia, e ele estava tão cansado, porque por mais que quisesse n a podia esquecer.
Ashley: E isso, é possível? – Sentou se ao lado dele, e pegou a mão que ele tinha em seu peito e apertou.
Zac: Vou tratar do que falta para a viajem. – Se levantou indo até ao seu quarto mas antes de passar a porta ela voltou a perguntar.
Ashley: Diz me Zac…é possível esquecer que se ama alguém da maneira que tu a amas?
Zac: Infelizmente não, infelizmente tenho, que me contentar com o que eu tenho. – Referisse Amanda, o que deixou um certo gosto de contentamento a Ashley. – Sei, está maneira de falar não é nada bonita, mas…deixa para lá. – Disse e entrou dentro do quarto, ficado por ali o resto do dia.
Ian: Como está o meu afilhado? – Sorriu assim que Vanessa entrou pelo hotel a dentro.
Vanessa: Vamos até ao quarto. – Pediu e ele a segui o até lá. – Bem que cansada. – Caio na cama.
Ian: Mas diz logo, como está ele. – Saltou na cama, entusiasmado e passou a mãe pela barriga dela.
Vanessa: Ou ela. – Riu. – O médico disse que está tudo bem, com o bebe e comigo.
Ian: Ainda bem, um dia destes deixa me ir contigo. – Pediu e ela apenas acenou com a cabeça, concordado. – Hoje não trabalhas mais.
Vanessa: Porquê? – Sentiu se indignada, ele era demasiado gentil com ele, era mais amigo que patrão.
Ian: Nem me venhas com coisas, dês de que estás aqui, que não tens um dia de descanso e que quero te fresca, quero jantar contigo uma noite destas. – Disse soado aquilo tudo um pouco mal, mas para quem ouvisse de fora, porque Vanessa sabia que ele era apenas seu amigo.
Vanessa: Tudo bem, uma noite destas eu janto contigo, terei todo o prazer disso.
Ian: Prometes?
Vanessa: Prometo. – Ele sorriu e beijou as bochechas dela.
Ian: Vou lá para a baixo, ocupar o teu lugar. – Saio do quarto deixando Vanessa sozinha para poder descansar um pouco, aquela barriga era mesmo grande, ela nunca poderia ter imaginado que estar gravida seria daquela maneira, mas para além de tudo era um sonho, para mais estar gravida de Zac, podei não estar com ele, mas sabia que os genes os melhores que podia ter.
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É precisamente isso Zac e Vanessa vão se encontrar, como tudo vai acontecer e como finalmente isto tudo vai acabar? Podem ter duvidas mas todas elas serão esclarecidas nos últimos capítulos que se aproximam. Obrigada pelos comentários nos pequenos quadrados e a quem escreveu por escrito a Evelly, Edyh_2012, Margarida e Stephanie_95_7 também agradeço a quem leu a todos, obrigada J