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02/10/2011

Capítulo 30

Hoje não tenho tempo de agradecer a uma a uma mas não deixei de ler cada comentário como faço sempre agradeço a todos que comentaram tanto por escrito como ao carregar nos pequenos quadrados.
*******************Como não sei se vocês realmente ligam aos poemas hoje vai ser só o capítulo
****

Depois de um beijo forçado Vanessa empurrou Alex para longe, este ainda ria.
Vanessa: Qual é o teu problema?
Zac: Eu também gostava de saber. – Sua voz, fez Vanessa tremer, ele podia estar a pensar em algo que não era o que parecia.
Vanessa: Zac…- Se virou agarrando o pela camisa. – Eu não…- Ele não a deixou terminar passou o seu dedo pelos lábios dela e sorrio, mas o sorriso desapareceu ao olhar para Alex.
Zac: O que é que tu queres? – Falou de voz superior.
Alex: Como não sou gay, de ti nada. – Rio parecia gozar com Zac.
Zac: E espero que também não pretendas nada da Vanessa, pois ela possui um namorado. – Cruzou os braços e aproximou se de Alex, que levantou o cara, olhando serio, e um pouco medroso.
Alex: És tu o namorado que ela possui? – Novamente aquelas palavras que saiam num tom de gozo deram a Zac uma vontade de enfiar o seu punho na cara de Alex.
Zac: Sim, sou eu o seu namorado.
Alex: És namorado dela…- Afastou se dois passos, apontando para a Vanessa, sorria como se tivessem contado uma piada tonta. – Mesmo depois de lhe teres postos o palitos. – Zac engoliu seco e olhou para trás onde Vanessa o mirava com dúvidas.
Vanessa: O que é que ele está a dizer? – Zac se aproximou dela fazendo a olhar, mas Alex puxou atenção.
Alex: Ou o que eu te estou a dizer é novidade, o teu príncipe azul não te contou?
Vanessa: Zac? – Tentava fazer com que ele continuasse as palavras de Alex, mas parece que tinha razão no que dizia.
Zac: Vanessa eu posso explicar…
Alex: Ou voltar a mentir.
Zac: Não te metas. – Gritou.
Alex: Ok, já vi que têm muita coisa para dizer um ao outro, eu vou indo… Vanessa…- Ele a olhou com aquele olhar sexy cheio de si e disse. – Foi um prazer beijar-te, e depois de falares com ele se necessitares de consolo avisa. – Foi até ela entregando lhe o cartão e se afastou.
Vanessa: Agora nós. – Olhou o, magoada, ele ainda lhe mentia.
Zac: Não olhes assim para mim, vamos para casa lá falamos com calma pode ser? – Ela aceitou de muito mal gosto e seguiram para casa sem sequer abrir a boca para uma comunicação agradável.
Vanessa: Começa. – Pediu ao colocar os pés em casa.
Zac: Queres que te diga o que?
Vanessa: Que era aquele rapaz?
Zac: Um ex teu, da secundária.
Vanessa: Sim, agora me lembro, troquei o por ti. – Levou a mão ao queixo e ficou pensativa.
Zac: Lembraste?
Vanessa: De algumas coisas, mas em outras a minha mente parece um saco roto, mas vamos continuar, que quis ele dizer com a situação dos palitos?
Zac: Eu tenho medo de te contar, não por mim, mas sim por ti, não sei o como vais reagir… tenho medo que tenhas algum problema…
Vanessa: O meu problema és tu. – Falou com uma frieza que o magoo.
Zac: Não digas isso por favor. – Tentou tocar na face dela mas ela esquivou-se; ele acredita ter sentido o coração ficar apertado, no peito pois queria chorar.
Vanessa: Explica me, faz me entender as coisas, eu lembro-me dos meus pais, amigos escolas algumas coisas de ti, mas á algo branco entre nós e eu quero saber o que é.
Zac: O médico disse…
Vanessa: Eu sei o que o medico disse… tu amas me?
Zac: Claro que amo.
Vanessa: Então fala comigo, não me mintas. – Ok, ela agora tinha jogado fundo tinha o colocado numa ratoeira.
Zac: Tudo bem… senta te. – Pediu e ela assim fez.
Vanessa: Começa.
Zac: Do que te lembras, sobre nós?
Vanessa: Que te amo, e que andamos durante muitos anos, mas nos últimos dias tinhas andado arrogante comigo, mas eu não sei o porque nem me lembro nada depois disso.
Zac: Nesses dia em que eu andava arrogante contigo, era porque eu mudei completamente, tratava te mal, dizia te coisas horríveis…. - Ele falava e as lembranças vinha, Vanessa não se sentia muito bem, mas queria que ele continuasse. – Não sei fui um idiota, mas fui mais idiota ainda quando dormi com a Rumer… eu trai-te. – Depois de tais palavras uma dor forte acertou em Vanessa, ela já não consegui ouvir ao ver algo, as memorias eram fortes duras entravam rapidamente e duramente na sua mente.
(****)
Zac: Vanessa… o que fazes aqui? – Na sua cabeça era a pior coisa que podia ver o seu namorado com outra na cama.
Vanessa: O que é que eu faço aqui é a única coisa que vais me perguntar?
Zac: Desculpa.
Vanessa: Desculpa …como podes ser tão ordinário… eu disse que te amava, este tempo todo e tu meu imbecil, estiveste sempre a brincar comigo com os meus sentimento? – Um pensamento fortíssimo que fez a primeira gota de sangue escorrer pelo seu nariz.
»»»»
Zac: Não me importo… nada mesmo, mas não quero que te magoes. – Lembranças dos dia do acidente vieram rápido aqueles que estavam escondidas vieram agora mostraram transparentemente, e de uma maneira, dolorosa, Vanessa já sangrava pelo ouvidos, Zac chamava pelo seu nome mas ela não ouvia.
Vanessa: Ok, misse senhor não suporto a sensibilidade… ficaste com um penteado marado depois de tirastes o gorro.
Zac: Sempre pensei que gostasses do meu cabelo de qualquer maneira, pelo menos era o que me dizia.
Vanessa: Depois também te dizia amar te, e tu nada respondias… eu odeio te, por me teres feito parar de sentir. – Foi a ultima coisa que viu antes de um carro bater neles e o seu carro dar uma quantas voltas capotando, ela fechou os olhos por momentos mas não desmaiou logo. Quando o carro parou, lembra se de olhar para Zac que sagrava da testa, mas ele estava consciente, conseguido tirar o cinto de ambos e abraça-la esperando que alguém os socorresse.
Vanessa: Zac estou com medo. – Ela o agarrava mais os olhos teimavam em querer fechar.
Zac: Não te preocupes, eu estou aqui, eu protejo te.
Vanessa: Por favor não me deixe. – Ele encostou a sua cabeça no queixo dele e ouviu o que queria.
Zac: Eu não te deixo, prometo.

Depois, escuridão atingiu-a, e ela acordou numa cama de hospital perguntam do se quem era, e agora já sabia.
Zac: Vanessa… meu amor acorda? – Choramingou, depois de tanta coisa que se lembrou desmaio, e sangrava por tantos lados, ele tinha que a tirar dali ele tinha que a levar para um hospital. E assim fez ainda pediu a Christopher que fosse para o hospital da ilha já que era o médico de Vanessa.
Duas horas se passaram e nada de Vanessa, ainda se mantinha em observação, Zac já estava a desesperar e a culpar se.
Christopher: Zac. – Disse aproximando se com o rosto que não dizia nada. – O que lhe contou?
Zac: O que ela pediu para contar…
Christopher: Ela devia ter se lembrando sozinha, não devia ter feito o que fez, Vanessa sofreu um trauma, e está em processo de recuperação, foram demasiadas emoções lembranças para ela num momento só, e essas recordações foram todas demasiado fortes podendo a prejudicar psicologicamente. – Zac tinha vontade de saltar de uma ponte, ele fez asneira outra vez, tentou a proteger, de tudo mas foi ele que a voltou a fazer lhe mal.
Zac: Ela está, mal. – Uma lágrima correu, e chega das esconder, chorar é humano, e não é errado, ele apenas tinha que aceitar isso.
Christopher: Não ela está muito bem até, a Vanessa é uma mulher muito forte, mas tem que ficar em repouso absoluto nas próximas horas.
Zac: Ela disse alguma coisa?
Christopher: Muitas, ela disse muita coisa.
Zac: E alguma sobre mim?
Christopher: Não sei ela sussurrava em quanto falava, eu não consegui perceber.
Zac: Ok. – Disse sem vontade não era isso que queria ouvir.
Christopher: Eu devo informa-lo que comunique os acontecido aos seus pais.
Zac: Fez bem, ela precisa deles agora e dos amigos também.
Christopher: Eu sei; bem tenho que ir, vê-la, depois voltarei com novidades. – Zac só acenou que sim enquanto se sentava, numa daquelas cadeiras de espera.

29/09/2011

Capítulo 29


William Shakespeare
Por que hei-de temer grande traição
Se tem fim minha vida com a menor;
De vida abençoada eu sou, então,
Por não estar preso ao teu cruel humor.
Tua mente inconstante não me afecta,
Minha vida é ligada à tua sorte;
Como é feliz o fato que decreta

Que sou feliz no amor, feliz na morte!
Porém que graça escapa de temer?
Podes ser falso e eu sequer saber.
***********************

Depois de uma noite de amor, aconchegaram os seus corpos cobertos por uma mata, que apenas tapava até á cintura. Vanessa encostara a sua cabeça no peito nu de Zac onde pode ouvir o acelerado ritmo cardíaco, como a sua respiração. Ambos ainda tentavam, recuperara da acção que tinha sido mágica. Zac olhava o céu, e via as estrelas, porque era assim que ele se sentia se, sentiam que estava entre as estrelas e não queria descer. Parecia tudo muito surreal, por isso o sorriso doido dele.
Zac: Uau. – Suspirou de pois da respiração encontrar o ritmo normal. – Isto aconteceu mesmo, ou foi o meu desejo de ser tão grande tornou uma fantasia? – Ela levantou a cabeça aproximando se para o beijar, e ele aproveitou aquele beijo com toda a alegria.


Vanessa: Ainda continuas com dúvidas que seja real? – Perguntou depois de um beijo bem caloroso.
Zac: Não sei, não… mas podias dar mais um desses beijos, possa ser que assim chegue a uma certeza. – Ela rio aproximando se de novo aos lábios dele, beijou subindo o seu corpo para cima do dele, mas ele aparou. – Tu ainda precisas de recuperar do acidente, não é seguro. – Ela deitou lhe uma cara estranha saindo de cima dele. – Não te zangues apenas zelo por ti. – Ela votou a deitar se junto a ele.
Vanessa: Não percebo porque essa preocupação toda…- Fechou o olhos e o abraçou. – Até parece que alguma vez me magoaste. – Ele não respondeu, apenas ficou nervoso, não sabia o que fazer, devia dizer alguma coisa agora? E quando ela recuperar total memoria, irá odiá-lo, ele não devia ter dormido com ela, mas também não lhe podia dizer isso, senão iria voltar a magoa-la. Preferiu aperta-la em seus braços como se até o vento fosse um perigo. E assim adormeceu. A noite não foi longa, mas Vanessa acordara cedo e cheia de energia, e ao seu lado viu que Zac continuava a dormir. Ficou alguns minutos apreciar a imagem.


Sorrio, a ver o namorado sussurrar entre um sonho, mas apesar da imagem ser uma das mais belas, e não só fisicamente falado, ela decido sair dali, mas antes beijou a testa de Zac e o tapou um pouco mais. Embora acreditasse que não seria constipar, o sol estava forte e cheio de sim, por outras palavras um dia lindo era ou foi a noite interior que o fez parecer assim. Depois de muito rodar Zac despertou, piscado os olhos por causa do sol, virou a cara na esperança de ver Vanessa…

Levantou se e olhou em redor, nada de sinais dela, seria tudo um sonho? Preferiu descobrir antes de tirar conclusões precipitadas. Pegou nas roupas e entrou em casa. Logo na entrada sorrio o vestido de Vanessa estava no sofá esticado, e com o silêncio podia ouvir a água do chuveiro correr. Subiu as escadas apenas em boxers não se tinha vestido ainda preferiu procurar Vanessa primeiro, e agora encontrara detrás da cortina do banheiro tomando um banho, pelo vapor de água bem quente.
Zac: Achas bem me teres deixando lá fora? – Falou como se estivesse chateado, ela devagar abriu a cortina do chuveiro e sorrio.
Vanessa: Desculpa, mas estavas a dormir tão bem, não te queria acordar.
Zac: Eu até posso, desculpar, mas para isso tenho que ir para ai, para o quentinho dessa água contigo. – Sorrio, mas pelo que ele fez na noite anterior era hora de ser ela a fazer se de difícil.
Vanessa: Não, é melhor ir com calma afinal ainda não recuperei do acidente. – Muito pelo contrário do que ela pensou ele aceitou.
Zac: Não á problema eu percebo que te sintas cansada. – Ele ia a virar costas mas ela o chamou.
Vanessa: Eu não estava a falar a serio, vá entra. – Ele não pensou duas vezes e entrou para debaixo do chuveiro, e o que aconteceu naquela casa de banho só fica entre eles, é segredo.
Zac: Estava a pensar. – Falou enquanto limpava o cabelo. – Podias passar a dormir aqui no meu quarto. – Ela se atirou em cima da cama pegando um fio.
Vanessa: Por mim, acho muito bem até…que é isto? – Amostrou o fio. – Zac de Vanessa. – Leu o que a chapa dizia, ele apenas a pegou colocando ao pescoço.
Zac: É verdade, este Zac aqui…- Apontou para sim enquanto se deitava entre as pernas dela. – É desta Vanessa aqui. – Apontou para Vanessa.
Vanessa: Amo-te, e algo me diz dês de á muito tempo. – Ele sorriso aproximado a sua face.
Zac: Eu também te amo, dês de á muito. – Ela pegou a chata de identificação, aproximado o para si, para mais um beijo.

Vanessa: Adoro os teus beijos. – Sussurrou mordendo lhe a orelha ele só sorrio, tinha a de volta, não por inteiro porque não tina memorias, mas se tivesse memoria, talvez ela não fosse dele.
Zac: Eu também, é sempre bom beijar-te, mas agora estou com fome. – Saio de cima dela.
Vanessa: Eu também, ainda não comi nada hoje.
Zac: Isso é que não pode ser…- A pegou ao colo fazendo um pequeno grito sair da garganta. – Vamos comer. – Desceu as escadas com ela ao colo, só a pousou na cozinha onde prepararam algo para comer. – Eu vou ter que sair. – Anunciou enquanto limpava a boca, a boca que Vanessa adorava beijar. – O carro foi levado para oficina, e acho que já não tem amanho, queres vir comigo?
Vanessa: Não, eu vou arranjar alguma coisa para fazer, dar um passeio.
Zac: Não é boa ideia andares por ai sozinha…
Vanessa: Para de protecção ok…- Ela falou seria. – Eu levo o telemóvel, e tenho o teu número se precisar de alguma coisa eu telefono.
Zac: Tudo bem. – Rio sem vontade, dado lhe um beijo na testa saio, pela porta.
Amanhã passou rápida, Zac ficara trancado na oficina de um amigo, escolhendo outro carro seguro para poder utilizar, ainda tratou de negócio da empresa. Vanessa essa andava pela ilha vendo de tudo um pouco esperando que talvez algo lhe trouxe se algum tipo de memoria.
Alex: Vanessa? – Chamou Vanessa se virou, e viu um rapaz de cabelos claro com os olhos azulados, tinha um bonito sorriso.
Vanessa: Sim, sou eu.
Alex: Que fazes por aqui?
Vanessa: Estou a passear; porque?
Alex: Porque falas assim, não te lembras de mim? – Passou a mão pela face dele, ela se assustou e afastou um pouco.
Vanessa: Não, não me lembro e agora é melhor ir andado. – Ela se virou mas ele correu para ficar em sua frente.
Alex: Como me podes ter esquecido assim? – A sua cara de desgosto deu pena a Vanessa e ele fez questão de aclarar a situação
Vanessa: Olhe, eu tive um acidente e fiquei amnésica.
Alex: A serio?
Vanessa: Porque mentiria?
Alex: Pois… então é por isso que não recordas?
Vanessa: Precisamente… acho.
Alex: Então não te preocupes, eu farei te lembrar. – Sorrio beijando a enquanto Zac assistiu a tudo.


»»»»Respostas aos comentário…
Margarida: Sim á muito tempo, que ele era para lho dizer mas só agora arranjou coragem; Obrigada por comentares.
Lary Schimidt ♥: Eu percebo o teu ponto de vista que está correcto; tens razão, o Zac ainda não se perdoou e isso lá para o final vai lhe trazer o problema grave de que só uma pessoa o consegue salvar, mas mais não digo sobre isso; mas até antes de ela recuperar a memoria acho que um pequeno romance seria bom, para recordarem o quanto se ama, e o quanto é bom estarem juntos, para depois o resto ser um pouco mais fácil; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Não vai durar muito, mas vou te contar um pormenor vai ter com o Alex, mas não com o beijo, já ando a falar demais nestas resposta; Obrigada por comentares.
tata: É eles ficaram bem juntos, e merecem né, pelos menos que seja só por um pouco recordaram o quanto é bom, o amor de ambos; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Sim, ambos lembraram não foi só ela, lembraram de como era estar nos braços um do outro; Obrigada por comentares.
thaina266: Quando a Vanessa se recordar já não falta muito, mas a reacção ainda é segredo; Obrigada por comentares.
Baa´: Pois se é bom ou mau, vais ter que descobrir lendo os capítulos; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.




26/09/2011

Capítulo 28


“Florbela Espanca”
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
 
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
*******************

Zac, pegou no carro onde tinha chegado e segui o táxi, mas acabou por o perder de vista ao despistara se e bater numa árvore. Mas ele estava bem, o mesmo não se podia dizer do carro que não dava para chegar a casa que estava longe. Mas ele não podia esperar, ela ia embora e ele tinha que impedir. Despiu o casaco tirando a gravata atirou tudo para dentro do carro e começou a correr. Fés corta manto entrado dentro daqueles campos que ele conhecia, ainda escorregou algumas vezes, já estava tudo escuro e lua nem se via. Mas depois muito correr finalmente chegou a casa, derrubando algumas coisas chamado pelo nome de Vanessa, procurou por toda a casa e nada. Chegou ao quarto dela e viu que a roupa estava toda no closet, ela teria ido embora sem a roupa…devia estar a odiá-lo tanto que saio dali o mais rápido que pode deixando tudo para trás, ele acreditava nisso, mas logo que olhou pela janela viu que estava errado. Pode vê-la de costas tapada por uma manta perto de lago. Desceu as escadas indo até ela.
Zac: Vanessa? – Chamou num sussurro da imensa escuridão.
Vanessa: O que te aconteceu? – Levantou deixando cair a mata no chão, não o podia ver bem, mas consegui notar que a camisa dele estava rasgada.
Zac: Bati contra uma árvore…- Ela se aproximou mais tocando por todo lado.
Vanessa: Estás bem, magoaste te? – Ele pegou nas mãos dela rindo.
Zac: Eu estou bem. – Ela andou dois passos para trás.
Vanessa: Vieste a trás de mim?
Zac: Sim.
Vanessa: Mas como chegaste aqui sem carro.
Zac: Vim a correr, o mais que pude.
Vanessa: Porque?
Zac: Porque não quero que te vás embora.
Vanessa: Mas porque o motivo… e não fiques em silencio dizendo que não me pode contar eu só quero a verdade. – Ele respirou e finalmente disse.
Zac: A verdade é que eu te amo. – Vanessa ficou feliz com o que ouvira e com o que lembrara.
 (****)
Vanessa: Eu gosto de ti, de uma maneira que passa a barreira da amizade, e não percebo como nunca viste isso.
Zac: Vanessa…- Sussurrou levantando lhe o queixo. – Eu também gosto muito de ti.

(****)
Vanessa: Nós já nos beijamos, nós já dormimos juntos. – Falou sobre a recordação que teve.
Zac: Lembraste te de algo?
Vanessa: Sim. – Sorrio.
Zac: Do que?
Vanessa: Não sei se queres saber.
Zac: Já sei, odeia as me…
Vanessa: Nada disso.
Zac: Então diz me o que recordaste te.
Vanessa: Lembrei me do quanto eu te amo. – Ele sorrio com ela aproximado se, ela não o impediu de nada, muito menos o beijo que tanto desejava.


Depois de Zac já estar sem blusa, desceram sem separar dos lábio de cada um até á mata, onde ficaram de joelhos, Zac ainda abriu os olhos por segundo para ter certezas que era verdade tudo aquilo. E depois de ter certezas ainda a beijou com mais intensidade retirando lhe o vestido. Ela cuidadosamente retirou lhe o cinto das calaças, enquanto se beijava sorriam que nem doidos, e como dois adolescente doidos fizeram amor ali na rua em cima da manta, perto do lago.
******
O ambiente aqueceu entre estes dois mas quanto tempo vai durar será que depois da memoria voltar continuara a situação ser a mesma?
»»»»Respostas aos comentários…
Margarida: Ele fez lhe muito mal, merece umas respostas amargas não? Obrigada por comentares.
.Taty´: Todas tiveram pena do Zac, mas ela apenas estava confusa, é normal tal reacção, agradeço o teu comentário.
tata: Sim á coisas que ela realmente já se lembra mas na sua memória ainda existe um vazio branco; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Quando ela recuperar a memória é quando a história estiver quase a terminar, e estou a preparar algo não posso contar; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Precisamente, ela esta confusa por isso uma reacção tão explosiva; Obrigada por comentares.
Baa´: Falta alguns capítulos apenas para ela recuperar a memória, e nunca disse que eles ficariam juntos no final, e tem razão quantos as tuas palavras devemos apreciar quem nos tem em conta, pois não sabemos quanto tempo essas pessoas ficarão perto. Na história Zac não percebeu isso e agora sofre com a questão; Obrigada por comentares.
Evelly: O final esta a ser pensado, espero que fique do vosso gosto, logo se vê; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados que é uma maneira de opinião, que ajuda a evoluir.


23/09/2011

Capítulo 27


“William Shakespeare”
"Por favor, fala.
A falsidade não pode vir de ti, pois tu pareces
Modesta como a Justiça, e pareces um palácio
Para onde morar a Verdade coroada."
*****************

O resto da manhã foi bem calma, Vanessa passo-a no jardim, enquanto isso Zac arrumava algumas coisas em casa. Parecia mesmo um casal.
Vanessa: O jardim já está bom, tens ali umas flores lindas. – Falou entrado em casa, enquanto ele montava um armário.
Zac: Não espetaste mais nenhum espinho nos dedos? – Ela, rio pela voz seria dele, sentado se no sofá.
Vanessa: Não, aquela foi um descuido, não sabia que eras carpinteiro. – Falou enquanto o mirava á roda daquele grande armário.
Zac: Não sou, é montável. – Ela, rio.
Vanessa: Isso não é batota?
Zac: Não é o século XXI … o progresso. – Foi até ao sofá onde caio fechado os olhos.
Vanessa: Eu vou fazer o almoço. – Se levantou, batendo com as mão nos joelhos.
Zac: Deixa estar que eu faço…- Ele tentou impedi-la mas não consegui.
Vanessa: Não gostas da minha comida? – Tirou as panelas e o olhou pela primeira vez seria.
Zac: Adoro, a tua comida é perfeita, mas não és minha empregada.
Vanessa: Eu estou a fazê-lo de boa vontade, agora o menino vá lavar as mãos, eu faço algo rápido já que estou faminta. – Ele subiu descendo com as mãos impecáveis.
Zac: Não está tão boa quanto a minha, mas mesmo assim está muito boa. – Chupou a massa esparguete ficado de lábio sujos.
Vanessa: Convencido. – Lhe limpou a boca.
Zac: Estava a brincar.
Vanessa: Como vai ser a tua tarde? – Voltou a comer, aquela massa estava mesmo boa, ou era a fome que a fazia parecer assim.
Zac: A mesma que a tua, temos um casamento esqueceste te?
Vanessa: O convidado és tu…
Zac: Mas tu vais comigo.
Vanessa: Não sei não.
Zac: Ok, sempre podemos ficar por aqui…
Vanessa: Eu posso…- Ele a olhou ela mirava o de certa forma desconfiada. – Tu não precisas ficar comigo.
Zac: Mas quero.
Vanessa: O noivo não é teu amigo?
Zac: Sim, e depois?
Vanessa: E depois que ficaria mal não apareceres.
Zac: Sozinho não quero. – Encostou a cabeça na mão parecia uma criança de burro.
Vanessa. Pronto, eu vou contigo. – Ele, rio quase saltando da cadeira. – Mas se for mal vestida a culpa é tua, eu não sei se tenho roupa para um casamento.
Zac: Não te preocupes, eu tenho por aí um vestido teu.
Vanessa: Porque tens um vestido meu na tua casa?
Zac: Deves te ter esquecido, dele, num dia em que aqui estiveste. – Isso não respondia á sua pergunta mas deixou a conversa por ali. – Vai tomar banho enquanto eu arrumo aqui a cozinha, depois vou eu.
Vanessa: Ok.
Zac: O vestido está dentro do meu guarda-fatos. – Disse enquanto ela subia as escadas. Foi até ao quarto dele abrindo o guarda-fatos ali estava o vestido, mas uma caixa cheia de fotografias escondida entre os sapatos lhe interessou mais. Ela não consegui perceber muita coisa, ele parecia ser muito mais que um amigo, e ela olhava para ele como não consegui olhar para Josh, sabia que estava apaixonada por Zac, mas antes de admitir alguma coisa, queria descobrir mais sobre tudo o que a rodeia. Olhou bem para umas das fotos…

Pareciam íntimos, mas aquilo não provava nada, mas não teve tempo para ver mais nada, ouviu os passos, de Zac, o que a fez guardar de volta a fotografia.
Zac: Ainda aqui estás, não encontraste a vestido? – Ela retirou o vestido e sorrio.
Vanessa: Achei agora, bem, eu vou me arrumar. – Saio do quarto, indo até á casa de banho.
Zac já tinha tomado o banho, vestido o seu fato, e fez algo que não tinha nada costume, usou uma escova no seu cabelo, e esperou, esperou que ela desce se as escadas, estava um pouco demorada.
Vanessa: Que tal estou? – Desceu até á sala ele logo se levantou ajeitado o casaco.
Zac: Se tivesse mais linda estragava. – Pediu lhe a mão e ela lha entregou.
Vanessa: Isso é um elogio certo? – Ele sorrio puxando para fora de casa até ao carro que os esperava.
Zac: Certo amo…
Vanessa: Amo? – Entraram dentro do carro.
Zac: Esquece. – Sorrio mais uma vez mudado rápido de assunto. O caminho todo foi uma palhaçada feito por Zac, ele dizia com cada coisa, mas finalmente chegaram, e ele como o cavalheiro que é saio do carro para ajudar a retirar se.



Vanessa: Como disse no primeiro dia, és um verdadeiro cavalheiro. – Olhou em seu redor. – Nunca tinha estado por aqui, isto parece ser muito bonito.
Zac: Sim, e igreja também, vamos entrar. – Ela o pegou pelo braço e seguira, sempre sem separar.
Depois do casamento dirigiram se até ao copo de água não muito longe da igreja.
Agustus: Ainda bem que apareceram. – Falava sorrindo agarrado a usa esposa.
Amanda: Pois, nós gostamos muito da vossa companhia. – Sorrio em especial para Zac, Vanessa pode perceber.
Zac: O casamento, o copo de água, tudo está muito bem organizado, parabéns. – Rodou o seu braço em volta da cintura de Vanessa, isto porque um senhor, bem lá o fundo ainda não tinha parado de olhar para ela.
Agustus: Foi a Amanda que fez tudo. – Olhou mais amoroso para esposa possível, mas ela não o olhava assim.
Zac: És daqueles que deixa tudo para as mulheres é?
Agustus: Foi ela que insistiu.
Amanda: Verdade, e preferi assim, mas e tu como estás?
Zac: Como estou do que?
Agustus: Daquilo. – Surrou para Zac, não queria que Amanda disse se mais nada sobre aquilo.
Zac: Daquilo o que? – Ele de facto não estava a perceber.
Amanda: Do murro que dês te ao Matt. – Sorrio cínica, enquanto Zac trocou um olhar com Vanessa.
Vanessa: Fizeste o que? – Ela se separou do braço dele.
Zac: Ele disse coisas que não devia. – Tentou se defender Vanessa sempre odiara brigas. – E sim eu estou bem.
Amanda: Ainda bem então, não te queria-mos magoado. – Vanessa pode a ver piscar o olho para Zac e isso a irritou, profundamente.
Vanessa: Ele pode ter dito coisas que não devia, mas a violência não é o melhor caminho. – Ela olhava para Zac, mas Amanda chamou atenção.
Amanda: Ai, Vanessinha, eu sei que bateste com a cabeça mas, não sabia que tinha sido tão fortemente ao ponto de te deixar assim. – Agustus apertou o braço dela, mas não serviu de nada.
Vanessa: Assim, como?
Amanda: Tontinha!
Agustus: Amanda. – Repreendeu, mas aquele sorriso não saio dos lábio dela.
Zac: Não tens direito e falar assim dela.
Vanessa: Para de me defender que eu saiba ainda tenho boca para o fazer. – Virou costas saindo, Zac correu atrás dela, com Agustus o pouco longe, os seguiu.
Zac: Vanessa espera…- Ele agarrou pelo braço a virando para ele, já estava no meio da rua, uma rua iluminada pelos postes de electricidade Agustus os olhava ao longe, mas não desviou atenção deles. – Eu só estava a tentar ajudar te.
Vanessa: Tens tentado de mais…- Soltou se das mãos dele.
Zac: O que é que se passa, porque te viraste contra mim?
Vanessa: Eu não estou contra ti, apenas não percebo está protecção toda.
Zac: Eu só não quero que magoes.
Vanessa: Porque, porque tanta preocupação, eu não percebo…- Se afastou ficando no meio da estrada. – Sei que me andam a esconder alguma coisa principalmente tu e que não gosto de segredos.
Zac: Á apenas coisa que eu não te posso contar…
Vanessa: E eu não te peço isso, só peço que não me mintas, mas parece que ninguém a minha volta tem essa capacidade…eu vou voltar para a minha casa, até á vista Zac. – Ela saio apanhado um táxi.
Agustus: Vai atrás dela. – Gritou e Zac assim fez.
Respostas aos comentários…
tata: se a memoria voltou ou não ainda é segredo, e obrigado pelo comentário como pelos elogio as historias.
Margarida: É normal ele ter medo este tipo de doenças não é algo fácil tem que ir com cuidado tanto com o que se faz como com o que se diz; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Quanto, as flores não é difícil…As pessoas queixam se pelas rosas terem espinhos eu agradeço pelos espinhos terem rodas… O que te parece?; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Ele magoou-a muito agora faz de tudo para a proteger; Obrigada por comentares.
Lary Schmidt: Estas mais que perdoada, eu percebo quando á escola e questão de tempo, e foste muito romântica no final, a serio mas não fiquei surpreendida já que pela tua história é assim feitas de palavras complexas com muito que se lhe diga; Obrigada por comentares.
Evelly: Será que ela se lembra de algo? Mistério; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.

20/09/2011

Capítulo 26


William Shakespeare
~ Soneto 92 ~

Faz teu pior para mim te afastares,
Enquanto eu viva tu és sempre meu,
Não há mais vida se tu não ficares,
Pois ela vive desse amor que é teu.
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Depois de Vanessa sair pela porta do quarto Zac deu mais de mil voltas em cima da cama. De certa maneira sentia que estava agir errado com Vanessa. Estava aproveitar se da amnésia dela. O que ele estava a fazer era mau ou bom? O que era aquilo, se ela se lembrasse de tudo o odiaria e não estaria a li isso é certo, por isso mesmo tanta confusão, ele deveria lhe contar a verdade, mas tinha medo que fosse um choque demasiado grande e lhe fize se mal. Cansado de pensar deitado se levantou ido até á sala, onde caminhou a maior parte da noite, acabado por adormecer no sofá. Depois de um sono pesado, acordou desconfortável, de ressaca com dores no pescoço e o sol a bater lhe na cara.

Levantou se indo tomar banho e se trocar quando desceu as escadas ouviu um barulho saindo da rua, mas era tão cedo. Espreitou pela janela para acabar com a curiosidade.

Viu Vanessa na mesa de madeira que se encontrava no jardim. Saindo de casa correndo até ela que o esperava com um sorriso.

Vanessa: Que diria que ontem choveu. – Disse provado que estava um tempo bom, não muito quente nem muito frio.
Zac: Eu disse, o tempo aqui é louco. – Ele se sentou na frente dela.
Vanessa: Preparei o pequeno-almoço para nós, ouvi o chuveiro a correr, e deduzi que estavas no banho, e quis fazer te uma surpresa.
Zac: Não era preciso.
Vanessa: Claro que sim, depois de tudo que fizeste por mim, até te preparei uma aspirina para as dores de cabeça, depois da bebedeira de ontem deves estar com dores de cabeça. – Ele sorrio levando a mão cabeça.
Zac: Muitas até. – Ele se serviu e começou a comer em silêncio.
Vanessa: O que aconteceu ontem?
Zac: Nada de especial.
Vanessa: Cota me? – Insistido e ele esteve quase a dizer o mostro que tinha sido com ela.
Zac: Foi apenas um momento de tristeza.
Vanessa: E resolveste corar essa tristeza com, a bebida?
Zac: É parece que sim. – Sem querer fez um gesto brusco para a frente entronado o café em cima de Vanessa. – Desculpa. – Se levantou. – Perdoa me. – Disse limpado, ela o parou fazendo o olhar.
Vanessa: Calma, é apenas um café. – Ele se vira de costas para ela.
Zac: Não é apenas um café. – Ela se aproximou colocado a mão sobre o ombro dele, fazendo o virar, ele chorava.
Vanessa: Que se passa, parece triste ainda. – Ele não respondeu apenas abraçou. – Zac o que se passa fala comigo. – Ele se afastou.
Zac: Não posso. – Não podia falar, mas podia a fazer lembrar, ele iria fazer lembrar de tudo, com gestos, e ela se lembraria do quanto o odiava, e se afastaria. Mas ela tem direito á verdade, apenas tem vivido numa mentira. Ele não podia mentir, não a podia magoar. Ele ama a, mas amar é fazer o melhor para o outro e não para nós, e deixa-lo ser feliz perto ou longe.
Vanessa: Tudo bem, eu percebo… achas que posso cuidar das flores, preciso de arrancar umas ervas de aninha.
Zac: Tudo bem, precisas de ajuda?
Vanessa: Não vai te sentar, perto do lado, e relaxa… lê o jornal, faz alguma coisa, porque eu não te quero ver triste. – Ele fez um sorriso forçado indo se assentar, numa espreguiçadeira bem confortável, enquanto ela foi trocar de roupa. – Estás bem? – Ele baixou os óculos e sorrio. – Adoro o teu sorriso continua assim. – Entregou lhe um jornal e um lápis. – Palavras cruzadas, vais te entreter. – Afirmou afastando se. Ele podia observá-la com tal delicadeza ela tratava as plantas, não tirava os olhos dela.

Esqueceu o jornal e as palavras cruzadas, preferia entreter-se a olhar para ela, isso o deixava feliz. Ela era linda por dentro como por fora, era algo que ele não sabia explicar, mas sabia que o fazia suspirar. Ela, era tudo o que ele queria, ela era a luz do sol, era o ar fresco que entrava pelos seus pulmões, era a sua melodia, era a sua mais bela visão era a sua vida. E quase que entrou em pânico quando um espinho de uma rosa se espetou no seu dedo.
Zac: Estas bem? - Pegou na mão dela e ela rio da cara dele.
Vanessa: Tem calma não é isto que me iria matar. – Ele a mirou sério.
Zac: Não brinques com essas coisas. – Tirou o espinho do dedo dela, que levou o dedo magoado á boca.
Vanessa: Porque tanta segurança comigo?
Zac: Só não quero que te magoes… estás rosas devia ser todas arrancadas, estão cheias de espinho.
Vanessa: Não digas isso.
Zac: Porque magoaste te.
Vanessa: Eu sei…mas e depois?
Zac: E depois magoaste te numa rosa.
Vanessa: Sabes as pessoas queixasse por as rosas terem espinho eu agradeço pelos espinho terem rosas. – Ela afastou deixando olhando para ela.

Ele não fazia a mínima ideia do que ela queria dizer com aquilo.
*****
Esté Zac anda um bocadinho á nora, não sabe o que fazer como lidar com Vanessa e sofre todos os dias por ela lidar de uma maneira tão bem com ele, sem se lembrar de nada... mas e vocês o que acha que irá acontecer quanto a memoria a viver e todas, mas todas as recordações lembrar?
»»»»Respostas aos comentários….
Stephanie_95_10: É normal ele reagir assim tens razão, mas ela não percebe e o problema dele é ela não perceber; Obrigada por comentares.
Baa´ : Já percebi que nem sempre tens tempo para ler ou sequer comentar eu percebo a situação, e agradeço que venhas aqui sempre que possas.
tata: Já não falta assim tanto para ela recuperar a memória, estou a tratar disso; Obrigada por comentares.
Anónimo: Obrigada por expressares a tua opinião.
Margarida: Pois ele quer corrigir erros que deseja não ter nunca cometido e sofre com isso todos os dias; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Ok, tas perdoada não á qualquer tipo de problema, Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.